No sábado à tarde, em busca de um miradouro com sol para ler e para fugir à opção mais óbvia, o Adamastor, segui pela Rua Poço dos Negros em direcção à Madragoa.
Passei pela Praline Pastelaria Francesa, à qual não resisti e comprei um Canelé Bordelais e um queque de framboesa. Uma pequena loja cheia de bolos e doces franceses feitos pela Béatrice. (facebook)
Fez-me pensar na minha loja de outra forma e também noutra localização. Há dois dias que não paro de me imaginar a trabalhar de outra forma. O melhor de conhecer novos sítios, espaços, lojas ou até cafés, mesmo que sejam muito simples e sem nada de mais, é isto mesmo, poder repensar em tudo, evoluir e querer mais um pouco. [Momento a sonhar doSEMENTE!]
Um pouco mais à frente, na mesma rua, a Companhia Portugueza de Chá. Muitos e muitos chás de vários países. China, Taiwan, Índia, Sri Lanka, Japão, Portugal (o chá Gorreana). Tem bules lindíssimos e coadores para chá em bambu, em tecido (iguais aos que comprei em Berlin) e metálicos. Vale a pena uma visita.
Não encontrei um miradouro ainda com o sol alto mas descobri duas lojas, numa rua que passo tantas vezes.
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27.1.15
6.10.12
jantar de ontem
Jantar vegetariano em casa do Jorge, em óptima companhia.
Muito divertido e simples e cheio de conversas interessantes e sobre variadíssimos assuntos [e por momentos, a tal pergunta que por vezes me enche os pensamentos 'onde andam os meus amigos?'].
O mais engraçado foi, no meio da conversa relembrar-me de uma série de projectos que ficaram guardados. E hoje, acordar com a sensação que alguns desses projectos deviam mesmo ver a luz do dia.
Ou então devia fazer as malas e voar até Paris.
1.5.12
20.3.12
(...)
Pode não parecer mas eu estou aqui. Numa azáfama incrível durante o dia.
Mais novidades para breve (assim o espero).
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17.1.12
ter tempo
agora posso também fazer aquilo que mais gosto, durante o dia, e realizar algumas ideias, que ficaram para trás em 2011.
agora penso duas vezes antes de entrar no carro e quase sempre compensa ir a pé.
agora, mais do que nunca, compro legumes portugueses e cozinho todos os dias.
nunca esta notícia fez tanto sentido: e agora algo radicalmente diferente. é melhor trabalhar só 21 horas
1.10.11
26.11.10
uns dias de férias
16.11.09
por onde ando?
nem acredito que já passou quase uma semana desde o último post. não tenho conseguido gerir o meu tempo para que sobre uns minutos para fazer um post diário, tal como eu queria.
quase todas as minhas manhãs são passadas numa loja grande, que já festeja o natal há mais de um mês (!). depois à tarde vou quase sempre para a casa da cristina (autora do azul.porcelana). estamos a avançar finalmente com algumas ideias que surgiram num passeio lá pelo meio de julho por lisboa. de uma forma bem rápida e ainda muito embrionária o nosso projecto consiste em dar uma nova vida a alguns objectos que foram expulsos das memórias e despejados num qualquer contentor. palavras como upcycling, recycling, reusing e diy têm-nos acompanhado ultimamente. para já a ideia está a crescer e esperemos que da melhor forma.
no meio da nossa busca acabamos por não ficar indiferentes a outros objectos que inicialmente não pensámos em intervir. essencialmente roupa, acessórios, sapatos e malas (foi num desses dias que encontrei esta). só que também não conseguimos deixá-los para trás (para terminarem o seu ciclo numa lixeira) e acabam por vir connosco. conclusão: temos uns seis caixotes de roupa e acessórios que não vamos dar uso. a primeira ideia que nos ocorreu foi vender nas lojas de artigos em segunda mão. depois de algumas máquinas de roupas, de um dia e meio a seleccionar, dobrar e a encaixotar tudo começámos a pensar que não seria o mais acertado. pesquisámos e depois de ler algumas imposições dessas lojas desistimos de vez. então ocorreu-nos criar uma espécie de blog/ loja 'outlet' onde poderiamos vender todos esses artigos que não vamos aproveitar no nosso projecto e que acabam por vir connosco (e às vezes o motivo é somente um simples botão ou um padrão inspirador). não sei se será a melhor forma de os escoar, não é de certeza a que nos dá menos trabalho, de qualquer forma acho que vamos arriscar. ou seja, para além do blog que estou a criar para o nosso projecto vou criar um outro ainda. ok, tenho de ver qual é a forma mais prática de gerir tudo isto. e mesmo que a coisa não funcione lá muito bem já começaram a surgir algumas ideias para os reaproveitar.
este projecto a quatro mãos e ainda o curso de fotografia são os principais culpados para estar tão ausente do blog. não que me falte assunto (e não falta mesmo!) mas as vinte e quatro horas diárias não esticam. mesmo assim esta semana vou fazer um esforço acrescido para estar mais presente.
e assim que tivermos mais novidades, aviso por aqui.
quase todas as minhas manhãs são passadas numa loja grande, que já festeja o natal há mais de um mês (!). depois à tarde vou quase sempre para a casa da cristina (autora do azul.porcelana). estamos a avançar finalmente com algumas ideias que surgiram num passeio lá pelo meio de julho por lisboa. de uma forma bem rápida e ainda muito embrionária o nosso projecto consiste em dar uma nova vida a alguns objectos que foram expulsos das memórias e despejados num qualquer contentor. palavras como upcycling, recycling, reusing e diy têm-nos acompanhado ultimamente. para já a ideia está a crescer e esperemos que da melhor forma.
no meio da nossa busca acabamos por não ficar indiferentes a outros objectos que inicialmente não pensámos em intervir. essencialmente roupa, acessórios, sapatos e malas (foi num desses dias que encontrei esta). só que também não conseguimos deixá-los para trás (para terminarem o seu ciclo numa lixeira) e acabam por vir connosco. conclusão: temos uns seis caixotes de roupa e acessórios que não vamos dar uso. a primeira ideia que nos ocorreu foi vender nas lojas de artigos em segunda mão. depois de algumas máquinas de roupas, de um dia e meio a seleccionar, dobrar e a encaixotar tudo começámos a pensar que não seria o mais acertado. pesquisámos e depois de ler algumas imposições dessas lojas desistimos de vez. então ocorreu-nos criar uma espécie de blog/ loja 'outlet' onde poderiamos vender todos esses artigos que não vamos aproveitar no nosso projecto e que acabam por vir connosco (e às vezes o motivo é somente um simples botão ou um padrão inspirador). não sei se será a melhor forma de os escoar, não é de certeza a que nos dá menos trabalho, de qualquer forma acho que vamos arriscar. ou seja, para além do blog que estou a criar para o nosso projecto vou criar um outro ainda. ok, tenho de ver qual é a forma mais prática de gerir tudo isto. e mesmo que a coisa não funcione lá muito bem já começaram a surgir algumas ideias para os reaproveitar.
este projecto a quatro mãos e ainda o curso de fotografia são os principais culpados para estar tão ausente do blog. não que me falte assunto (e não falta mesmo!) mas as vinte e quatro horas diárias não esticam. mesmo assim esta semana vou fazer um esforço acrescido para estar mais presente.
e assim que tivermos mais novidades, aviso por aqui.
4.11.08
??
está a ser penoso, rever os últimos seis anos da minha vida. pior ainda, seleccioná-los.
pronto, deixei de adiar o inadiável. deixei de (me) dar desculpas.
estive doente... estive a ler um livro... estive a ver se chovia... agora é o doclisboa, não dá... estive a arrumar... agora é para fazer o jantar...
o que eu (penso que) queria mesmo, (acho que) não passa por aí. mas vou-me limitar a fazer como-deve-ser. depois logo se vê. mas se não tivesse que pensar em dinheiro, sei o que faria (ou o que não faria).
[como diz a nazaré, só não quero é andar frustrada e depois obrigar os filhos a fazerem aquilo que não consegui!]
e depois, até pode ser que não seja assim. ou que a coisa demore e tudo (aparentemente) se resolva.
pronto, deixei de adiar o inadiável. deixei de (me) dar desculpas.
estive doente... estive a ler um livro... estive a ver se chovia... agora é o doclisboa, não dá... estive a arrumar... agora é para fazer o jantar...
o que eu (penso que) queria mesmo, (acho que) não passa por aí. mas vou-me limitar a fazer como-deve-ser. depois logo se vê. mas se não tivesse que pensar em dinheiro, sei o que faria (ou o que não faria).
[como diz a nazaré, só não quero é andar frustrada e depois obrigar os filhos a fazerem aquilo que não consegui!]
e depois, até pode ser que não seja assim. ou que a coisa demore e tudo (aparentemente) se resolva.
3.11.08
agenda 2009
antecipei-me e já a comprei, para não acontecer o mesmo que nos outros anos. a de 2008, só em fevereiro é que (re)apareceu. até lá, fui esboçando o que seria uma agenda ideal para mim. teria um mês em duas páginas, seguindo de uma semana em quatro. seria assim um misto de agenda e listografia mensal e semanal. idealizei quase página por página. e teria também etiquetas, muitas, símbolos autocolantes e muitos espaços para preencher. como não domino o mercado das agendas, apenas pensei em algo tendo em conta os meus gostos (e não o que existe). este fim-de-semana comprei uma agenda moleskine red, só pela cor. é uma agenda semanal com um bloco de apontamentos e um outro pautado, muito ao estilo das minhas listas (com labels e tudo). para além disso, traz ainda etiquetas autocolantes com símbolos e espaços extra (tabbed pages insert). sinceramente, não conhecia esta agenda mas achei-a tão parecida com aquilo que esbocei que fiquei impressionadíssima.
fiquei com vontade de voltar a olhar melhor para os rabiscos que fiz e talvez a minha próxima agenda seja ainda mais minha.
mais deste fim-de-semana :: bilhetes + doces, compotas e conservas + muitos pastéis de batata doce + coscorões
fiquei com vontade de voltar a olhar melhor para os rabiscos que fiz e talvez a minha próxima agenda seja ainda mais minha.
mais deste fim-de-semana :: bilhetes + doces, compotas e conservas + muitos pastéis de batata doce + coscorões
22.5.07
a sonhar
sonhei que lia uma receita. lombo de tofu no forno. e na preparação dizia para se colocar um naco de tofu dentro de uma enorme cavaca. e para levar ao forno. mas este não tinha cheiro nem sabor.
[ando a sonhar muito...]
[ando a sonhar muito...]
16.5.07
sonho
ando tonta.
-
sonhei com sabor e cheiro e era tão real que podia jurar, quando acordei, que tinha uma travessa cheia de batatas a murro (da minha mãe) ao lado da cama. só voltei a recordar o sonho quando me apercebi que podia acompanhar o almoço com batatas. mas não o fiz.
-
sonhei com sabor e cheiro e era tão real que podia jurar, quando acordei, que tinha uma travessa cheia de batatas a murro (da minha mãe) ao lado da cama. só voltei a recordar o sonho quando me apercebi que podia acompanhar o almoço com batatas. mas não o fiz.
1.3.07
por volta das sete da manhã
Sonhei. Como quando acordei lembrava-me de tudo, fui buscar o diário gráfico (que de gráfico tem muito pouco) e escrevi detalhadamente o sonho ainda meio a dormir. Aborrece-me transcreve-lo para aqui. Basicamente, enquanto dormia o meu cérebro não parou de pensar e de continuar a visita que eu não quis terminar. Admirei por uns instantes uma parte da cidade. Não continuei por que já era de noite, tenho de lá voltar mas com sol. (de ontem) Passeei-me pelo sonho dando continuidade ao passeio bem real. Não terminou da melhor forma. Às tantas, estava num bairro de habitação social problemático bem no meio de uma confusão entre dois diferentes grupos etários (seria?). Com pedras a partirem vidros e a voarem por cima mim. Conheci uma menina a c, deixou ao meu critério o nome... cristina? carlota? carla?, que tinha piolhos (dito por ela). Entretanto acordei e não dormi mais.
19.6.06
sonho_1
Esta noite tive um sonho estranhíssimo.
Sonhei que estava na faculdade, mas em Silves. Aproximavam-se as eleições presidenciais. De repente, aparece alguém (que no sonho era um misto entre Salazar e Hitler e que era um dos candidátos à presidência da república) que vai buscar todos os estudantes universitários, para irem votar. Entre eles estava eu. Só que, num instante consegui fugir, e juntamente com outros colegas, fechamo-nos numa sala... a estudar (!!!) Mesmo assim, conseguiram descobrir-nos. Põem-nos numa fila especial. Mais tarde, descubro que eles estavam a levar-nos para nos obrigar a votar nesse tal senhor. Só quero fugir. Fecho os olhos. Esqueço tudo e apareço numa rua de Silves, perto do Castelo de Silves. Estava toda suja e não me lembrava de nada, desde que estava na tal fila. Começo a fugir em direcção a casa. Não vejo ninguém na rua. Chego à Avenida de Berna (a de Lisboa, só que em Silves). Aí vejo polícias vestidos de preto, à busca de mais estudantes. Também vestida de preto, lá consegui atravessar a rua sem ser vista. Estou quase em casa. Lembro-me do meu namorado. Quero encontrá-lo e não sei como. Quero ir a casa, pedir dinheiro emprestado aos meus pais e fugir de Portugal com ele. Continuo a fugir.
Acordo.
O Fígaro está a raspar na parede e acordou-me.
Que sonho tão elaborado, tive de o contar logo, para não esquece-lo.
Sonhei que estava na faculdade, mas em Silves. Aproximavam-se as eleições presidenciais. De repente, aparece alguém (que no sonho era um misto entre Salazar e Hitler e que era um dos candidátos à presidência da república) que vai buscar todos os estudantes universitários, para irem votar. Entre eles estava eu. Só que, num instante consegui fugir, e juntamente com outros colegas, fechamo-nos numa sala... a estudar (!!!) Mesmo assim, conseguiram descobrir-nos. Põem-nos numa fila especial. Mais tarde, descubro que eles estavam a levar-nos para nos obrigar a votar nesse tal senhor. Só quero fugir. Fecho os olhos. Esqueço tudo e apareço numa rua de Silves, perto do Castelo de Silves. Estava toda suja e não me lembrava de nada, desde que estava na tal fila. Começo a fugir em direcção a casa. Não vejo ninguém na rua. Chego à Avenida de Berna (a de Lisboa, só que em Silves). Aí vejo polícias vestidos de preto, à busca de mais estudantes. Também vestida de preto, lá consegui atravessar a rua sem ser vista. Estou quase em casa. Lembro-me do meu namorado. Quero encontrá-lo e não sei como. Quero ir a casa, pedir dinheiro emprestado aos meus pais e fugir de Portugal com ele. Continuo a fugir.
Acordo.
O Fígaro está a raspar na parede e acordou-me.
Que sonho tão elaborado, tive de o contar logo, para não esquece-lo.
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