(imagem retirada aqui)Votei no pai do Zé Povinho. Por ter feito o que fez. Pela sua obra gráfica. Pela sua obra cerâmica. Mas ainda não fui visitar o Museu.
Quando estamos a falar e alguém ao lado, faz simples carecas, vira a cara, finge uma leve tosse (também para virar a cara), põe a mão no nariz e até na boca, é porque algo de errado se passa. A essas pessoas, que falam, recomendo uma visita a este site, a este ou a percorrer alguns destes.. São simples medidas que salvam muitos dos que tentam tomar atenção ao que é dito. Segundo a Ana, a solução passa também por uma escovagem/ lavagem da língua, após a escovagem dos dentes. Senão, pode-se sempre procurar um higienista oral.Isto tudo para dizer, que hoje passei por uma experiência horrível, nem ouvi o que me estava a ser dito e até devo ter ficado pálida. Devemos ter cuidado com estes pequenos/ grandes pormenores, não só para manter uma boa saúde oral como também para não incomodar os outros.
Deixei de estar a ferver para passar a estar pensativa/reflectiva.Após o reencontro com uma amiga, que já não via há muito tempo, algumas questões passaram a ter outro peso, e que me deixaram grande parte do dia a olhar para o nada. É incrível como a vida dá voltas e voltas, inesperadas por vezes, e por cada volta eu consigo-me sempre espantar. Como há tão poucos anos, tudo era diferente... agora tudo mudou. Mas o importante é seguir em frente (e ser feliz!).Agora que, grande parte do meu círculo de amigos começa a terminar os cursos, assombram questões como: e agora o que fazer? enviar currículos. e se não der em nada? pois... é ir tentando. mas tem de haver dinheiro? então buscam-se outros trabalhos/empregos que nada têm a ver com o curso tirado. e se mesmo assim, não se arranjar nada? porque já são licenciados e é um desperdício... oh menina, procure nos classificados do expresso que arranja qualquer coisa na sua área!! É uma dura realidade mas que acontece muitas vezes. Não sei como será daqui a uns meses.
Chove que se farta e eu aqui, a passar-me por completo. Ontem fiquei sem anti-vírus e nem reparei. Fui ver os e-mails e foi o suficiente para me entrarem logo três vírus. E nem sequer abri o internet explorer ou o firefox, só o outlook. Daí a actualizar e a correr o anti-vírus, foi algo de extraordinário. Agora tudo me dá erro. Preciso do word para analisar o património arquitectónico e cultural. E por aqui ando, em tentativas, frustadíssimas, para manter todos os programas que necessito abertos ao mesmo tempo. Já para não falar das vezes que reiniciei o portátil. Prevejo, para este fim-de-semana, uma formatação urgente (pelo menos se isto continuar assim).E continua a chover que se farta. Ainda por cima, lá se foi o silicone exterior, da varanda, é o que dá apanhar sol o dia inteiro. Ou seja, chove que se farta e entra água pela varanda que se farta. Mais uma outra tarefa a realizar, como tantas outras, mas esta só quando tiver muito bom tempo.E lá fora ainda não parou de chover. E eu com dores no pescoço. Ao quinto ano, sempre na mesma posição, em frente ao computador, começo a sentir mazelas. Safam-me os exercícios.Queria mesmo ir ao DocLisboa.E chove, chove, chove, chove...
Tanta chuva faz-me não ter vontade para nada. Mesmo assim, deu para rever O Fabuloso Destino de Amélie Poulain. Antes de ver o filme, pela primeira vez, já há muito que ouvia a fabulosa banda sonora, da autoria de Yann Tiersen. Não sei se foi por gostar muito da música, mas gostei muito do filme. Todos aqueles pormenores transloucados fascinam-me. Gosto da forma como Jean-Pierre Jeunet apresenta cada momento, já para não mencionar os cenários. Lindos, lindos.Mais um livro a ler e a comprar (whislist): As Flores do Mal, de Charles Baudelaire.A não perder, durante esta semana, na 2: Imagináfrica. Terminou agora e foi sobre a histórias da música popular angolana. Segue-se Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Princípe e Moçambique.
Porque as questões do coração são mais fortes, aqui estou eu (mais uma vez).
Há dias assim.
Estou chateada, com a ignorância e com o desprezo.
A bossa alegra-me. E por tudo isto, vou sair.
(ahh, força Benfica!)
Não sei porquê, mas não estou a conseguir publicar nenhum post, com fotografia a partir do Flickr. Aiii o blogspot!
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Afinal, consigo publicar. Só não consigo é ver os posts que publico.
O sr. H. (o meu vizinho) faleceu na terça-feira. Não sabia.:(
Tem 5 meses. Por aqui já passaram, umas simpáticas, 647 pessoas.Procuraram por vermellho, folhagem, grelhadas, tricot, vegetariana, alimentação, estojo, lentilhas, entre outras.-Não me preocupo de ter poucas visitas. O que escrevo também não tem propriamente muito interesse, pelo menos para os outros. Para mim tem (para os amigos também). Não passa de um diário on-line. Mas porquê on-line? Porque pode ter interesse para mais alguém. E para quem não tem interesse (e ainda ri), mais vale nem voltar, mas as portas continuam abertas.
Depois de um fim-de-semana mal passado, fui com o gato, o Fígaro, ao veterinário. Portou-se bem e vamos lá voltar na sexta. Já se notam melhoras. Recomendações: comer uma ração especial acompanhada de uma água especial.Ando envolvida com o turismo e com várias cidades, entre elas, Setúbal. Onde encontrei esta parede e mais esta.A propósito, paguei e agora já posso publicar mais fotografias. Espero que valha a pena. Pelo menos, já me motivou a andar sempre com a máquina e a pormenorizar o olhar. Qualidade fotográfica? Aparece com a prática! (e até rimou). Seguem-se as dos Açores.
Acabei de arrumar cerca de 6 gigas em fotografias. Isto porque, quis procurar umas para pôr no flickr e não as encontrei. Desde que tenho esta máquina (cabe na perfeição na mala) o número de fotografias aumentou. Devia usar um programa de gestão de fotografias, mas não conheço nenhum bom, tenho de procurar.Agora com tudo no sítio, pode ser que me entusiasme a fazer um pequeno resumo fotográfico do que foram as minhas férias (para mais tarde recordar), divididas entre Silves (e o Algarve no geral), Aveiro, Lisboa e Açores.Impressionante e intenso em belíssimas fotografias (descobri-as aqui).-E isto ainda continua azul. Não gosto e não me sinto em casa. Não sei trabalhar com o dreamweaver, não gosto do frontpage. Já li algo sobre o movable type, não sei em que medida é que me pode ser útil (porque, mais uma vez, ainda não perdi o tempo merecido com tudo isto). Sei que, se não mudar, farto-me do azulinho enjoativo e de muito palavreado de lado.
Haja paciência para tão pouca inteligência!
Após um dia passado em casa, de pijama, a pensar, esta foi a frase-resumo-do-dia.Por vezes faz-me falta dias assim.
Também li, coisas muito interessantes, entre algumas, a imigração.
Vou largar o computador e agarrar-me às panelas - tofú com molho de tomate, puré de batata e uma saladinha de feijão e as anuais castanhas.