14.11.08

estes dias

ando empenhada em terminar o portfolio. não está fácil. o portátil precisa urgentemente de uma formatação. a falta de espaço é o menos. pior é a falta de memória (voltei a pedir emprestada a do portátil do h.). então passo os dias sem internet, para puder desligar o antivírus e uma série de programas que estão sempre abertos. antes contornava essa situação dividindo os projectos por vários ficheiros. agora tenho de os compilar num só ficheiro para os resumir num a3. por vezes faço copy and paste e vou até aos indianos comprar fruta e quando volto ainda está tudo bloqueado. então vou para a cozinha até tudo ficar bem. também tenho sempre uma revista ao lado para ler nos entretantos. é incrível como o tamanho dos ficheiros foi aumentando de ano para ano. mas o que lixa tudo são os projectos de urbanismo, que são brutalmente pesados.

nota1: hoje termino isto. tenho uma série de posts em linha de espera, não sei quantos emails por responder, feeds para ler, actualizações para fazer.

nota2: para a próxima semana o portátil vai ser mesmo formatado. guardar o que interessa. lixo com o que não interessa. passar muita coisa para o disco externo e outras para o computador de casa (desktop). só não sei o que fazer com as milhares de fotografias que tenho. ocupam imenso espaço mas não consigo apagá-las. acho que vão sobreviver ao lado da música. tudo o resto sai. e talvez voltem os joguinhos [ai que saudades do gta!], que no terceiro ano tive de apagar por ocuparem muito espaço.

11.11.08

fim-de-semana turístico

lena e mara

a mara e a lena vieram passar o fim-de-semana cá a lisboa.
então armámo-nos todos em turistas e lá fomos nós conhecer lisboa.


alfama
terraço

campo de ourique. príncipe real. mercado biológico (comprar castanhas). miradouro de são pedro de alcântara. chiado. feira dos alfarrabistas. a vida portuguesa. almoço na pizzaria. baixa. . miradouro de santa luzia. largo das portas do sol. alfama. castelo. chapitô. costa do castelo. terraço do mercado do chão do loureiro. pollux. atravessar manifestação dos professores. chiado ao fim do dia. bairro alto. jantar no colombo. bairro alto, mas só até às 02h00 (com direito a polícias em cada esquina e tudo). dormir.

a olhar para cima

belém. almoço (devíamos ser os únicos portugueses). mosteiro dos jerónimos. centro cultural de belém. loja. esperar pela carla. casa. terminal de autocarros.

momento infeliz: ver uma senhora de leste (pareceu-me romena) a assaltar uma outra senhora estrangeira-turista (pareceu-me inglesa), enquanto esperávamos para entrar no eléctrico no largo de camões. pior mesmo foi não pudermos fazer nada. duas delas meteram-se à nossa frente (travando-nos a passagem), ladeadas ainda por um homem. todos eles com muito mau aspecto e dentes de ouro.

mais fotografias (em slideshow)

...

aqui guardado, ficou o post do fim-de-semana. fiz upload das não-sei-quantas fotografias para o flickr, estava a alterar nomes, tags, permissões etc etc e de repente deixei de conseguir aceder.

assim que o flickr desemburrar o post aparece e (pelos vistos) as outras fotografias todas deste blog (já que estão todas alojadas no flickr).

nouvelle vague

digam o que disserem, eu até gostei (talvez por nunca os ter visto ao vivo, com a formação anterior). talvez tirasse apenas o segundo encore.

nouvelle vague
nouvelle vague
nouvelle vague

por incrível que pareça, saí de lá com a roupa e cabelo a tresandar, quando à entrada está bem à vista, o dístico vermelho.

7.11.08

sabor

depois dos dedos doridos de tanto descascar castanhas assadas, chego à conclusão que amanhã tenho ir à feira só para comprar castanhas com sabor a castanhas. é que as castanhas do minipreço, as mais baratas do que quaisquer outras aqui na rua, sabem rigorosamente a NADA.
nem o sal nem a erva doce as salvaram.

we (not) fade to grey

estou sempre a mudar de wallpaper. quase nunca uso fotografias minhas. muitas delas costumam vir do flickr. e prefiro sempre as mais coloridas (ao contrário do h.).
assim vou deixar aqui um wallpaper (com duas resoluções),
feito a partir de uma fotografia minha, de uns azulejos (claro!) em torre de moncorvo. actualmente é este que estou a utilizar.

wallpaper_4x3 para monitores 4:3 (resolução 1600x1200)
wallpaper_16x9 para monitores 16:9 (resolução 1600x900)

nouvelle vague daqui a pouco no campo pequeno.

6.11.08

rota da terra quente

já a terminar os posts das férias, [finalmente! quase dois meses depois] falta somente relatar o último dia naquela região.

podence

então, assim que soubemos do tal temporal, reformulámos todo o percurso a fazer. arrumámos as tralhas do camping, decidimos ir passear com tudo atrás e ir dormir à (já nossa conhecida) pousada da juventude de vila nova de foz côa.
como não existe ainda uma rota definida da terra quente, agarrámos no mapa e elaborámos um percurso não muito pensado. fomos primeiro a podence e à casa do careto (aliás, esta foi a principal razão da viagem). seguimos para a albufeira do azibo, uma praia fluvial de paisagem protegida.

azibo

aqui apeteceu-nos estender a capulana, deitar e ficar a ouvir os (poucos) pássaros. em vez disso, atirámos pedrinhas. passámos por macedo de cavaleiros e só parámos para almoçar em mirandela. depois fomos devagar, subindo e descendo os montes, parando e admirando a paisagem até torre de moncorvo.

torre de moncorvo

depois do incidente

durante a distância temporal entre estas duas fotografias muito se passou.
quisemos ir conhecer a aldeia de cilhades (abandonada desde do séc. xix) e que após a construção da barragem do rio sabor (o mesmo que nos acompanhou quase todas as noites) irá ficar submersa (como aconteceu em vilarinho das furnas). fomos até felgar e a partir daí pedimos informações para ir até cilhades. seguimos, seguimos, seguimos, sempre a estranhar o caminho, entre oliveiras, numa descida vertiginosa. deixámos de achar qualquer piada ao caminho e quisemos voltar para trás. só que não conseguimos, ou melhor, o carro não conseguiu. patinava nas pedras e nem sequer arrancava. tirámos toda a bagagem, na esperança de ficar mais leve, conseguimos fazer inversão de marcha, mas subir era quase impossível. estávamos perdidos, desorientados, sem ter a mínima noção de onde nos encontrávamos e com o sol a baixar rapidamente. eu tremia por todos os lados. ligámos para os bombeiros de torre de moncorvo a pedir auxílio, como não conseguimos explicar onde estávamos de pouco adiantou [o nosso gps conseguiu avariar, sem arranjo, uns dias antes de sairmos de lisboa]. então, já desesperados e com a bagagem toda espalhada pelo chão, fizemo-nos à estrada a pé até felgar. agarrei num bloco de apontamentos e numa caneta e fui apontando TUDINHO para não nos perdermos (ainda mais) no regresso. pelo caminho, apanhámos boleia de um agricultor que nos deixou em felgar. esperámos pelos bombeiros e voltámos todos para onde tínhamos deixado o carro. conseguiram puxá-lo. eu ainda tremia (nunca me lembro de ter tremido tanto). sem querermos ver mais nada, fomos para a pousada descansar. o carro ficou a cheirar a pneu e a embraiagem durante dias.

e no dia seguinte, mal abri as janelas foi esta a imagem que tive do temporal (que teve direito a alerta na televisão e tudo).

bom tempo

mais fotografias :: rota da terra quente + férias set'08 [set agora já completo]

4.11.08

??

está a ser penoso, rever os últimos seis anos da minha vida. pior ainda, seleccioná-los.
pronto, deixei de adiar o inadiável. deixei de (me) dar desculpas.
estive doente... estive a ler um livro... estive a ver se chovia... agora é o doclisboa, não dá... estive a arrumar... agora é para fazer o jantar...
o que eu (penso que) queria mesmo, (acho que) não passa por aí. mas vou-me limitar a fazer como-deve-ser. depois logo se vê. mas se não tivesse que pensar em dinheiro, sei o que faria (ou o que não faria).
[como diz a nazaré, só não quero é andar frustrada e depois obrigar os filhos a fazerem aquilo que não consegui!]
e depois, até pode ser que não seja assim. ou que a coisa demore e tudo (aparentemente) se resolva.