27.4.07

reserva

alguém me tira uma fotocópia?
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estou indo de fim de semana... prolongado? em princípio não!
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quando faço as minhas regulares pesquisas culturais e não encontro nada de jeito na minha região... uma das muitas razões para ficar cá.
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não gosto de empacotar, desempacotar e voltar a empacotar e desempacotar.
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ainda não comprei mas vou comprá-lo hoje
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reserva-se bom tempo e sol para o sul, plizze...

26.4.07

vou comprar um livro

sair até tarde. acordar ainda mais tarde. sem almoço. sem ninguém que o faça. e passou o vinte cinco de abril. nem o senti. uns dedos de conversa com o trabalho à frente. sem jantar. sem ninguém que o faça. com vontade de uns momentos de prosa mas cansada. e muita mais fruta.
(vou comprar um livro)

24.4.07

caldeirada de tofu



já a um passo de ir dormir, lembrei-me da receita do outro dia. nem sei se me lembro de tudo mas queria escreve-la. ficou óptima.
refoguei uma cebola às rodelas, acrescentei uma cenoura aos cubos, um quarto de pimento amarelo, verde e vermelho aos cubos e meia curgete às rodelas. depois, quando tudo já estava meio cozinhado, acrescentei o tofu. temperei com uma colher de sopa de molho de soja, pimenta moída na hora e algo mais que já não me lembro (não sei se terá sido gengibre...). pus meio copo de água e assim ficou até apurar e ficar delicioso. os tempos foram todos de olho. para acompanhar, um arroz de brócolos e tudo com um bom bio-molho de coentros.
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esta tarde, fui ler para perto da madre tierra sobre brasília. acabei por me entusiasmar e deixei o tempo passar. mantive-me até o sol deixar. o mobiliário não é dos mais confortáveis mas de próxima deito-me, pode ser que passe a dor de cabeça.

23.4.07

monsanto



moro tão próximo e vou tão poucas vezes. devia ser rotina.
andei. andei.
vejo finalmente alice.

21.4.07

em túnel



a trabalhar até à tal inauguração.

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de manhã: long walks in the wonderful spring weather (um dos blogues que vejo todos os dias)
e com o diário na mão: é como um pequeno laboratório de amostras do nosso olhar sobre o mundo e nós mesmos (antonia santolaya)

book cell



matej krén | 1958 | trenèín, eslováquia | book cell | instalação no hall do centro de arte moderna | até 29 abril 2007

hoje, muita chuva

chuva demais para o meu gosto.
mau tempo e nenhuma vontade.
quis ir à baixa e fiquei em casa.
não vejo televisão há mais de um mês, só a ligo, quando me lembro, no domingo à noite.
agora até me incomoda. tenho lido mais e mantenho-me informada pelo que leio.

19.4.07

tagarelice

fui visitar o túnel.
fui para a faculdade de autocarro (há quanto tempo!).
no fonte nova devo ter levado mais de uma hora de conversa.
vim a pé para casa. a meio do caminho fui conhecer as residências medicalizadas.
fotografei.
lembrei-me de passar na econauta. levei mais meia hora de conversa e perdidas no site da lafuma. prometi voltar para ver se já chegou.
continuei.
vi andré banha, vasco barata e álvaro negro. fiquei de conversa com a senhora da galeria.
cheguei. descansei.
ligaram-me da tvcabo, um daqueles telefonemas esporádicos (?) a tentar impingir mais não sei quantos canais. desta vez uma promoção dos lusomundo. fiquei de conversa mais de meia hora com o rapaz que me ligou. falámos (ele falou) da faculdade. disse-me o que estudava e onde, quanto pagava de propinas, o horário dele em part-time, dos gostos. estive a maior parte do tempo a dizer ahh, sim ou pois, pois ou ahhh claro! ou hm hm. disse-me que já morou em lisboa e que agora está no porto. que se sente inseguro em lisboa. que o porto é melhor. que o instituto onde estuda não tem marcadores (para o quadro) a partir de janeiro. e que ninguém escreve a vermelho, emitindo uma valente gargalhada. e disse que lê a visão e que leu uma entrevista com um psicólogo que dizia que antes dos exames, frequências, entregas de trabalho deve-se sempre ver um bom filme e só depois ir dormir.
(gostei da ideia. mas não me vou pôr a ver bons filmes por volta das sete da manhã em vez de ir imprimir os painéis.)
andaremos todos com falta de falar? estaremos a esquecer de falar com os outros? falta de comunicação?
ou será que fui eu? estarei a precisar de uma boa tarde de tagarelice?
ou o mal é geral?

algo entre o belo e o sublime



estive mesmo nas fundações da gulbenkian.

...

o dia completamente cheio, o que me esgota.
tenho literatura em espera. só que ando preenchida com projectos e projectos. de tal forma que ontem quando parei não os tirava da cabeça.
vou desligar disto e ler atentamente o programa do indie (depois sugiro, rita! :)
e vou também começar a drenar a paniculopatia edemofibroesclerótica (help me cris).

17.4.07

entre|tenho-me

passei uma parte da manhã a dormir. outra a pensar no balu.
passei uma parte da tarde na gulbenkian. vi o cartier, andei nas fundações e vi desenhos. e outra parte entretida com revistas e livros.
fiquei aterrorizada com o massacre.
fiquei aterrorizada com o choro instantâneo de uma velhota no autocarro, quando se apercebeu que tinha sido assaltada.
comprei a arq|a, quis trazer também a egoísta e ainda um livro de arquitectura contemporânea.
fiquei a conhecer a magazine artes que me fez recordar a city.
um dia destes vou até à fonoteca.
a minha rua tem novos manifestos ideológicos ou novas expressões doutrinárias ou novas sentenças imperativas da razão ou novas frases revolucionárias ou simplesmente novos graffitis.
e agora entretenho-me.

16.4.07

cine

e dos filmes, gostava de ir ver o dot.com, o caimão, o climas, a nuvem, o último beijo (?), inland empire, la joven do buñuel.
alguém que me dê
o meu último suspiro?
e perdi, o último rei da escócia, the departed, pecados íntimos, o bom alemão e o pastor, fur entre muitos outros. alguns ainda estão nas salas mas já não me apetece vê-los, passaram o prazo.
e é já na quinta o começo do indie.
desses quais os que quero ver (e que o mais certo é também não os ver)?
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alguém quer companhia para ir ao cinema?
alguém quer companhia para ir ao cinema?
alguém quer companhia para ir ao cinema?
alguém quer companhia para ir ao cinema?

... alguém me acompanha?
a ver:
o dia em que troquei fazer tudo por não fazer nada, do francisco queirós na lisboa20 arte contemporânea
next to nothing, do daniel blaufuks no ccb
humor e ilustração, de muitos no camjap
e dar uma olhada na galeria carlos carvalho, que é aqui nas redondezas e que nem conhecia, onde estão os reflexos híbridos

no observatório

foi isto que ouvimos e vimos no observatório das aves:
(o helder tem melhores fotografias, fico à espera para vê-las...)






the song of birds on Vimeo

silêncio



vou dormir ou ver o segundo retrato (em podcast televisivo via internet).
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fotografia: tirada no parque natural da ria formosa, placa à entrada do observatório de pássaros.

15.4.07

recortes da vida

das últimas vezes que fui a aveiro não resisti ao maravilhoso pão de maçã da sonatura (onde compro o tofu e o seitan caseiros). sem pão em casa para o lanche, pus-me a inventar. já sabia que isto de fazer pão tem muita ciência. acabei por colocar a maçã antes do tempo, ficou que nem geleia/ compota à volta de todo o pão. o sabor é óptimo, juntei também passas, agora o aspecto, deixa muito a desejar. tentarei fazê-lo outra vez mas de outra forma. mas o pão está comestível, tanto que acabou por ser o meu jantar.
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ultimamente sempre que chega o domingo à noite fico com a sensação que durou pouco e foi mal aproveitado o fim-de-semana. estou a ficar com o síndroma-da-segunda-feira ainda mais por que a terça é dia de folga. e o síndroma-de-sexta-feira já o tenho há muito. ainda nem o primeiro passou e já desejo o segundo.
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ontem fiquei acordada até tarde a fazer uma coisa que me descontraí bastante. compro algumas revistas. compro muito jornal ao longo da semana. vou acumulando com o tal lema pode ser que precise. tenho uma pilha de publicações que não vão para o lixo. tenho outra das que vão directamente para o lixo (reciclagem). e tenho ainda outra pilha das que têm um ou outro bom artigo, uma ou outra imagem proveitosa. volta e meia, agarro-me a esta pilha e levo horas a seleccionar o que vai para o armário. este hábito já é bem antigo. em silves, tenho dossiers e dossiers de recortes. aqui vou passar a ter mais alguns. um para lisboa e arredores, outro para artigos urbanóides e arquitecturices e outro para outros.

13.4.07

em fuga...



... com os dois pés bem assentes em lisboa
(talvez o pior caminho, quando só estão dois seres no carro)

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fotografia: ilha de faro aquando da visita pelo parque natural da ria formosa

12.4.07

picnic vegetariano



durante as mini férias algarvias, reservámos a sexta-feira (santa?) para uma visita ao parque natural da ria formosa. acordámos cedo, fizemos um refogado com muita cebola e uns bifes de seitan. tupperwaramos tudo. o seitan e a cebola. o agrião. o tomate às meias luas. o queijo. e o pão. o termo com chá de limão e ginseng, para dar energia para o dia, e lá fomos nós com o picnic vegetariano atrás.

1€ = 2 peças



feira próximo de aveiro e mais perto ainda de esgueira. não me lembro do nome da localidade nem do da santinha que estava a abençoar as vendas. mas não conseguiu abençoar o tempo e caíram mesmo umas valentes pingas. do euro veio uma caneca branca e vermelha e uma saladeira azul. ambas com defeito, lascadas (por baixo) ou com outra qualquer anomalia, tal que nem reparei. foram feitas numa fábrica cá nas redondezas, são meide ine portugal e bonitas.

10.4.07

de volta

depois de muito passear, fotografar, comer ovos de chocolate, estar com a família (sempre longe do computador), voltamos. estas férias serviram para reflexão conjunta e para um merecido descanso.
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para já em aveiro até ao terminar destes dias.

4.4.07

...

de férias da páscoa, apesar de não comemorada. sem sequer de amêndoas gosto. mas sabe tão bem estes dias religiosos com sabor a férias.

3.4.07

por cá



muito trabalho.
um entre autocad, illustrator e photoshop.
e o outro entre excel, visio e iar embedded workbench ide (?).

(logo, sem tempo para grandes palavras)

2.4.07

azulejos de lisboa



um desigual na tentativa de igualdade.

amanhã veremos, talvez, os cá da rua ou os concelhios.

depois, iremos ver, alguns distritais.

na quarta, nenhum ou só através do vidro.

e a partir de quinta vamos ver os do sul.