Houve uma altura que deixei de escrever tanto no blog. As mudanças na minha vida pessoal fizeram com que quebrasse algumas rotinas (boas) que tinha. E não foi fácil voltar. Fiz algumas tentativas mas rapidamente me esquecia da existência do blog.
No início deste ano reflecti bastante sobre continuar ou não o folhagem vermelha. Umas semanas antes, em feiras, cruzei-me com uma série de pessoas que me disseram que seguiam o meu blog há anos mas que 'infelizmente tem andado tão parado'.
Então decidi que iria publicar, sem a ansiedade de 'tenho que fazer um post xpto com boas fotografias bem editadas' e sem obrigatoriedade. Apenas o que de melhor (nem sempre) me acontece no dia-a-dia. Até fui reler os primeiros anos do blog para relembrar a espontaneidade, apenas o registo só porque sim. E quase sempre, só com (o verdadeiro) significado para mim. Posts rápidos e nem sempre assim tão pensados.
Hoje publico o que foi mais fixe no dia de ontem. Tenho feito assim, o que me obriga a repensar no dia anterior e a resumi-lo a uma fotografia ou frase ou música. Nem sempre dá, porque às vezes não há mesmo tempo para ligar o portátil sequer.
Também tento não resumir os pontos altos do dia ao meu trabalho doSEMENTE. Há dias que é difícil. Por vezes, o ponto alto é mesmo alguém que conheci na loja ou uma encomenda especial que enviei (ou recebi), ou uma surpresa ou uma mensagem ou uma história.
Há dois dias recebi a encomenda da Made in Paper, com as etiquetas e uma weekly planner. Depois de ter passado dois dias só eu, a granola e os emails, soube-me bem este pequenino momento.
















