23.2.15
22.2.15
cantinho do vintage
Que me lembre já fui a duas vendas de garagem (a primeira ainda num espaço bem pequeno no Bairro da Encarnação), visitei o armazém às segundas à noite umas quantas vezes e fui com amigos comprar aparadores e candeeiros, ainda nos Olivais. Há uns meses mudaram-se para um espaço maior, no Poço do Bispo, e agora também estão abertos ao sábado durante o dia.
Cada visita ao Cantinho do Vintage é sempre uma descoberta, mesmo que não haja nenhum objectivo concreto de compra, mesmo que seja só ver.
No site continuam a colocar as novas peças aos domingos à noite e têm organizado mais vendas de garagem (a próxima é já dia 7 de Março). Para não perderem nenhuma novidade, o melhor mesmo é inscreverem-se na newsletter.
E ainda têm uma loja aberta durante a semana, o Mercadinho do Vintage no Saldanha.
19.2.15
varinas de Lisboa

Nem de propósito, uma exposição sobre as varinas de Lisboa, até 24 de Maio no Museu de Lisboa (antigo Museu da cidade).
Tapeçaria, azulejos, cerâmica, pintura, escultura, postais, fotografias e até uma caderneta de cromos (raças humanas?). Há também um excerto de um documentário, que depois irá passar no São Jorge.
Vão ver que vale bem a pena e a entrada é gratuita.
> Ó freguesa, venha cá ver as varinas de Lisboa!
18.2.15
limpeza
Finalmente perdi umas valentes horas e limpei o meu feedly.
Apaguei uma série de blogs (muitos mesmo).
Todos aqueles que não tinham posts nos últimos seis meses.
Outros porque que o assunto já não me interessa mais.
E outros porque mudaram muito e também perderam o interesse.
Agora ali de lado tenho os blogs que espreito com mais regularidade.
São poucos afinal.
Gosto de blogs mas parece que há cada vez menos blogs interessantes.
Ou então não estou a encontra-los.
Vou começar a espreitar os links dos blogs que gosto e as sugestões do feedly.
> a lenta morte dos blogs
Apaguei uma série de blogs (muitos mesmo).
Todos aqueles que não tinham posts nos últimos seis meses.
Outros porque que o assunto já não me interessa mais.
E outros porque mudaram muito e também perderam o interesse.
Agora ali de lado tenho os blogs que espreito com mais regularidade.
São poucos afinal.
Gosto de blogs mas parece que há cada vez menos blogs interessantes.
Ou então não estou a encontra-los.
Vou começar a espreitar os links dos blogs que gosto e as sugestões do feedly.
> a lenta morte dos blogs
17.2.15
16.2.15
14.2.15
12.2.15
remendar redes

Felpham, UK, 1910s


Penmarch, França, 1929

Canopus, Egipto, 1940











Na Foz são os pescadores que fazem as redes, sentados no areal, com a primeira malha metida no dedo grande do pé, na mão direita a agulha com o fio e na mão esquerda o muro. As melhores redes eram as de ticum, e o melhor ticum o que se vendia em Lordelo.
As redes são muito variadas. (...) A rede quando vem do mar é lavada, seca e encascada. Depois remenda-se e mete-se nos cestos. Há também diferentes linhas e espinéis...
Raul Brandão, Os Pescadores, 1923.
10.2.15
ensaio sobre lisboa

No sábado de manhã aproveitei que tinha de ir comprar uns frascos grandes para a loja, saí mais cedo, fiz o que tinha a fazer num instante e fui deitar-me ao sol. Estava um daqueles dias de inverno de céu muito claro, sol e um frio de rachar. Fiquei horas no miradouro do Adamastor até começar a ferver e tirar casacos. Terminei o último livro: Ensaios sobre o amor.
Subscrever:
Mensagens (Atom)













