31.3.07

nas paredes cá da rua



será?
-
um fim-de-semana com muito trabalho para fazer, com vontade de passear e de caminhar e de ir ao cinema.

[de volta ao trabalho]

30.3.07

hoje e amanhã

que dia. que aula experimental de yoga. que pena não puder mudar. que fim-de-semana que aí vem. e que cansada e esgotada estou
e
já é tão tarde.

e que exposição vamos ver amanha?
[ccb, gulbenkian, museu do chiado ou aceitar algumas das sugestões do lecool?]

28.3.07

quando não tinha nada para fazer...



... comprei chinelos bordados à mão. comprei no outro dia e chegaram hoje. e são lindos.
[o fígaro a roçar-se nos chinelos, mal consegui tirar uma fotografia]
-
Acho que estou precisando (também estou respirando e sonhando) de um personal mind coach (oh que coisa fina), seja lá o que isso for.

[a contar os dias até à próxima quarta...]

sopa de cenoura e limão



estava a ver uma revista de culinária quando me deparo com esta sopa. decidi, mesmo antes de ver a receita, que a ia fazer. para meu grande espanto a receita dizia para se fazer toda a sopa no microondas. adaptei-a a panelas de aço inoxidável em fogão normal.
Ingredientes:
azeite
casca de meio limão
1 cebola
2 dentes de alho
4 cenouras
1 batata
2 tomates maduros
1 litro de água
sal
salsa
Procedimento:
- refogar a cebola, os alhos e a casca de limão cortada às tirinhas, no azeite.
- acrescentar o tomate cortado aos cubos, mexer, as cenouras, a batata, o sal e a água.
- depois de cozido, juntar a salsa e triturar tudo.
sugestão1: torrar pão, cortar aos bocados e colocar no fundo do prato.
sugestão2: refogar a casca só de um quarto de limão, para um sabor menos intenso. mas assim gostei muito.

27.3.07

a caminho



num dia destes, fomos passear (em trabalho) até tróia. fomos de setúbal até à comporta por alcácer do sal e no regresso, apanhámos o ferry boat. andei pela primeira vez num ferry boat, quando quisemos atravessar o guadiana para irmos a terra estrangeira. deste pequeno passeio ficou a vontade de conhecer melhor a costa alentejana, nunca fui a melides, sines, vila nova de milfontes e por aí abaixo. já tomei banho nas águas da praia de almograve mas não conheço a costa alentejana. nem o interior alentejano. do interior passámos por beja, estivemos em évora, de outros tempos e com outros olhos vi outras terras que, agora apetece-me revê-las.
-
a fotografia foi tirada a caminho do ferry boat, gostei das cores, da horizontalidade e do paralelismo, do céu que ao chegarmos a setúbal se embrulhou de vez.

preciso me encontrar

a não repetir: pão de curgette com gengibre. não gosto do sabor. torrado e disfarçado na sopa até nem é pior. mas para o lanche não. o que lhe faço?
-
outro hábito: enquanto trabalho oiço sempre mpb. aliás, oiço-a várias vezes ao dia. aliás, na pasta música mais de sessenta por cento é mpb e bossa.

(a inconfundível marisa monte)

bolinhos de mel



para a ceia. fi-los no domingo e já estão no fim.
-
descobri-me um hábito, oiço sempre o mesmo cd (zeca afonso) quando passo a ferro.
e não sei porquê.

26.3.07

quem não tem nada para fazer

quem não tem nada para fazer, dobra sacos, faz pão, cozinha sopa de limão e cenoura, ouve música, faz um assado de tofu, lê as notícias, faz bolinhos...

e eu, que tenho muito que fazer, faço tudo isto [também].

24.3.07

guisado nas pontes

Só legumes chegam-se perfeitamente. Eu não como carne. Há anos que não como. Não é por nenhuma razão em especial, simplesmente sinto-me melhor assim.
(...)
Voltou, com a melancia debaixo do braço e quatro batatas nas mãos.
(...)
Vou fazer um guisado, por isso corta-os aos cubos.
(...)
A cortar as cenouras e os nabos, o aipo e as cebolas.
(...)
Azeite vegetal, uma chávena e meia de vegetais. Cozinhar até alourar... Juntar farinha e mexer bem. Juntar um quarto de litro de água. Juntar os vegetais que restam e os temperos. Cozinhar em lume brando durante cerca de quarenta minutos.

as pontes de madison county de robert james waller, adaptado a filme por clint eastwood.

do que há para dizer

com algumas coisas para escrever mas sem vontade.
da feira alternativa. das ideias. das fotografias da anterior e do sado e arredores.
e cansada do dia.

22.3.07

.

hoje só apetece dormir e ler.
hoje não apetece escrever nem comer.

[alguém para lavar a loiça?]

21.3.07

ostara



É tempo de plantar sementes - objectivos e esperar pelo crescimento - concretização.
É tempo de ficarmos mais activos, menos dorminhocos, de deixar as comidas pesadas (que já não apetecem com o calor) e de passear muito ao ar livre.
É tempo de comer leguminosas, pão, bolos, ovos, mel, sementes, lacticínios, saladas e os novos frutos da época.
É tempo de brincar, pintar e esconder ovos ou bolas douradas, vermelhas, amarelas e depois achá-las e juntá-las à terra verde.
É tempo de florir, de flores secas e de flores comestíveis, símbolo de sorte, saúde e felicidade.
É tempo de união e renovação.

Feliz primavera, feliz equinócio, feliz ostara!

20.3.07

há dias

Há dias ensonados. Enublados como sonhos. Há dias reais. Dias irreais... e dias surreais... (in Um livro para todos os dias do planeta tangerina)

E há dias com tanto sono e dias que só apetece ler. Dias que como duas e três sopas. E dias que volto e durmo.
Há dias incógnitos...

montagem



bolsinha



Depois de um fim de semana que soube a pouco (não deu para fazer tudo o que queríamos nem para rever os amigos), o recomeço da semana começa da mesma forma. Com muita preguiça. Passeámos pela serra de silves e vimos grandes obras de contenção de águas e não fomos ao cinema e terminámos a bolsinha. Tem algumas falhas mas ficou com as medidas desejadas (quinze por vinte) e tal e qual como a imaginei. Ainda sobram tecidos/ restos cá por casa, o que fazer a seguir? Tenho as minhas agulhas de tricot espalhadas por sacos e saquinhos, a seguir poderei pensar num estojo como estes: 1, 2, 3, 4 que se possa enrolar e levar para qualquer lado.

16.3.07

sul



Vamos para um fim de semana sul-larengo.

ainda sobre a reutilização

Depois dos retalhos de ontem, lembrei-me de um livro de faça você mesmo que tenho. Sugere fazer, com blusas, calças de gangas e toalhas, tapetes entrançados ou tricotados. Interessante a ideia e interessante hoje o post.
-
E amanhã, de viagem.

15.3.07

retalhos



Não me desfaço facilmente daquilo que é meu. Tenho guardado pilhas e pilhas de revistas, artigos e muitas outras coisas, por que nunca se sabe, posso vir a precisar. O mesmo acontece com a roupa. Vou guardando, algumas vão passando para panos do pó outras ficam esquecidas no cesto. Preciso de uma bolsinha. Nada melhor do que passar para a prática a famosa política dos três-erres. Não percebo de costura nem sequer tenho uma máquina. Li sobre retalhos e agora aventuro-me. Os primeiros pontos saíram a muito custo, para desenferrujar. Já me disseram que se não for à máquina não fica nada de jeito. Até lá vou me entretendo e picando a ponta dos dedos, de vez em quando.

Nota: comprar uma boa tesoura que funcione bem na mão esquerda.

13.3.07



Porque me sinto feliz.

12.3.07

bolo de maçã e canela



Este é da minha total autoria. Primeiro pesquisei como não encontrei nenhuma que me agradasse, inventei sempre com receio que não saísse nada de jeito. Cá em casa foi provado e aprovado pelos três (eu, cristina e fígaro). E deixo a receita:

Ingredientes:
1 chávena de leite
1 chávena mal cheia de óleo
4 ovos
250g de farinha
250g de açúcar
1 colher de chá de canela
1 colher de café de fermento
3 maçãs grandes

Misturar o leite, o óleo, as gemas, a farinha e o açúcar muito bem. Acrescentar a canela e o fermento.
Cortar as maçãs aos cubos.
Bater as claras em castelo e juntá-las ao preparado anterior.
Numa forma, untada e com farinha, colocar metade da massa, dispor as maçãs por cima e derramar o resto da massa.
Vai ao forno até ficar bom.
-
O meu forno eléctrico é bom para cozinhados e péssimo para doçaria. Mais uma vez queimou a parte de cima e não dá para regular e ficar só com a grelha debaixo. Só quando tirei o bolo é que me lembrei da dica do papel de alumínio. Da próxima lá ver se não me esqueço.
-
Bom apetite!

das compras



Este fim de semana fui às compras. Com tanto entra e sai encontrei utensílios a bons preços. Gastei a módica quantia de três euros e meio e trouxe as duas almoçadeiras azul e rosa, a travessa cor-de-vinho, o prato verde e a saladeira avermelhada. Acrescentei ainda, um moinho de pimentas para substituir o velhinho e um almofariz.

E esta tarde até tive direito a folga e a um resto do dia totalmente desperdiçado.

não resisto



Andei a organizar mais fotografias recém tiradas da máquina e fui parar à pasta onde tenho todas as fotografias do fígaro. Dei uma olhadela e fartei-me de rir quando recordei este dia. Tinha quatro meses. Conseguiu subir para cima do estendal, deitou-se sobre a roupa lavada e ficou feito parvo a olhar para baixo.

Outra.

10.3.07

hoje = do pior = há dias assim

O dia não correu da melhor forma. Acordei tarde, dei uma olhadela num livro e de repente já tinha passado mais uma hora. À pressa lá saí de casa para aproveitar ainda a feira dos biológicos. Como era tarde, decidi levar o carro, o pior foi estacionar. Nem me lembrei da moda no museu. Toda aquela zona estava apinhada de gente. Voltei para trás. Ia fazer compras cá na rua só que me lembrei que da última vez não gostei (pouca variedade, mau aspecto e pior, trouxe fruta e legumes estragados mas aparentemente estavam bons, nem moles nem com buracos nem nada). Fui até ao hipermercado mais próximo e lá me abasteci. Cheguei a casa e com isto tudo acabei de almoçar já passavam das quatro da tarde. Depois de uma pequena arrumação, voltei para a cozinha. Pão com passas e figos secos. Parece-me bem, passas tenho e figos, tenho aqueles deliciosos que estão quase no fim. Foram todos para o pão. Entretanto pus a cozer o feijão moong. Esperei até a máquina de fazer pão apitar para colocar os frutos secos. E... não apitou! Ainda joguei lá para dentro os frutos e mexi com uma colher mas de nada valeu, não consegui envolve-los com a massa do pão. Quando tirei o pão caíram todos os frutos.
O feijão queimou e o pão ficou sem frutos secos e a sopa cozeu demais e eu fiquei chateada.

9.3.07

a árvore dos tesouros_lendas do mundo inteiro






à espera do autocarro on Vimeo

Esta tarde recebi mais um livro acompanhado de uma pequena conversa de café. Olá Maria... prazer em conhecer-te. Da agradável conversa ficou a curiosidade pelo hospitalityclub.
Comecei a ler o livro no autocarro, enquanto vinha para casa mas não passei da primeira lenda. Às tantas tinha os ouvidos infiltrados nas conversas alheias. À minha volta tinha quatro pessoas a tagarelar ao telemóvel num volume impressionante. Eram as facturas exageradas da tvcabo, era o atraso e o trânsito, era a cusquice da vizinha do lado... Quando atendo o telemóvel não tenho por hábito gritar, falo simplesmente, no meu volume normal. Se não tivesse quase a sair, teria agarrado no meu bloco e na caneta e teria escrito as frases soltas que ia ouvindo.
-
Mais um vídeo de onze segundos para juntar aos outros, enquanto esperava pelo autocarro.

ingenuidades



Exposição de fotografias sobre a evolução da engenharia dividida pelos quatro elementos (mais um). A exposição é enorme, ainda não estávamos nem a meio e tivemos de sair para pôr mais moedas no parquímetro. Mesmo assim, no fim ainda conseguimos infringir a lei por dez minutos.

Recomendam-se as ingenuidades.

rosários

A aula hoje já foi mais normal e já reparei que, para além de mau comunicador é muito bruto e julga que todos já nascemos ensinados. Nível de abstracção máximo. De algo me servem os treinos deste ano. A primavera dá sinais e começo logo na limpeza primaveril, a limpeza geral. E ainda consegui ir ao yoga e voltar cheia de energia (senti!?!) como se tivesse levado uma hora inteira a espreguiçar-me. Às tantas se o bom tempo continuar pelo fim-de-semana ainda é desta que retomo as caminhadas/ corridas pelo parque.
A knitty da primavera. E já passou o frio e não cheguei a fazer o gorro para o helder. Pendentes de há-um-ano-atrás: o colete. Agora tenho de repensá-lo, cores, modelo, pontos. Deram-me uns cinco novelos picasso de cor zero-três, não sei o que hei-de fazer, nem me ocorre nada. Logo penso e agora é desempatar as agulhas.

8.3.07

vou descansar



aos tremores

E finalmente recebo notícias dos livros que nunca mais apareceram, após o pagamento. Diz o e-mail que foram entregues na morada indicada. E os livros não estão cá em casa. Espero agora que tudo se resolva.
Nestes dias nem tenho ligado a televisão. Mantenho-me informada pelo renovado público agora mais light que nunca. Aproveito o tempo para ler, aliás tenho tentado pôr a leitura em dia, finalmente. E para ouvir música e relaxar. Mesmo assim o olho não pára de tremer. É a segunda vez que isto me acontece. A primeira foi após a fatídica e última semana do segundo ano, dormia pouco, muito trabalho e sempre em frente ao computador. E agora? Será stress? Ando é irritada e não conformada com alguns acontecimentos óbvios e inevitáveis. Após uma rápida pesquisa pouco esclarecedora, encontrei algumas respostas para este fenómeno. Usar cola (hã!), abrir e fechar os olhos, rir, cálcio a mais...
Pior de tudo, voltaram as felis felis.

7.3.07

cá na rua



Numa das minhas mais recorrentes caminhadas de máquina ao pescoço. O edifício é a paróquia de são domingos de benfica e a pessoa é gente de portugal decerto.

6.3.07

yoga

Cheguei agora de uma aula de yoga, um pouco maior que o normal. Decidi mexer-me, fazer qualquer coisa para não ficar com a consciência pesada. É aqui próximo, não é caro e yoga é uma modalidade que me desperta algum interesse. Durante a primeira aula, tive de conter o sorriso e ainda mandei uma gargalhada disfarçada de tosse. Mas o que é aquilo? Senti-me em plena missa daquelas em que cada um grita (neste caso, em que cada um respira mais alto do que o outro), parecíamos todos possuídos, muito ao estilo de uma cena na igreja no filme borat. Não me contive. Comecei a imaginar, dali a pouco todos aos saltos com as mãos na cabeça e a emitir sons ommmmmmmm. Esta foi a parte de energização. Mas o que é isso no yoga? Ou então sou eu que não tenho o espírito aberto a estas energias que vão desde da ponta do dedo do pé até aos cabelos passando pelos joelhos e pela barriga. Não sinto energia nenhuma. E será que alguém sente? Senti-me confortavelmente ridícula. Recusei-me a repetir frases, a cantar ommm e a respirar com pujança. Talvez por isso só me tenha rido. Passou a aula e até frio senti. Decidi ficar para a segunda aula. Após um aquecimento começaram as posições, estas sim, bastante familiares. Tudo bem, não faço n-a-d-a desde que vim para cá, ou seja, há uns cinco ou seis anos e flexibilidade nunca foi o meu forte. Mas daí até o professor rir cada vez que vinha ter comigo!? Não acho nada normal (ou então reparou que me ri na primeira parte da aula, uma pequena vingança yogui-energética, não creio!), se estou ali é para aprender. Não consigo levantar as duas pernas. Não???????????? Como não?????? Da próxima digo-lhe qualquer coisa. Admito que estou enferrujada mas quero mudar. Não começou da melhor forma, apesar das colegas serem simpáticas e muito prestáveis. E fiquei tão cansada.

5.3.07

six feet under

Há coisas chatas de se fazerem e que têm mesmo de ser feitas. O computador teve fora para ressuscitação. Enchi e entulhei o portátil de tal forma que nem consegui fazer um crop a um ortofotomapa no photoshop. O computador voltou. Levei o serão a tentar organizar tudo da melhor forma. Recorri às muito usadas listas para melhor me orientar. Logo de início deu um erro. Fartei e desliguei. Fica para amanhã durante o dia por que às terças não se trabalha.
-
Aderi mesmo sem ter visto. Agora é ver tudo, aos poucos e ao meu ritmo.

3.3.07

flor linda


2.3.07

antiquário



Já fui. Num impulso trouxe uma caneca linda. No sábado vai haver uma pequena feira de velharias aqui na rua, lá estaremos.

1.3.07

por volta das sete da manhã

Sonhei. Como quando acordei lembrava-me de tudo, fui buscar o diário gráfico (que de gráfico tem muito pouco) e escrevi detalhadamente o sonho ainda meio a dormir. Aborrece-me transcreve-lo para aqui. Basicamente, enquanto dormia o meu cérebro não parou de pensar e de continuar a visita que eu não quis terminar. Admirei por uns instantes uma parte da cidade. Não continuei por que já era de noite, tenho de lá voltar mas com sol. (de ontem) Passeei-me pelo sonho dando continuidade ao passeio bem real. Não terminou da melhor forma. Às tantas, estava num bairro de habitação social problemático bem no meio de uma confusão entre dois diferentes grupos etários (seria?). Com pedras a partirem vidros e a voarem por cima mim. Conheci uma menina a c, deixou ao meu critério o nome... cristina? carlota? carla?, que tinha piolhos (dito por ela). Entretanto acordei e não dormi mais.

do dia:

Da cozinha: massa + pimentos refogados, corintos, tomate e muitas sementes de sésamo + molho de acompanhamento uma medida de azeite, outra de vinagre de cidra e duas de molho de soja. Misturar tudo. E ainda uns bifes de seitan com muita cebola.
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Fui passear pela zona. Encostado a um caixote do lixo: móvel à sixties, lindo, só não o trouxe porque para além de estar sozinha não tinha onde o meter + caixa grande de madeira à sixties e não a trouxe pelas mesmas razões. Subi, sem saber que aqui havia muito para subir e sem saber onde ia parar. Admirei por uns instantes uma parte da cidade. Não continuei por que já era de noite, tenho de lá voltar mas com sol.
De regresso vinha a pensar, há quatro anos que moro na mesma freguesia e ainda não lhe conheço os cantos à casa. Estes dias vou partir à descoberta e a freguesia até é grande e simpática.
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Agora uso o rato ora com a mão esquerda ora com a mão direita. Também sempre quis escrever com as duas, chegava a fazer exercícios durante horas para treinar a mão mais esquecida. Mesmo assim é sempre a mão esquerda a que mais trabalha e o pulso direito o que mais reclama.