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7.4.18

pares

pares1
brincar aos pares

Ainda da casa do meu avô, no meio das laranjas, enquanto não tenho as fotografias analógicas do fim de semana passado.

6.4.18

páscoa em silves ii

Nevam laranjas 🍊
Os melhores momentos desta Páscoa
Os melhores momentos desta Páscoa
Os melhores momentos desta Páscoa
Os melhores momentos desta Páscoa
Os melhores momentos desta Páscoa

#casadoavôdiogo:
Tudo o que vejo: laranjas e couves. E algumas nozes salpicam o chão também.

É fácil perceber com que ingredientes irei cozinhar nos próximos tempos.
E ainda tenho a experiência dos picles por relatar.

4.4.18

páscoa em silves i

Os melhores momentos desta Páscoa

Tal como no Natal, na Páscoa rumo ao sul, com os pensamentos focados nos folares algarvios.
Entre as visitas à família (nunca dá tempo para os amigos, nestas alturas), numa das manhãs fui passear pelos apeadeiros dos caminhos de ferro. Não é o melhor passeio para se fazer no Algarve mas foi o que calhou. Curiosamente é um assunto que já tinha fotografado, em 2012, na perspectiva de quem vai numa viagem de comboio: estações de caminhos de ferro.

Tirei a maior parte das fotografias em película porque me comprometi a fotografar um rolo inteiro, durante a Páscoa. O objectivo era apenas obrigar-me a fotografar sem pensar demasiado 'será que vale a pena gastar uma fotografia com isto?', um pensamento que tenho regularmente quando fotografo em analógico e que me inibe de disparar mais. Depois levo meses e meses com os rolos nas máquinas e quando revelo, já nem sequer fazem sentido. Correu bem até, andei mais com a máquina a tira-colo e desliguei o complicómetro. Espero ainda esta semana ter o resultado nas mãos.

Os melhores momentos desta Páscoa

Viver no limite. Não faz mal, ele ressuscita.

31.3.15

estou a contar os dias para o sol algarvio

verão 2014 verão 2014

Gosto de praia mas troco facilmente por uma tarde de esplanada ou jardim, ao sol e em boa companhia.

Este tempo assim, tem-me feito lembrar as férias escolares da Páscoa, quando era mais nova e morava em Silves. Íamos quase todos os dias para a praia. Mesmo que não mergulhasse, só o ir já era bom.

Recordei alguns episódios dessas idas à praia fora do tempo balnear, hoje enquanto torrava ao sol na minha hora de almoço. (E continuo a dizer que, foi das melhores coisas que me obriguei a fazer, nos últimos tempos.)

As fotografias são do fim do último verão, em duas praias diferentes, em Carvoeiro.

23.2.15

cheguei ao algarve

Caia-se tudo. Caia-se o lar e os degraus. Caia-se sempre. É um delírio de branco.

Sentadas nas esteiras sobre os calcanhares, nas casas forradas de junco ou de palma, fabricam as alcofas, a golpelha em que se transporta a alfarroba e o figo, e as alcofinhas mais pequenas, chamadas alcoviteiras. Ainda há pouco tempo todas usavam cloques e bioco*. O capote, muito amplo e atirado com elegância sobre a cabeça, tornava-as impenetráveis.

(Raul Brandão, Os Pescadores, 1923)


*a ler mais tarde porque agora não consigo largar as últimas páginas do livro:
Proibido usar burka no Algarve no A bem da nação;
Côca, Biuco e Capelo no Trajes de Portugal;
Biôco: a burka à algarvia que acabou por decreto no Observador.

22.8.13

2/3

Miúdas que perdem a cabeça em vão. Jaci, o gato gordinho da minha mãe. Gato de LoiçaAinda das mudanças

Não me lembro de ir a Silves tantas vezes em tão pouco tempo.
Apesar de ser uma correria de um lado para o outro e uma valente seca a viagem para baixo e para cima, vale bem a pena.