31.3.16

estávamos no fim de julho e eu estava obcecada por jardins e plantas

em julho
Campo Mártires da Pátria, Lisboa

em julho
O Rui entre sobreposições de relva com o Cais dos Dourões (a segunda fotografia é da Maria)

em julho
Já não sei onde foi

em julho
O pequeno jardim vertical da minha mãe

em julho
Vasos decorados. O único motivo para continuar a apanhar conchas na praia.

30.3.16

estávamos em junho e lisboa estava em festa

em junho em junho em junho em junho em junho martim moniz

Nunca sei muito bem explicar o mês de Junho a quem vem de fora.
Um mês inteiro em festa?
Toda a gente na rua na noite de Santo António?
Feiras e festarolas em todo o lado?
Bailaricos e música pimba em cada bairro?
Palcos pela cidade com concertos gratuitos?
Mas durante todo o mês?
Sim, sim, sim e sim.
Geralmente termino a descrição com um deixa lá, depois logo vês como é.

29.3.16

28.3.16

páscoa (entre fatias de folar)

Vir a Silves é [também] andar a remexer nos brincos e pregadeiras da minha mãe #tudoactual #douradoétendência
Não fui além das três horas de viagem, dos almoços de um lado e do outro e de dormir até não conseguir mais, com a desculpa da mudança de hora.

Andei a remexer nos brincos e pregadeiras da minha mãe. Alguns lembro-me muito bem de vê-la a usa-los, de os achar fuleiros e de ser incapaz de os experimentar sequer.
Ultimamente tenho recuperado algumas desta bijuteria dos anos 70, 80 e 90. São as pulseiras, em que os fechos já não fecham ou o cordão/ corrente se partiu. Relógio, que teve que ser substituída toda a máquina e de seguida, há-de ser a bracelete (e sim, ficava mais barato comprar um novo). Ou o anel, que é grande ou pequeno demais. E desta vez, trouxe dois brincos e duas pregadeiras, que me parece que apenas estão a precisar de uma limpeza cuidada.
A limpeza e os trabalhos mais simples podia fazê-los em casa ao serão mas tenho ido sempre à mesma ourivesaria na baixa, na Rua da Prata (da próxima aponto o número da porta). Mais vale confiar em quem realmente percebe do assunto.
Aos poucos e poucos, todas estas pequenas coisas vão voltar a ser usadas.

29.2.16

domingo



Sufjan Stevens
e
Annie Hall

a balada de um batráquio é sobre isto

uma montra na almirante reis

BALADA DE UM BATRÁQUIO clip#01 from Uma Pedra no Sapato on Vimeo.




"...uso de sapos de cerâmica, por lojistas e proprietários de cafés e restaurantes, para evitarem a entrada nos seus estabelecimentos de membros da comunidade cigana, que têm várias superstições ligadas ao animal." (rtp)

... não podia estar simplesmente a apresentar uma problemática mas também tinha de tentar inserir um pouco daquilo que pode vir a ser a resposta em relação a este comportamento xenófobo. (...) Essa ideia de querer fazer alguma coisa, em vez de estar apenas a ilustrar, era tão forte, era uma urgência. Neste filme decidi: não vamos ficar com frustrações, vamos intervir, vamos partir a loiça toda! (Leonor Teles)