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8.10.18

domingo cultural

marcelo brodsky no museu colecção berardo

Marcelo Brodsky

A tentar voltar aos domingos culturais.
Hoje no Museu Colecção Berardo.
A de cima, Marcelo Brodsky. A de baixo, Pieter Hugo.

3.10.18

no domingo foi o dia internacional do podcast

música e podcasts, caderno de apontamentos (uma espécie de diário) e um dos livros que estou a ler de momento

E por isso decidi partilhar os podcasts que sigo com mais atenção neste momento, em português. Oiço muitos podcasts, enquanto me despacho de manhã, ao almoço (tenho a sorte de conseguir ir almoçar a casa, se quiser), a cozinhar e a arrumar a casa. Não ligo a televisão e apenas pontualmente o youtube. Sempre fui uma rapariga mais de som e ainda hoje oiço rádio (actualmente apenas os programas de rádio que têm podcast). Alguns já sigo há muitos anos. Outros são mais recentes. Outros que deixam de fazer sentido e depois voltam a fazer.

Então os meus podcasts preferidos em português neste momento são:
  • Musas: entrevistas a mulheres.
  • Assim Assado: entrevistas e histórias sobre comida e gastronomia.
  • Meninas da firma: quatro mulheres empreendedoras brasileiras, que discutem temas do mundo dos negócios, desenvolvimento pessoal, organização, gestão do tempo e todos esses assuntos que me deparo todo-o-santo-dia (e nem sempre é fácil superar sozinha).
  • Officina: vai desde o minimalismo, estilo de vida saudável, alimentação consciente, desenvolvimento pessoal, meio ambiente. Aborda vários tempos, de uma perspectiva mais leve.
  • Fumaça: política, assuntos sociais, causas e temas do momento, como imigração, defesa dos direitos humanos, eleições, gentrificação, transportes.
  • Falar Criativo: dos que oiço há mais tempo, sempre com o mesmo entusiasmo. São entrevistas a pessoas que trabalham de forma mais ou menos directa com a criatividade (tudo pode ter criatividade, certo?).
Por vezes sinto que também gostaria de ter um podcast.
Digam-me o que andam a ouvir, partilhem links e opiniões.
Também já vos passou pela cabeça ter um podcast? Partilhar coisas com palavras-faladas em vez de palavras-escritas?

3.1.18

do natal

02/Jan | Este natal recebi estas prendas, que vão ficar na loja doSEMENTE


Enquanto o blog doSEMENTE* não nasce, escrevo por aqui.

Neste último natal, apenas estive numa feira na Retrosaria** e numa sessão de provas do novo sabor de granola, na Saloia. Conseguir responder às encomendas para os pontos de venda, às encomendas para ofertas e lembranças, às encomendas especiais que surgem nesta altura e às parcerias (ainda tenho que falar sobre isto), fica muito complicado ainda conseguir estar em feiras. Este ano, até ir para a Retrosaria, tratei de tudo e assim pude ir mais descansada.
Foi mesmo daí que vieram a maior parte das prendas que recebi este ano e que, desde ontem, estão cá na loja.


02/Jan | Este natal recebi estas prendas, que vão ficar na loja doSEMENTE
A lindíssima colher e pires em madeira do Ricardo da Rival (não me canso de dizer, são lindas e muito perfeitas).


02/Jan | Este natal recebi estas prendas, que vão ficar na loja doSEMENTE
O calendário Hematoma do Hugo e da Carla, que se dobra e fica preso com o lápis, uma ideia simples e bem eficaz.


02/Jan | Este natal recebi estas prendas, que vão ficar na loja doSEMENTE
Os postais do projecto, que não me canso de divulgar, Fruta Feia.


02/Jan | Este natal recebi estas prendas, que vão ficar na loja doSEMENTE
E o prato com as imperfeições mais perfeitas, que saiu das mãos da Margarida da Círculo Ceramics.



* Na realidade, existe um blog doSEMENTE mas é terrível, a edição é péssima, não consigo fazê-lo aparecer no feedly e noutros agregadores, o backoffice é pior do que mau, o facebook parece que 'bloqueia' os links dos posts, conseguindo geralmente alcances na ordem das cinco pessoas (!). Assim sendo, nem vale a pena escrever por lá.

** Durante a feira na Retrosaria, fiz um sorteio. Todos aqueles que nos visitaram e que deixaram o contacto habilitavam-se a ganhar uma granola de laranja e alfarroba. Já há vencedor e será contactado ainda esta semana. :)

2.11.17

a natureza morta com comida de Clara Peeters


Passei os primeiros dias da semana a receber catálogos, preços e amostras (porque o dia-a-dia da doSEMENTE não é só fazer granola). Na terça fiquei até mais tarde, a preencher uma tabela simples e prática, para que pudesse passar o feriado mais tranquila e sem pesos na consciência.
Nos meus planos para hoje estava a complicada tarefa de não sair de casa e não trabalhar.
Depois de ter passado o dia a ver vídeos atrás de vídeos no youtube, assim que agarrei no computador, dei de caras com estas pinturas de comida.
A partir de uma exposição que está Gulbenkian e que nada tem a ver, fui dar à Josefa de Óbidos e logo de seguida à Clara Peeters. Link em link fui descobrindo bonitas pinturas de naturezas mortas com comida e em cenários cheios de pormenores, um autêntico food styling do séc. xvii.
Mesmo em lazer, o universo da alimentação está por cá.

Há um ano, o Museu do Prado dedicou-lhe uma exposição, El Arte de Clara Peeters e agora fico muito curiosa para ver o catálogo.


2.3.15

'foda-se'

"Foda-se" de António Caramelo na Zaratan "Foda-se" de António Caramelo na Zaratan "Foda-se" de António Caramelo na Zaratan

Do António Caramelo (que tem uns álbuns de fotografia onde apetece parar e ficar durante horas a fio).

Até esta quinta-feira, 5 de Março na Zaratan.

... as imagens e as não-imagens habitam o tempo suspenso do seu movimento por entre os suportes físicos que as acolhem. Pode-se definir esse tempo como um intervalo, uma suspensão do movimento do tempo a desenrolar-se no seu fluxo contínuo, sem que, contudo, o olhar o alcance ou consiga captar. As imagens pertencem ao seu próprio lugar e esse lugar está sempre em hesitação constante entre a existência e o seu aniquilamento...

E ainda quero ir [não me posso esquecer, não me posso esquecer!] ao encerramento da exposição que coincide com o fim do primeiro ciclo de doze artistas. Nesse evento será apresentada uma performance sonora erudita que se inscreve dentro da linha de colecção de objectos de luxo de desobediência civil para a burguesia. Makearevolution.



2.2.14

as paredes das ruas

Mais Menos Mais Menos

Entre reuniões e esclarecimentos de dúvidas na câmara de Lisboa e a visita a vários espaços e lojas.

O fantástico trabalho do Miguel Januário, conhecido por Mais Menos (página).