Mostrar mensagens com a etiqueta fotografia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta fotografia. Mostrar todas as mensagens

11.11.18

finding vivian maier

vivian maier

Na sexta à noite, fui ao Cinema Ideal ver o documentário de Vivian Maier. Foi ama e foi fotografa, apenas descoberta após a sua morte. Fotografou muito pelas ruas de Nova Iorque, Chicago, durante as suas viagens à volta do mundo, França (onde cresceu). Como fotografa, passou despercebida e as suas milhares de fotografias apenas foram descobertas por acaso, num leilão de antiguidades. Muitas caixas com filmes por revelar, filmes já revelado, a preto e branco, a cores, colecções de bilhetes, anotações, jornais, filmes em 8mm, filmes caseiros em espécie de diário, entrevistas que fez a quem fotografou, lixo apanhado da rua, cartas. Milhares de coisas guardadas e mais de 150mil fotografias. Inacreditável. Uma obsessão não só em fotografar como em registar o dia a dia.

Adorei o documentário e aconselho a todos os que gostem de fotografia. Fez-me sentir saudades da minha máquina (qualquer uma dela) que não tem saído da prateleira nos últimos meses (anos?).

Mais aqui.









4.4.18

páscoa em silves i

Os melhores momentos desta Páscoa

Tal como no Natal, na Páscoa rumo ao sul, com os pensamentos focados nos folares algarvios.
Entre as visitas à família (nunca dá tempo para os amigos, nestas alturas), numa das manhãs fui passear pelos apeadeiros dos caminhos de ferro. Não é o melhor passeio para se fazer no Algarve mas foi o que calhou. Curiosamente é um assunto que já tinha fotografado, em 2012, na perspectiva de quem vai numa viagem de comboio: estações de caminhos de ferro.

Tirei a maior parte das fotografias em película porque me comprometi a fotografar um rolo inteiro, durante a Páscoa. O objectivo era apenas obrigar-me a fotografar sem pensar demasiado 'será que vale a pena gastar uma fotografia com isto?', um pensamento que tenho regularmente quando fotografo em analógico e que me inibe de disparar mais. Depois levo meses e meses com os rolos nas máquinas e quando revelo, já nem sequer fazem sentido. Correu bem até, andei mais com a máquina a tira-colo e desliguei o complicómetro. Espero ainda esta semana ter o resultado nas mãos.

Os melhores momentos desta Páscoa

Viver no limite. Não faz mal, ele ressuscita.

29.3.16

2.4.15

jardins da gulbenkian

um domingo na gulbenkian um domingo na gulbenkian um domingo na gulbenkian um domingo na gulbenkian

Março 2015

Continuo com aquela emoçãozinha quando vou revelar o rolo.
Este serão a digitalizar, fez milagres pelo meu estado de espírito.

Um rolo por mês seria um bom desafio!


(O resultado do rolo fora do prazo, que usei para experimentar a máquina fotográfica que comprei no olx.)

17.3.15

manhãs de sexta-feira

manhãs de sexta-feira manhãs de sexta-feira manhãs de sexta-feira

Por vezes, à sexta-feira chego mais tarde à loja. Aproveito que tenho coisas para fazer pela cidade relacionadas com a doSEMENTE e dou uma volta maior.
Nesta manhã acabei por ir ter com a Francisca, ao Poço de Ideias.
Subi um pouco mais e estive um pouco de conversa com o Filipe na Retrosaria.
Dessa primeira conversa surgiu a motivação para fazer, finalmente a tela do modelo de negócios.
Da segunda conversa, fiquei com vontade de comprar mais uma máquina analógica point and shoot.

11.3.15

o homem e o trabalho


Devido a uma pesquisa que ando a fazer, encontrei esta colecção da RTP: O Homem e o Trabalho.
Ainda só vi o Fotógrafo Profissional e tem passagens geniais, já para não falar dos conselhos finais aos jovens fotógrafos. Mas só de ler os títulos dos outros episódios dá vontade de os ver todos, de uma ponta à outra (são só quinze também):

Vendedores ambulantes: alternativa de consumo, 1975
As bordadeiras da Madeira, 1978
Operários da noite: a Praça da Ribeira, 1995
Operários da noite: os cacilheiros, 1995
Operários da noite: cantoneiros de Lisboa, 1995
O tanoeiro, 1986
Profissão: portuário..., 1974
Construtor de instrumentos, 1986
O oleiro, 1986
O moleiro, 1986
Fotógrafo profissional, 1987
O campino, 1968
Lisboa: imagens de compra e venda, 1973
Às vezes custa, 1975
Maria do Céu Ferreira - a força da tenacidade, 1976

Já agora, as restantes colecções do arquivo da RTP estão aqui.

9.3.15

Londres vs. Lisboa

Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa Londres vs. Lisboa

Foi um challenge accepted entre Londres e Lisboa, por um acaso.
As fotografias da esquerda são de Londres, pelo Tadeu.
As fotografias de direita são minhas, cá por Lisboa.
Todas elas foram tiradas de quinta a domingo.
Umas em jeito de resposta a outras.

Ficam aqui as que mais gostei mas estão todas num álbum.

6.3.15

calor

bons sons 2014 bons sons 2014 bons sons 2014 bons sons 2014 bons sons 2014

Primeiro (pequeno) escaldão do ano. Hoje!
Ia tão distraída no metro que continuei pela linha azul.
Sem trocar para a verde.
Saí no Terreiro do Paço e fui a pé, a apanhar o sol de frente até ao Cais do Sodré.

Achei que este foi um excelente mote para publicar finalmente as fotografias do verão.
Duas semanas apenas. Uns dias em Lisboa. Outros na aldeia de Cem Soldos, em Tomar, no Bons Sons e na praia fluvial da Aldeia do Mato.
Mais um paragem por Lisboa, só para acertar os sonos.
E mais uns dias no Algarve.

Aqui ficam as do festival, tiradas com uma máquina descartável.

Mais Verão 2014.

4.3.15

cais do sodré a 75mm

cais do sodré cais do sodré cais do sodré cais do sodré cais do sodré cais do sodré

Aproveitei que fui imprimir uns cartões de visita doSEMENTE à Digiset, levei a diana f+ e terminei o rolo pelo Cais do Sodré.

Há qualquer coisa nesta máquina que faz a mais banal das composições parecer fantástica. As cores ajudam. As duplas exposições, as transparências e sobreposições, por não ter avançado o frame completo (foi mesmo sem querer), também. Há algo de lúdico e muito divertido nisto. É gostar daquilo que os olhos vêem e disparar de seguida, sem pensar muito no assunto. Diria até, que ajuda-me a libertar daquela pressão de só ter 36 fotografias e ter que tirar obrigatoriamente boas fotografias, bem pensadas, bem expostas, bem enquadradas, bem focadas... Para mim, não dá para fotografar sempre assim mas de vez em quando, parece-me muito bem.

Comprei uma Canon analógica muito básica e simples. Não é uma daquelas mais antigas. Mas até que fiquei com vontade de ter uma a-1, depois de ter estado à conversa sobre máquina mecânicas vs. máquinas electrónicas. Nesta consigo usar as objectivas que já tenho. E amanhã já lhe devo colocar um rolo.

Já agora, partilho aqui um link sobre dez máquinas analógicas Canon, que me fez numa destas noites, ficar acordada até às duas da manhã a pesquisar e a ler sobre algumas delas.

26.2.15

rolos

Há anos e anos que não mandava revelar rolos.
Ontem deixei dois na Fnac (onde se revelam rolos em Lisboa sem ser na Fnac?) e vou buscá-los daqui a pouco.
Um é da máquina descartável que comprei para as férias de verão.
O outro, metade não faço ideia e a outra metade foi do passeio a Peniche e do fim-de-semana.
Há muito tempo que não sentia esta curiosidade. É quase ridículo mas não dá para explicar.

Um link e uma vontade que me têm assaltado o pensamento: às quartas aulas abertas para revelação, no Técnico.