na passada sexta-feira. correu tudo muito bem. muita gente. muita animação. música e convívio.
como passei grande parte do tempo a fazer tartes, apenas fotografei o início. mas o h. encarregou-se de o fazer por mim.
obrigada a todos os que apareceram. (e em especial à diane, às filhas e ao marido. que não chegaram a provar as tartes mas que no fim deu para conversarmos um pouco)
vou levar o dia de hoje entre as compras finais e os preparativos para a inauguração da saudade - vida e arte do povo português. há uns meses a mary perguntou-se se eu estaria interessada em fazer tartes vegetarianas para a inauguração. aceitei o desafio e aqui estou, rodeada de não sei quantas listas e listinhas (para que nada falte!).
a saudade inaugura amanhã a partir das 16h, em sintra. convido todos a aparecerem e a conhecerem um espaço que de certo é lindo, como fomos vendo aos poucos e poucos nas fotografias que a mary partilhou (durante as obras + alguns pormenores). para além de casa de chá, a saudade tem uma galeria, onde para já vai estar a exposição trabalhos manuais com retalhos de pano de sara lourenço até à primeira quinzena de julho. (mais informações no blog na saudade.)
depois da inauguração rumo ao a silves, para passar o fim-de-semana. assim só devo actualizar o blog para a próxima semana. para os mais curiosos, durante o dia de hoje e amanhã vou dando notícias via twitter e via facebook (que tenho os dois sincronizados).
aqui em baixo fica um mapa de como podem chegar até à saudade (próximo da estação de comboios de sintra).
gosto de ter tempo (e vontade) para fazer massa fresca. sigo a forma mais básica que existe, um ovo para cada cem gramas de farinha. ponho tudo na máquina de fazer pão (ou robot ou batedeira ou simplesmente à mão) no programa massas e quando parar de amassar desligo-a. transfiro tudo para a bancada onde termino de amassar à mão. depois vai ao frigorífico até ao momento de a usar (cerca de uma hora).
durante o fim-de-semana, depois deste processo, estiquei a massa e cortei-a em folhas de lasanha. para a lasanha bastam trezentas gramas de farinha. mas já que me dou ao trabalho de fazer a massa, faço sempre a mais. e assim acabei por abrir o estendal e deixar a secar esparguete.
ontem ao almoço cozi em água e sal em apenas três minutos. acompanhei com cenoura, curgete e alho em tiras bem fininhas e levemente refogadas. por cima um pouco molho de soja e de queijo parmesão.
ontem e num momento de falta de criatividade(*) fui passar a tarde a belém. acabei por passear por uma feirinha (que de uma forma redutora se resumia a trapilho, azulejos, trapilho, cerâmicas, trapilho, trapilho...). segui e parei em frente ao palco do festival de rancho folclórico. talvez motivada pelo workshop que irei fazer dentro em breve, acabei por lá ficar o resto da tarde e terminar o rolo [finalmente!], onde ainda tinha algumas fotografias de madrid.
(*) no sábado à tarde, também rumei a belém, para estar presente no colóquio muito muito interessante sobre o museu de arte popular.
madrid não é um cidade bonita. vimos madrid através do photoespaña, de um edifício para o outro, de uma galeria para a outra. corremos entre exposições. andámos muito de autocarro, de cara colada à janela, a absorver cada momento. fugimos do sol. tentámos descobrir o melhor café (ganhou a starbucks). a minha visão desta cidade pouco mudou e isso nota-se também através das fotografias, em comparação com as que tirei da outra vez que lá estive.
e as restantes fotografias (que chegaram aqui mais cedo do que previsto devido a uma febre repentina). destas, umas são minhas e outras do h. e todas em slideshow.agora falta-me apenas rezar para que o meu computador aguente a montagem dos pequenos filmes, que fui fazendo ao longo dos dias.
depois de madrid passámos pelo fundão. chegámos tarde, muito cansados e depois de montar a tenda já não conseguimos descer até à festa. mas do camping ouvimos as fanfarras. no dia seguinte e sempre sob chuva, passeámos a correr pelo fundão e fomos parar à festa da cereja. trouxemos uns quantos quilos, cinco dos quais já desapereceram. em parte devido ao nosso carro, que depois dos mais de 45ºc em madrid, parecia uma autêntica estufa que fez amadurecer num instante todas as cerejas. então ontem dediquei-me a conservá-las antes que passassem de maduras-mas-ainda-óptimas-para-consumo a podres. logo de manhã desencarocei todas as cerejas [o que me vai fazer passar os próximos dias com os dedos encardidos]. uma grandessíssima seca, portanto! depois foi dividir a quantidade entre compotas e doces de cereja.
e, finalmente, experimentei as minhas novas (velhas) fitas dymo que a zélia me enviou há uns meses atrás. esta amarela é mais fina em comparação com as que costumo usar, o que faz com que algumas letras fiquem desenquadradas da fita. mesmo assim gostei. [obrigada z.!]
e vamos lá ver se ainda hoje consigo ter tempo para, pelo menos, olhar as fotografias de madrid. para já, vou mandar revelar o rolo. e espero amanhã conseguir mostrá-las.
vou para madrid. volto a portugal no sábado e a lisboa no domingo. vou andar pela photoespaña09. actualizações talvez apenas no twitter (que internet desprotegida há em todo o lado). até para a semana!
vou de fim-de-semana para o sul para ir votar. e porque no meio de tantos partidos a decisão por vezes é complicada, existe este inquérito que pode facilitar a tarefa.
houve dias nesta semana muito quentes. num desses dias tive de cozinhar durante a hora de almoço. e tudo o que não me apetecia era estar de roda do fogão e dos tachos e panelas. então abri o frigorífico e lembrei-me de podia improvisar uma tarte.
fiz num instante [menos de dez minutos] a base com orégãos, a partir de uma receita que não usava há muito tempo [que nem sei como ainda não me tinha lembrado dela e é, sem dúvida, a tal receita versátil, rápida e prática]. cortei uma curgete gigante às rodelas e enchi a tarte. um pacote de natas (light, de soja, leite, o que se quiser), dois ovos, pimenta e sal, tudo bem mexido e derramado sobre as curgetes. tomate-cereja às metades, folhas frescas de manjericão e um pouco de queijo. foi ao forno enquanto deixei a couve a cozer ao vapor. nesse tempo que não estive na cozinha aproveitei para pôr a leitura em dia. depois foi só deixar tudo arrefecer e almoçar.
e ainda sobrou para o jantar, acompanhado de uma super salada.