Mostrar mensagens com a etiqueta filmes e cinema. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta filmes e cinema. Mostrar todas as mensagens

3.1.18

dia um de janeiro de dois mil e dezoito



Durante alguns anos, tive por hábito, no primeiro dia do ano ir ver o mar, voltar para casa e ver um filme. Este ano não fui ver o mar, aliás, nem saí de casa. Mas vi um filme, aliás, revi o filme Taxi Driver.

Na parte em que o Travis escreve no diário, ao mesmo tempo que relata, que foi uma boa opção ter pedido uma tarte de maçã no primeiro date com a Betsy, lembrei-me que tenho um tumblr que tem tido pouca actualização: a gente não quer só comida.

Na segunda, tive a preguiça característica de quem passou o dia no sofá e não registei essa parte do filme. Mas hoje adicionei duas cenas de outros filmes, uma do Donnie Brasco e outra do Le petit amour (que não vi até ao fim).

21.2.17

movies no mubi



Durante um mês estou a usar o mubi gratuitamente. Para quem não conhece, é uma plataforma onde todos os dias entra um filme e sai outro. Cada novo filme fica activo durante um mês, pode ser visto e revisto as vezes que quisermos, no computador, no telemóvel ou no tablet. Por causa disso, tenho visto muitos filmes ultimamente, o que se nota pelo tumblr que voltou a ter conteúdo novo.

Por estes dias, o mubi está com uma sessão especial do realizador ucraniano, que não conhecia, Sergei Loznitsa. O documentário que vi ontem passa-se numa aldeia rural na Rússia onde se vê de perto o dia-a-dia dos seus habitantes, todos eles com distúrbios mentais, The Settlement. Está no youtube também, tal como uma série de outros documentários e filmes do mesmo realizador.

O screenshot que inicia este post, é do filme Ok, Good. Confesso que o escolhi pelo cartaz. Achei um pouco entediante e ao mesmo tempo perturbador. Retrata também distúrbios mentais, obsessões e terapias de grupo igualmente perturbadoras.

O último screenshot (do fim do post) é uma bonita curta do pianista espanhol Carles Santos, Visca el piano!, que toca ao mesmo tempo que desliza uma bola sobre as teclas do piano. (Não consegui encontrar este vídeo online mas há muita coisa dele no youtube).

Possivelmente, irei além do período experimental no mubi. Começo a habituar-me a jantar enquanto vejo um filme ou, quando estou mais cansada, a ver uma curta antes de me deitar (é que nem sempre tenho vontade de ler umas páginas ao final do dia).



31.8.16

discreet music


O lado A em loop durante a manhã.
A fotografia de cima está no mubi, acompanhada de, pelo menos, dois filmes.

Receita para o fim da tarde:
pegar num gato, carregar no play, fazer cafunés e passar a meia hora seguinte, de forma discreta, embalada também pelo ronrom.

8.4.16

simon & garfunkel é poesia






Estou a ficar viciada em tirar screenshots dos filmes que vejo em casa. Em parte a culpa é do tumblr que reanimei: a gente não quer só comida (sim, é a música da Marisa Monte, comida).

Ontem à noite, enquanto rebolava de febre e dor de cabeça, vi o Almost famous finalmente. Logo depois do filme estrear, ouvi a banda sonora e nem sei bem porquê nunca tinha visto o filme. São poucos os filmes em que aconteceu isso, conheço bem a banda sonora mas nunca vi o filme. Assim de repente, outro que está na mesma situação é o Les Triplettes de Belleville.

-

É incrível a facilidade de actualizar o tumblr no telemóvel, em oposição à dificuldade de actualizar o blogger/ blogspot. Chego a ter que ligar o portátil APENAS para fazer um post no blogger. Incrível. Diria que o blogger anda meio desligado da realidade e completamente desactualizado, não? Alternativas, para além do tumblr, wordpress?

3.4.16

o momento que fica



Fargo

lost in translation



Quanto mais sabes quem és, e o que queres, menos deixas que as coisas te transtornem.

Não sei quem devo ser. 
Tentei ser escritora mas detesto o que escrevo.
Tentei tirar fotografias mas eram medíocres. 
Todas as raparigas passam pela fase da fotografia.
Sabes, como os cavalos?
Sabes, tiramos fotografias parvas aos pés...

Hás-de descortinar isso.
Não estou preocupado contigo.
Continua a escrever.

Mas eu sou tão mazinha.

Não faz mal ser-se mauzinho. 

29.2.16

domingo



Sufjan Stevens
e
Annie Hall

a balada de um batráquio é sobre isto

uma montra na almirante reis

BALADA DE UM BATRÁQUIO clip#01 from Uma Pedra no Sapato on Vimeo.




"...uso de sapos de cerâmica, por lojistas e proprietários de cafés e restaurantes, para evitarem a entrada nos seus estabelecimentos de membros da comunidade cigana, que têm várias superstições ligadas ao animal." (rtp)

... não podia estar simplesmente a apresentar uma problemática mas também tinha de tentar inserir um pouco daquilo que pode vir a ser a resposta em relação a este comportamento xenófobo. (...) Essa ideia de querer fazer alguma coisa, em vez de estar apenas a ilustrar, era tão forte, era uma urgência. Neste filme decidi: não vamos ficar com frustrações, vamos intervir, vamos partir a loiça toda! (Leonor Teles)

20.2.16

nostalghia



Está um ciclo de cinema russo no Nimas.
Começou pelo Andrei Tarkovsky.
E eu comecei pelo Nostalgia. Depois de uma tentativa falhada de ver o Andrei Rublev há já uns meses, que foi prontamente substituído pelo Persona.

A ler sobre este ciclo:
No cinema de Tarkovsky a camisa do actor é feita do mesmo material que a cara dele
Vêm aí os russos
Vê aí os russos e carregados de filmes


10.2.16

09/02

na costa do castelo a caminho do café da garagem à espera de 'um verão de amor'























Terça-feira de carnaval.
Meio dia de trabalho. Meio dia de lazer.
Subida pela Costa do Castelo, para atravessar a Avenida da Liberdade e ir beber café no 39 degraus. Esperar e terminar num verão de amor. Que é como quem diz, Sommarlek do Ingmar Bergman (mais).

11.3.15

o homem e o trabalho


Devido a uma pesquisa que ando a fazer, encontrei esta colecção da RTP: O Homem e o Trabalho.
Ainda só vi o Fotógrafo Profissional e tem passagens geniais, já para não falar dos conselhos finais aos jovens fotógrafos. Mas só de ler os títulos dos outros episódios dá vontade de os ver todos, de uma ponta à outra (são só quinze também):

Vendedores ambulantes: alternativa de consumo, 1975
As bordadeiras da Madeira, 1978
Operários da noite: a Praça da Ribeira, 1995
Operários da noite: os cacilheiros, 1995
Operários da noite: cantoneiros de Lisboa, 1995
O tanoeiro, 1986
Profissão: portuário..., 1974
Construtor de instrumentos, 1986
O oleiro, 1986
O moleiro, 1986
Fotógrafo profissional, 1987
O campino, 1968
Lisboa: imagens de compra e venda, 1973
Às vezes custa, 1975
Maria do Céu Ferreira - a força da tenacidade, 1976

Já agora, as restantes colecções do arquivo da RTP estão aqui.

19.1.15

Hoje eu quero voltar sozinho | Eu não quero voltar sozinho

hoje eu quero voltar sozinho

Uma bonita história de amizade e amor em forma de eclipse.
Vi ontem o filme e só depois descobri que há uma curta-metragem também.
Aliás a curta é que deu origem ao filme.
Aqui fica para ver depois:

Curta - Eu Não Quero Voltar Sozinho.

13.10.14

popcorn time

popcorn time popcorn time popcorn time

Depois de uma sessão de fotografias, para uma nova marca de tshirts, e de um passeio pela Ericeira, seguiu-se uma sessão de cinema. Nebraska.

12102014

NEBRASKA