29.12.08

de férias

até quatro ou cinco de janeiro. por isso, os poucos posts, as poucas fotografias e o pouco tempo dispensado em torno do computador. é tempo de estar com a família, com os amigos e de passear.

boas entradas a todos os que por cá passem. e até para o ano! ;)

25.12.08

bom natal

(com um ou dois dias de atraso.)

mas é que a azáfama natalícia não me deixa tempo nem sequer para tirar o portátil da mochila.
e depois é o tempo todinho dividido entre um lado e outro. as típicas dúvidas de aqui ou lá? e a ronda normal pelos familiares. só hoje é que vou conseguir, finalmente, levar o serão a descansar e a tricotar o que ficou a meio.

então (como o natal já quase que passou) boas festas!

18.12.08

meias meias meias

meia

por cá, a moda das meias pegou definitivamente e corre o risco de se tornar num vício.
até as de experiência estão em uso. o helder adoptou-as como meias de dormir.
tivesse eu mais tempo (ou pensado melhor e com maior antecedência) e este natal iam todos corridos a meias tricotadas por mim. assim, amanhã calhou-me uma tarde em busca de alguns presentes (coisas simbólicas ou até comestíveis) para os mais próximos.

a lã é uma trekking xxl 315, comprada na retrosaria.

17.12.08

era uma vez uma árvore de plástico,

um pouco pirosa e cheia de clichés natalícios,

árvore de natal

que servia de esconderijo a um gato preto chamado fígaro.

árvore de natal

o fígaro, por vezes acreditava tratar-se de uma árvore verdadeira, então afiava as suas magníficas unhas afincadamente no tronco. abanava-a, sacudia-a, balanceava-a até caírem para o chão todos os enfeites...

árvore de natal

... ou até a própria árvore.

depois, cheio de remorsos escondia-se debaixo da mesa.
coitado do fígaro!

(histórias do dia-a-dia)

16.12.08

hoje fui procurar lãs

não sei se é por ver tanta lã bonita pela internet mas fico sempre com a sensação que não há lãs diferentes à venda.
consegui comprar uma meada bem quentinha em tons de amarelo-verde e quis comprar uma para um cachecol para o helder (só este ano é que reparei que ele não tem nenhum cachecol de jeito!). procurei por uma mais escura e em vários tons. mas também não quero aqueles matizados horríveis, que me tentaram impingir e que me prometeram que fazem uns cachecóis muito fashion (?).

vou procurá-las aqui ou aqui.

tofu com quiabos em molho de caril

sem dúvida que uma das coisas que mais me custa no estado-em-que-estou é o de não ter paladar. ontem ao jantar, só quando senti nos lábios uma pequena impressão é que deduzi que a comida estivesse picante. o helder provou e confirmou. então só me tem dado para cozinhar pratos de sabores fortes, para que me saiba a qualquer coisa. agora ao almoço fiz tofu com quiabos em molho de caril. encontrei esta receita na revista de abril da vaqueiro - saberes & sabores. não alterei rigorosamente nada e fiz assim:

tofu com quiabos em molho de caril

:: triturei com a varinha mágica, até misturar bem, os seguintes ingredientes - uma c. sopa de pasta de coco, duas c. sopa caril em pó, metade de uma garrafa de leite de coco e duas mãos cheias de amendoins descascados.

:: cortei o tofu aos cubos e temperei-o com sal, pimenta moída, noz moscada e sumo de um limão.
:: refoguei uma cebola picada e adicionei os quiabos lavados e cortados às rodelas grossas.
:: deixei a fritar um pouco mais e juntei a mistura preparada inicialmente.
:: adicionei uma lata de tomate pelado aos pedaços, mexi bem, tapei e deixei a cozer durante 15 minutos.
:: ao fim desse tempo, juntei o tofu e o restante leite de coco, mexi novamente e deixei cozinhar mais uns 10 min.
:: desliguei e salpiquei com muita salsa

acompanhei com arroz basmati e cubinhos de pão torrado.

tofu com quiabos em molho de caril

15.12.08

...

e cá vou andando. ainda sem conseguir passar muito tempo em frente ao computador. sempre entre anti-inflamatórios e anti-gripes. hoje com o vento até parecia que ia ficando sem ouvidos. passei o fim-de-semana deitada no sofá, ora tricotar ora a ler. comer uma torrada ou um prato super gourmet para mim é o mesmo. sabe tudo a nada. logo nem tenho tido vontade de cozinhar.

12.12.08

e assim

entro no fim-de-semana, com gripe e tendo como principal companhia uma caixa de ilvico.

11.12.08

100

hoje o manoel de oliveira faz cem anos.
pelo natal pode ser esta colecção.

um dia não

começou com um atraso de não sei quantas horas. depois foi a impressora, porque o tinteiro amarelo passou do prazo de validade. depois foi a minha conta online que ficou suspensa, porque o código não deu. com um dos items em standby fui para o seguinte. alterar cores e tramas etc etc. check, alterado. vai daí não consegui fazer o security nem o hyperlink devidamente. volta um passo atrás e altera tudo de novo. em suspenso continuam os anúncios, as impressões e o upload claro. ainda não avancei para a terceira tarefa (das mais importantes para hoje) porque pressinto que algo vai falhar também. possivelmente até será o scanner, talvez morra de vez hoje. e também me aborrecem as constantes deslocações. agora estou na secretária, que é onde estou melhor nas primeiras horas até começar a doer qualquer coisa (onde está a ergonomia?). mudo-me para a mesinha (e a pergunta volta a surgir), geralmente depois da barriga cheia. se quero imprimir (ou pelo menos tentar) vai tudo para o quarto. porque a impressora, espante-se, não cabe na sala então está em cima de um mini-móvel-biblioteca que por acaso até tem blusas. se quero digitalizar, vai tudo para o sofá. que o scanner está no sítio dos dvds. pior é quando quero usar a máquina de costura. vai tudo para o chão. também é tecnicamente impossível ter um livro ao lado do portátil. e tricot só no sofá (não é que me chateie muito), que por acaso é para duas pessoas e nós cá somos três mais um gato. então volto-me a deslocar.
o é pequena mas acolhedora hoje decididamente não pega.

10.12.08

juan muñoz :: uma retrospectiva

muñoz
muñozmuñoz
muñoz
muñoz
muñoz

no museu serralves até dezoito de janeiro.
mais fotografias (algumas minhas e outras do h.)
-
no fim-de-semana fomos até aveiro com alguns saltos ao porto. deu para tudo. fomos ao serralves, passeámos pelo jardim, vimos mais uma ou outra exposição sem grande interesse, apanhámos uma valente molha (não tão grande como a do cais sodré), houve ainda um episódio de urgência, passámos na urbanização, voltámos ao porto, batemos com a cara em muitas portas (e não fomos os únicos).
-
ando sem tempo. tudo leva mais tempo a terminar. e sem dar por isso, chega a noite e mais um dia que passou.
e ainda quero imprimir o currículo e ir passear à
futurália (ora, porque nunca se sabe).

9.12.08

ritual

descarregar a máquina
ver as fotografias mais de mil vezes
escolher
(re)escolher
photoshop (para os pequenos ajustes)
upload para o flickr
títulos, tags, descrições, links...
post

vou a meio do ritual, para colocar aqui as fotografias do fim-de-semana. dá algum trabalho mas é assim que gosto. e agora o trabalho é redobrado.

4.12.08

ainda sobre bilhetes

posso afirmar que o culpado por ter voltado a guardar bilhetes foi o daniel blaufuks. ou melhor, depois d'o arquivo.
1 - 2 - 3 - 4 - 5 (do álbum)

para a pu pu pi tu que um dia há-de fazer um quadro, talvez.

coisas parolas

no domingo fiquei todo o dia em casa, choveu e fez frio. alterámos a sala dos meus pais e fizemos gifs bastante parolos [coisa muito geek e sem nenhum propósito, eu sei!].

3.12.08

the ticket book

tinha por hábito guardar todos (mas todos mesmo) os bilhetes de tudo. cinema, comboio, autocarro, festivais, festas, convites. tinha o meu primeiro bilhete de cinema, no já extinto cine-teatro de silves, de duzentos escudos (ou seria menos ainda?). como não passavam de senhas, sem data, tinha-os ordenado por ordem alfabética. e os seguintes por datas. volta e meia tirava-os da caixa e revia mentalmente alguns dos filmes que mais tinha gostado. numa dessas vezes, em vez de os guardar na caixa meti-os no lixo. coincidiu com a aquela fase (bastante estúpida, por sinal) em que deixei de usar brincos, por ser tudo demasiado supérfluo. enfim, arrependi-me. e levei anos sem guardar um único bilhete.

the ticket book

isto para dizer que há pouco tempo retomei este hábito. adaptei um moleskine (daqueles lisos e de capa maleável), pintei a capa e dymei-o (palavra acabada de inventar mas que faz muito sentido cá em casa). colo-os, por vezes acrescento-lhes notas (antes já o fazia, até costumava fazer um breve resumo dos filmes no verso do bilhete. agora existe internet, já não me dou a esse trabalho) e vou mantendo-os todos juntos e bem acessíveis.

the ticket book

the ticket book

na última fotografia :: bilhete do documentário a gravura, que vi no doclisboa e que me fez voltar para casa com uma vontade imensa de ler (o pouco que tenho) sobre gravura. recomenda-se.

um constante to-do

ao ir dar a este blog lembrei-me que tenho uma espécie de cortina por terminar, metida numa gaveta qualquer.

2.12.08

há sempre alguém que se explica melhor que eu

o diário gráfico é aquele bocado do dia reservado para mim. não tenho sítio próprio, nem hora marcada, não tenho um plano para o fazer. é a ida que faço todos os dias para um lugar que ainda não existe e que ao fim de uns minutos ganha forma. é a minha viagem.

(pedro gaspar no desenhador do quotidiano)

de volta

bom dia dezembro.
bom dia frio.
bom dia semana a começar à terça-feira.
bom dia tanta coisa para me entreter.