começou com um atraso de não sei quantas horas. depois foi a impressora, porque o tinteiro amarelo passou do prazo de validade. depois foi a minha conta online que ficou suspensa, porque o código não deu. com um dos items em standby fui para o seguinte. alterar cores e tramas etc etc. check, alterado. vai daí não consegui fazer o security nem o hyperlink devidamente. volta um passo atrás e altera tudo de novo. em suspenso continuam os anúncios, as impressões e o upload claro. ainda não avancei para a terceira tarefa (das mais importantes para hoje) porque pressinto que algo vai falhar também. possivelmente até será o scanner, talvez morra de vez hoje. e também me aborrecem as constantes deslocações. agora estou na secretária, que é onde estou melhor nas primeiras horas até começar a doer qualquer coisa (onde está a ergonomia?). mudo-me para a mesinha (e a pergunta volta a surgir), geralmente depois da barriga cheia. se quero imprimir (ou pelo menos tentar) vai tudo para o quarto. porque a impressora, espante-se, não cabe na sala então está em cima de um mini-móvel-biblioteca que por acaso até tem blusas. se quero digitalizar, vai tudo para o sofá. que o scanner está no sítio dos dvds. pior é quando quero usar a máquina de costura. vai tudo para o chão. também é tecnicamente impossível ter um livro ao lado do portátil. e tricot só no sofá (não é que me chateie muito), que por acaso é para duas pessoas e nós cá somos três mais um gato. então volto-me a deslocar.
o é pequena mas acolhedora hoje decididamente não pega.
11.12.08
10.12.08
juan muñoz :: uma retrospectiva
no museu serralves até dezoito de janeiro.
mais fotografias (algumas minhas e outras do h.)
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no fim-de-semana fomos até aveiro com alguns saltos ao porto. deu para tudo. fomos ao serralves, passeámos pelo jardim, vimos mais uma ou outra exposição sem grande interesse, apanhámos uma valente molha (não tão grande como a do cais sodré), houve ainda um episódio de urgência, passámos na urbanização, voltámos ao porto, batemos com a cara em muitas portas (e não fomos os únicos).
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ando sem tempo. tudo leva mais tempo a terminar. e sem dar por isso, chega a noite e mais um dia que passou.
e ainda quero imprimir o currículo e ir passear à futurália (ora, porque nunca se sabe).
9.12.08
ritual
descarregar a máquina
ver as fotografias mais de mil vezes
escolher
(re)escolher
photoshop (para os pequenos ajustes)
upload para o flickr
títulos, tags, descrições, links...
post
vou a meio do ritual, para colocar aqui as fotografias do fim-de-semana. dá algum trabalho mas é assim que gosto. e agora o trabalho é redobrado.
ver as fotografias mais de mil vezes
escolher
(re)escolher
photoshop (para os pequenos ajustes)
upload para o flickr
títulos, tags, descrições, links...
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vou a meio do ritual, para colocar aqui as fotografias do fim-de-semana. dá algum trabalho mas é assim que gosto. e agora o trabalho é redobrado.
4.12.08
coisas parolas
no domingo fiquei todo o dia em casa, choveu e fez frio. alterámos a sala dos meus pais e fizemos gifs bastante parolos [coisa muito geek e sem nenhum propósito, eu sei!].
3.12.08
the ticket book
tinha por hábito guardar todos (mas todos mesmo) os bilhetes de tudo. cinema, comboio, autocarro, festivais, festas, convites. tinha o meu primeiro bilhete de cinema, no já extinto cine-teatro de silves, de duzentos escudos (ou seria menos ainda?). como não passavam de senhas, sem data, tinha-os ordenado por ordem alfabética. e os seguintes por datas. volta e meia tirava-os da caixa e revia mentalmente alguns dos filmes que mais tinha gostado. numa dessas vezes, em vez de os guardar na caixa meti-os no lixo. coincidiu com a aquela fase (bastante estúpida, por sinal) em que deixei de usar brincos, por ser tudo demasiado supérfluo. enfim, arrependi-me. e levei anos sem guardar um único bilhete.

isto para dizer que há pouco tempo retomei este hábito. adaptei um moleskine (daqueles lisos e de capa maleável), pintei a capa e dymei-o (palavra acabada de inventar mas que faz muito sentido cá em casa). colo-os, por vezes acrescento-lhes notas (antes já o fazia, até costumava fazer um breve resumo dos filmes no verso do bilhete. agora existe internet, já não me dou a esse trabalho) e vou mantendo-os todos juntos e bem acessíveis.


na última fotografia :: bilhete do documentário a gravura, que vi no doclisboa e que me fez voltar para casa com uma vontade imensa de ler (o pouco que tenho) sobre gravura. recomenda-se.
isto para dizer que há pouco tempo retomei este hábito. adaptei um moleskine (daqueles lisos e de capa maleável), pintei a capa e dymei-o (palavra acabada de inventar mas que faz muito sentido cá em casa). colo-os, por vezes acrescento-lhes notas (antes já o fazia, até costumava fazer um breve resumo dos filmes no verso do bilhete. agora existe internet, já não me dou a esse trabalho) e vou mantendo-os todos juntos e bem acessíveis.
na última fotografia :: bilhete do documentário a gravura, que vi no doclisboa e que me fez voltar para casa com uma vontade imensa de ler (o pouco que tenho) sobre gravura. recomenda-se.
um constante to-do
ao ir dar a este blog lembrei-me que tenho uma espécie de cortina por terminar, metida numa gaveta qualquer.
2.12.08
há sempre alguém que se explica melhor que eu
o diário gráfico é aquele bocado do dia reservado para mim. não tenho sítio próprio, nem hora marcada, não tenho um plano para o fazer. é a ida que faço todos os dias para um lugar que ainda não existe e que ao fim de uns minutos ganha forma. é a minha viagem.
(pedro gaspar no desenhador do quotidiano)
(pedro gaspar no desenhador do quotidiano)
de volta
bom dia dezembro.
bom dia frio.
bom dia semana a começar à terça-feira.
bom dia tanta coisa para me entreter.
bom dia frio.
bom dia semana a começar à terça-feira.
bom dia tanta coisa para me entreter.
28.11.08
meia meia
uma meia meia feita,
outra meia por fazer;
diga-me lá, ó menina,
quantas meias vêm a ser?
não é meia. é inteira mas só uma. tem tantos erros como as letras do meu nome. mas o fio não é grande coisa [foi só para experimentar, foi só para experimentar]. para não ficar sozinha vou fazer-lhe uma companheira. como o fio que não é grande coisa não é suficiente, junto-lhe um outro azul que também não é grande coisa [mas é só para experimentar, mas é só para experimentar]. a próxima ficará melhor e a seguinte melhor ainda.
agora vou fazer as malas. bom fim-de-semana. volto na terça.
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