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17.10.10

berlin - dia 5

dia5-1
dia5-2
dia5-3
dia5-4

uma das entradas do jardim zoológico.
potsdamer platz e sony center.
fim do dia em mauerpark com a feira da ladra ao fundo e karaoke (!).
pelo bairro de prenzlauerberg.

berlin - mitte (dia 3 e 4)

folha-4
folhas-1
folhas-2
folhas-3

as ruas estão assim cheias de folhas no chão. é realmente outono.

está frio e a temperatura desce de dia para dia.
tem chovido o dia quase todo e quase ninguém usa chapéu de chuva.
andam ou pedalam calmamente, à chuva, enquanto bebem café em copos enormes e enrolam cigarros.

14.10.10

berlin - dia 2

dia2-1
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dia2-4

manhã: mercado bauernmarkt em wittenbergplatz
almoço: görlitzer park
tarde: kreuzberg
fim do dia: berlinische galerie e jüdisches museum

[depois logo mostro mais imagens. para já só estas, directamente da máquina sem qualquer tratamento.]

13.10.10

berlim

já estou em berlim. ainda sem uma única fotografia e com muito pouco visto.
apenas do aeroporto até casa, em kreuzberg, uma zona central de berlim. e de casa até ao lidl.
está um frio de rachar e para amanhã ainda se espera sol.

é impressionante a quantidade de árvores e espaços verdes que vi quando estava no comboio, no caminho até casa. aliás, mesmo aqui em frente há um parque, o gorlitzer park. e um silêncio que nem parece que estou numa grande cidade.

para amanhã espero ir conhecer aqui as redondezas.

19.6.09

madrid parte ii

madrid não é um cidade bonita. vimos madrid através do photoespaña, de um edifício para o outro, de uma galeria para a outra. corremos entre exposições. andámos muito de autocarro, de cara colada à janela, a absorver cada momento. fugimos do sol. tentámos descobrir o melhor café (ganhou a starbucks). a minha visão desta cidade pouco mudou e isso nota-se também através das fotografias, em comparação com as que tirei da outra vez que lá estive.

madrid
madrid
madrid
madrid
madrid
madrid
madrid

e as restantes fotografias (que chegaram aqui mais cedo do que previsto devido a uma febre repentina). destas, umas são minhas e outras do h. e todas em slideshow. agora falta-me apenas rezar para que o meu computador aguente a montagem dos pequenos filmes, que fui fazendo ao longo dos dias.

madrid parte i

madrid
madrid
madrid
madrid
madrid
madrid
madrid

algumas fotografias, apenas as de film.
as outras chegam mais tarde, que agora vou aproveitar a tarde e vou pôr a conversa em dia.

#tag madrid

9.6.09

phe09

vou para madrid. volto a portugal no sábado e a lisboa no domingo.
vou andar pela photoespaña09.
actualizações talvez apenas no twitter (que internet desprotegida há em todo o lado).
até para a semana!

9.3.09

alijó

alijó

ainda bem que descansei bastante!
fotografias ainda do carnaval. quando percorremos todo o concelho de alijó à velocidade média de quarenta quilómetros por hora.

alijó
alijó
alijó

5.3.09

münchen

munique
munique
munique

o h. foi para munique em trabalho (por isso fotografias só de noite).
tenho uma especial curiosidade em conhecer a alemanha mas ainda não foi desta.

regressa amanhã.

21.2.09

carnaval transmontano

15

nos próximos dias vamos estar entre podence, alijó e lazarim.
volto na quarta.

JANTAR_LAZARIM_2008 126

a primeira imagem :: caretos de podence.
a segunda imagem :: caretos de lazarim, por luís monte.

6.11.08

rota da terra quente

já a terminar os posts das férias, [finalmente! quase dois meses depois] falta somente relatar o último dia naquela região.

podence

então, assim que soubemos do tal temporal, reformulámos todo o percurso a fazer. arrumámos as tralhas do camping, decidimos ir passear com tudo atrás e ir dormir à (já nossa conhecida) pousada da juventude de vila nova de foz côa.
como não existe ainda uma rota definida da terra quente, agarrámos no mapa e elaborámos um percurso não muito pensado. fomos primeiro a podence e à casa do careto (aliás, esta foi a principal razão da viagem). seguimos para a albufeira do azibo, uma praia fluvial de paisagem protegida.

azibo

aqui apeteceu-nos estender a capulana, deitar e ficar a ouvir os (poucos) pássaros. em vez disso, atirámos pedrinhas. passámos por macedo de cavaleiros e só parámos para almoçar em mirandela. depois fomos devagar, subindo e descendo os montes, parando e admirando a paisagem até torre de moncorvo.

torre de moncorvo

depois do incidente

durante a distância temporal entre estas duas fotografias muito se passou.
quisemos ir conhecer a aldeia de cilhades (abandonada desde do séc. xix) e que após a construção da barragem do rio sabor (o mesmo que nos acompanhou quase todas as noites) irá ficar submersa (como aconteceu em vilarinho das furnas). fomos até felgar e a partir daí pedimos informações para ir até cilhades. seguimos, seguimos, seguimos, sempre a estranhar o caminho, entre oliveiras, numa descida vertiginosa. deixámos de achar qualquer piada ao caminho e quisemos voltar para trás. só que não conseguimos, ou melhor, o carro não conseguiu. patinava nas pedras e nem sequer arrancava. tirámos toda a bagagem, na esperança de ficar mais leve, conseguimos fazer inversão de marcha, mas subir era quase impossível. estávamos perdidos, desorientados, sem ter a mínima noção de onde nos encontrávamos e com o sol a baixar rapidamente. eu tremia por todos os lados. ligámos para os bombeiros de torre de moncorvo a pedir auxílio, como não conseguimos explicar onde estávamos de pouco adiantou [o nosso gps conseguiu avariar, sem arranjo, uns dias antes de sairmos de lisboa]. então, já desesperados e com a bagagem toda espalhada pelo chão, fizemo-nos à estrada a pé até felgar. agarrei num bloco de apontamentos e numa caneta e fui apontando TUDINHO para não nos perdermos (ainda mais) no regresso. pelo caminho, apanhámos boleia de um agricultor que nos deixou em felgar. esperámos pelos bombeiros e voltámos todos para onde tínhamos deixado o carro. conseguiram puxá-lo. eu ainda tremia (nunca me lembro de ter tremido tanto). sem querermos ver mais nada, fomos para a pousada descansar. o carro ficou a cheirar a pneu e a embraiagem durante dias.

e no dia seguinte, mal abri as janelas foi esta a imagem que tive do temporal (que teve direito a alerta na televisão e tudo).

bom tempo

mais fotografias :: rota da terra quente + férias set'08 [set agora já completo]

30.10.08

rota da terra fria

[hoje, num momento de calmaria, decidi terminar os posts das férias. desta vez sobre a rota da terra fria.]

saímos do parque de campismo cedo (não tão cedo quanto desejável) e andámos, andámos, andámos. o primeiro destino foi moimenta e por fim, miranda do douro.


porta vermelha

desta rota (mais propriamente das pequenas aldeias), guardo na memória as senhoras quase sempre vestidas de preto, a caminharem com sacos à cabeça enquanto faziam meias, com as cinco agulhas, mais gastas que gastas. meias quase sempre brancas e azuis. com os novelos nos bolsos e lá iam elas. metemos conversa com uma mas não consegui fotografar (intimidei-me).


ahh está a fazer meia!?
sim menina, que isto no inverno é mesmo muito frio. meias para os filhos, para os netos e bisnetos. para aquecerem os pés.
[foi mais ou menos isto que ela me respondeu]

:D

este foi, sem dúvida, o dia dos souvenirs. desde do vinho (da cooperativa vinícola de sendim, do douro vinhateiro) ao azeite.
ao passar por sendim, fomos conhecer o atelier da artesã de pardo (ou burel) e surrobeco. explicou-nos as diferenças (que já não me recordo ao certo), que o pardo é muito quente (até pica), que actualmente se utilizam muito mais os (horríveis) sintéticos, etc etc. de lá trouxemos um surrão, um saco feito a partir de sacas para guardar cereais, muito grosso (parecido com este) e com aplicações de surrobeco (que à primeira vista, parece feltro). é/ era usado para transportar o almoço durante o inverno (porque conserva o calor) e que, cá em casa, guarda o meu actual trabalho em tricot. e um alforge, que era usado pelo homens [imagem aervilhacorderosa] ou pelos burros para transportar os utensílios do dia-a-dia. é sem dúvida um adereço masculino, no entanto, as mulheres também os usavam, nos burros, para ir até à cidade, transportando os filhos bebés em cada um dos compartimentos (explicado por uma senhora em bragança).

miranda do douro

este dia terminou com a notícia que no dia seguinte ao fim da tarde chegaria um temporal àquela zona, então começámos a arranjar alternativas (porque já temos experiência que chegue de acampar com chuva e ciclones).

mais fotografias :: rota da terra fria + férias set'08

[post não revisto. que vou ali encher-me de drogas e deitar-me]

9.10.08

exposições

depois do percurso, voltámos à cidade de bragança para ver algumas exposições.
primeiro fomos até ao museu ibérico da máscara e do traje.

vestido de chita
os de podenceos de espanha

comprámos o catálogo da exposição (por ter sido o único registo que vimos à venda sobre as máscaras ibéricas) apesar da qualidade deixar muito a desejar. as fotografias têm uma péssima resolução e falta uma introdução óbvia ao contexto histórico-social desta tradição. depois descobri que é possível fazer o download do catálogo (com a qualidade de imagem ainda pior).

seguimos para o museu de arte contemporânea graça morais (inaugurado recentemente).
percorremos quase todo o edifício (o solar de sá vargas recuperado e a nova ampliação, da autoria do arquitecto souto moura). vimos as cores não dizem nada de gerardo burmester e pintura e desenho 1982 - 2005 de graça morais.

nós australopithecus
graça moraisgraça morais

desenho do h :: making of
mais fotografias :: exposições + férias set'08