19.2.15

varinas de Lisboa

Varinas de Lisboa Varinas de Lisboa Varinas de Lisboa Varinas de Lisboa Varinas de Lisboa Varinas de Lisboa

Nem de propósito, uma exposição sobre as varinas de Lisboa, até 24 de Maio no Museu de Lisboa (antigo Museu da cidade).
Tapeçaria, azulejos, cerâmica, pintura, escultura, postais, fotografias e até uma caderneta de cromos (raças humanas?). Há também um excerto de um documentário, que depois irá passar no São Jorge.

Vão ver que vale bem a pena e a entrada é gratuita.

Ó freguesa, venha cá ver as varinas de Lisboa!

18.2.15

limpeza

Finalmente perdi umas valentes horas e limpei o meu feedly.
Apaguei uma série de blogs (muitos mesmo).
Todos aqueles que não tinham posts nos últimos seis meses.
Outros porque que o assunto já não me interessa mais.
E outros porque mudaram muito e também perderam o interesse.

Agora ali de lado tenho os blogs que espreito com mais regularidade.
São poucos afinal.

Gosto de blogs mas parece que há cada vez menos blogs interessantes.
Ou então não estou a encontra-los.
Vou começar a espreitar os links dos blogs que gosto e as sugestões do feedly.

> a lenta morte dos blogs

12.2.15

remendar redes

Cape Ann, USA, 1900-1906                                       Westport, USA, 1910s

Felpham, UK, 1910s

1926 (Tina Modotti)

Penmarch, França, 1929

Canopus, Egipto, 1940

 Palermo, Itália, 1943

 Samos, Grécia, 1960-1990

 Cagliari, Itália, 1990

 Jin Shan Island, China, 2006

 Maranhão, Brasil, 2007

 Fujairah, Emirados Árabes Unidos, ?

 Bengal, Bangladesh, 2013

 Ericeira, Portugal, 1930-1980

 Nazaré, Portugal, 1930-1980

 Nazaré, Portugal, 1930-1980

Albufeira, Portugal, 1985-1995

Na Foz são os pescadores que fazem as redes, sentados no areal, com a primeira malha metida no dedo grande do pé, na mão direita a agulha com o fio e na mão esquerda o muro. As melhores redes eram as de ticum, e o melhor ticum o que se vendia em Lordelo.
As redes são muito variadas. (...) A rede quando vem do mar é lavada, seca e encascada. Depois remenda-se e mete-se nos cestos. Há também diferentes linhas e espinéis...

Raul Brandão, Os Pescadores, 1923.

10.2.15

ensaio sobre lisboa

Sábado de manhã a apanhar sol. Sábado de manhã a apanhar sol.Sábado de manhã a apanhar sol. Sábado de manhã a apanhar sol. Sábado de manhã a apanhar sol.

No sábado de manhã aproveitei que tinha de ir comprar uns frascos grandes para a loja, saí mais cedo, fiz o que tinha a fazer num instante e fui deitar-me ao sol. Estava um daqueles dias de inverno de céu muito claro, sol e um frio de rachar. Fiquei horas no miradouro do Adamastor até começar a ferver e tirar casacos. Terminei o último livro: Ensaios sobre o amor.

quando um livro influencia inconscientemente as escolhas

Estou desde ontem a pensar num destino para umas hipotéticas mini férias (dois dias nem deviam ser considerados férias sequer) de Carnaval e dei por mim a escolher zonas litorais e de pesca, à procura das mesmas descrições de cores, paisagens e pessoas. De Caminha às Berlengas? Montedor? Viana? Foz do Douro?

A ler, ainda estou na Póvoa do Varzim.

4.2.15

três dias da semana resumidos num parágrafo

sementes de chia na loja doSEMENTE

Esta está a ser daquelas semanas a valer.
Penso sempre que 'quando chegar a casa ainda faço uma pesquisa, respondo a uns emails, faço o jantar e sei lá mais o quê'. Depois fico na loja até mais tarde e o 'chegar a casa e ligar o computador' passa a ser uma utopia. Nem filmes, nem livros e nem sequer uma música ao serão.
Com sorte, arrasto-me para um chá numa qualquer pastelaria chinesa (!!), para ouvir falar, tentar construir um raciocínio parvo em inglês e desligar-me da corrente.

Entre a gráfica e um curso de gestão alimentar lá apareceram as sementes de chia na loja.
Tenho a certeza que as próximas sementes já não irão dar tanto trabalho.

1.2.15

domingo (outra vez) pela madragoa

passear até ao museu nacional de arte antiga passear até ao museu nacional de arte antiga passear até ao museu nacional de arte antiga passear até ao museu nacional de arte antiga passear até ao museu nacional de arte antiga passear até ao museu nacional de arte antiga

Caminhar até ao museu.
Ver os azulejos e o telhados sobre os telhados.
Parar no miradouro.
Dar a provar os peixinhos da horta e as chips de batata doce a um amigo belga.
E passar pelo filme Madragoa.