30.4.15

voltar ao folhagem vermelha

Não é só enviar encomendas. Também é bom recebê-las. Sou daquelas pessoas que ainda está no balcão dos correios e já está a abrir os envelopes. 📦📩#madeinpaper

Houve uma altura que deixei de escrever tanto no blog. As mudanças na minha vida pessoal fizeram com que quebrasse algumas rotinas (boas) que tinha. E não foi fácil voltar. Fiz algumas tentativas mas rapidamente me esquecia da existência do blog.
No início deste ano reflecti bastante sobre continuar ou não o folhagem vermelha. Umas semanas antes, em feiras, cruzei-me com uma série de pessoas que me disseram que seguiam o meu blog há anos mas que 'infelizmente tem andado tão parado'.

Então decidi que iria publicar, sem a ansiedade de 'tenho que fazer um post xpto com boas fotografias bem editadas' e sem obrigatoriedade. Apenas o que de melhor (nem sempre) me acontece no dia-a-dia. Até fui reler os primeiros anos do blog para relembrar a espontaneidade, apenas o registo só porque sim. E quase sempre, só com (o verdadeiro) significado para mim. Posts rápidos e nem sempre assim tão pensados.
Hoje publico o que foi mais fixe no dia de ontem. Tenho feito assim, o que me obriga a repensar no dia anterior e a resumi-lo a uma fotografia ou frase ou música. Nem sempre dá, porque às vezes não há mesmo tempo para ligar o portátil sequer.
Também tento não resumir os pontos altos do dia ao meu trabalho doSEMENTE. Há dias que é difícil. Por vezes, o ponto alto é mesmo alguém que conheci na loja ou uma encomenda especial que enviei (ou recebi), ou uma surpresa ou uma mensagem ou uma história.

Há dois dias recebi a encomenda da Made in Paper, com as etiquetas e uma weekly planner. Depois de ter passado dois dias só eu, a granola e os emails, soube-me bem este pequenino momento.

28.4.15

ontem à noite

Ontem à noite, para satisfazer a gula fui comer um pastel de nata da Manteigaria no Adamastor. Ontem à noite, para satisfazer a gula fui comer um pastel de nata da Manteigaria no Adamastor. Ontem à noite, para satisfazer a gula fui comer um pastel de nata da Manteigaria no Adamastor.

Tenho tido umas intensas semanas de trabalho doSEMENTE.
Ontem depois de ter passado a tarde em frente ao computador a responder a emails, fazer follow ups, actualizar estados de encomendas e essas coisas todas, saí a correr de loja. Fui a casa deixar as tralhas, comer uma torrada (sim, por vezes não janto mas tomo um pequeno-almoço valente) e segui para o Adamastor. Já não havia sol e estava frio. Fiz-me acompanhar por um pastel de natal da Manteigaria* e uma boa conversa. Fins de dia assim valem ouro.


*Sobre os pastéis de nata de Lisboa recomendo o post da Cláudia.

22.4.15

nem sinto os dias a passarem

😍 #sapatosnarua No chão do metro.

Não gosto de (me) dar a desculpa de 'não tive tempo'.
Mas pior do que isso é quando o dia termina e não consegui fazer o que devia.
Adio respostas a emails. Mensagens de amigos. Telefonemas que não foram retomados. E livros que não são abertos há alguns dias.
Adio frases e flyers e cartões. Mais emails. Respostas a clientes. Publicações e comentários.

Depois repito para mim mesma, em forma de mantra irónico 'bem-vinda a um negócio próprio'.

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Lisboa na última sexta-feira de manhã, entre entregas de amostras de granola e aquilo que eu chamo de active selling.

16.4.15

ao serão a alternar entre a entrevista e o aeroplano



Foi difícil escolher uma das quase-todas-as-músicas que gosto do álbum Na Loucura & Na Lucidez, para colocar aqui.

Fui ver ontem à noite ao Musicbox, vim para casa e adormeci a ouvi Tatá Aeroplano.
É assim melancólico e quase depressivo, com uma história triste por trás. É muito bom!

Para ouvir com atenção à letra.

15.4.15

um dia de domingo



(...)
Eu preciso respirar
O mesmo ar que te rodeia
E na pele quero ter
O mesmo sol que te bronzeia.
(...)
Eu preciso descobrir
A emoção de estar contigo
Ver o sol amanhecer
E ver a vida acontecer
Como um dia de domingo
(...)

Na segunda, fui ver o filme documentário sobre o Tim Maia.
Resultado: tenho feito granola a cantarolar 'o que eu quero? sossego, o que eu quero? sossego'