8.4.16

e por falar em marisa monte



A primeira canção que me lembro de ouvir da Marisa Monte foi o Xote das Meninas, pela mão dos Onda Choc. Não com o nome original mas como Ela só quer, só pensa em namorar. Logo a seguir, descobri o primeiro disco dela MM, que ainda sei de trás para a frente [choooocolátxi, chocolatxi, eu só quero chocolate]. Depois perdi-lhe o rasto até aos Tribalistas. E tirando uma ou outra canção mais conhecida, nunca mais a ouvi atentamente, num disco do início ao fim.

Há qualquer coisa na imagem de Marisa Monte que me faz lembrar a PJ Harvey, não há?

simon & garfunkel é poesia






Estou a ficar viciada em tirar screenshots dos filmes que vejo em casa. Em parte a culpa é do tumblr que reanimei: a gente não quer só comida (sim, é a música da Marisa Monte, comida).

Ontem à noite, enquanto rebolava de febre e dor de cabeça, vi o Almost famous finalmente. Logo depois do filme estrear, ouvi a banda sonora e nem sei bem porquê nunca tinha visto o filme. São poucos os filmes em que aconteceu isso, conheço bem a banda sonora mas nunca vi o filme. Assim de repente, outro que está na mesma situação é o Les Triplettes de Belleville.

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É incrível a facilidade de actualizar o tumblr no telemóvel, em oposição à dificuldade de actualizar o blogger/ blogspot. Chego a ter que ligar o portátil APENAS para fazer um post no blogger. Incrível. Diria que o blogger anda meio desligado da realidade e completamente desactualizado, não? Alternativas, para além do tumblr, wordpress?

7.4.16

#fazoquegostas

(pelo nuno gervásio)

Há umas semanas combinei com o Nuno de estivemos à conversa no Jardim da Gulbenkian (pois, claro!). Hoje saiu o resultado dessa conversa, o que transcrevo para aqui:

Patrícia Simões, 31 anos. Vegetariana Empreendedora.
Tenho uma marca de cereais de pequeno-almoço. Estudei arquitectura e urbanismo mas senti logo: "isto não é para mim". Sou vegetariana e já comia granola, então comecei a fazer em casa em busca da receita perfeita, dos ingredientes perfeitos e menos nocivos e assim nasceu o meu projeto. Estou numa fase importante, concorri a um programa da Embaixada Americana para pequenas empresas lideradas por mulheres e fui escolhida! Como a empresa sou só eu, tenho 7 mentores, o que tem sido uma experiência mesmo enriquecedora. Abrangem todas as áreas de negócio e ensinam-me a fazer a minha pequena “sementinha” crescer. Portanto, ando a mil. Mas não trocava toda esta correria por nada porque estou a sentir-me realizada. E não preciso de muito para carregar baterias. Bastam-me uns minutos ao sol a ler um livro e parar uns instantes para fotografar um prédio bonito. Ou até um pato. Faz o meu dia.
‪#‎closeUP‬ ‪#‎fazoquegostas‬

4.4.16

hiii



Há uns anos fizemos este gif, antes dos gifs estarem novamente na berra.
Foi em Campolide e foi o Tiago que montou tudo.
Está parvo q.b., claro. E há mais um ali no sobre.

tumblrs

Na sexta fui jantar com uns amigos e, entre conversas, referi que estava a pensar voltar a reanimar os meus dois tumblr. E o que ouvi foi 'mas ainda há quem siga tumblrs?'. Bom, eu sigo. E 'ainda pões fotografias no flickr?'. Sim, também.

colher para si coisas dispersas
a gente não quer só comida

3.4.16

o momento que fica



Fargo

lost in translation



Quanto mais sabes quem és, e o que queres, menos deixas que as coisas te transtornem.

Não sei quem devo ser. 
Tentei ser escritora mas detesto o que escrevo.
Tentei tirar fotografias mas eram medíocres. 
Todas as raparigas passam pela fase da fotografia.
Sabes, como os cavalos?
Sabes, tiramos fotografias parvas aos pés...

Hás-de descortinar isso.
Não estou preocupado contigo.
Continua a escrever.

Mas eu sou tão mazinha.

Não faz mal ser-se mauzinho. 

1.4.16

o (meu) restaurante (quase) privado

o (meu) restaurante (quase) privado

Há uns anos, invejava os posts da Débora com as imagens que dos almoços pelo Jardim da Gulbenkian. Nunca me passou pela cabeça que, uns anos depois, seria eu com esse mesmo ritual. Quase todos os dias, ali pelo jardim. Rodeada de patos. Em contacto permanente com a natureza e os seus ciclos.

Um dia desta semana, encontrei o João, que está em Londres e estava a fazer uma espécie de visita guiada por Lisboa. Ficaram comigo, enquanto conversávamos e olhávamos o lago mesmo em frente.
Eles continuaram a visita pela jardim. E ontem recebi esta fotografia, desse dia, tirada pelo Vagelis Pournaras.

(Estou ali mesmo no centro.)