pacote de leite meio gordo de um litro + cafeteira.
levar ao lume até quase ferver (desligar quando começar a fazer espuma). ir retirando a nata que se forma à superfície (devido à diferença de temperatura).
passar para o recipiente onde queremos guardar o iogurte.
aguardar cerca de meia hora, para o leite arrefecer e atingir uma determinada temperatura (que não sei ao certo qual é). ou como se fazia antigamente: até se conseguir manter o dedo dentro do leite durante 10 segundos. no fim, retirar, uma vez mais, a nata que se forma à superfície.
misturar um iogurte natural não açucarado e mexer muito bem.
envolver, muito bem, o recipiente com um pano, ou dois. (não é necessário colocar dentro de uma forma, só o faço por questões logísticas)
e tapá-lo. (como não tenho tampa que caiba, uso um prato)
guardar num local seco e, preferencialmente quente (dica da maman xuxudidi: aproveitar a fase de arrefecimento do forno), durante cinco horas ou durante uma noite. depois é só colocar no frigorífico.cá em casa come-se com fruta, pela manhã. ou com as nossas compotas.
então, no dia seguinte, e aproveitando que o tempo não estava bom para mergulhos, decidimos ir passear. conseguimos dar com a fonte da telha (graças à cristina). seguimos para o parque natural da arrábida. passámos pelo portinho da arrábida (que me esqueci a fotografar), pela praia da anixa (ou anicha?) e pelo complexo industrial de salga de peixe (romanos). de regresso ainda espreitámos para uma outra destas, que não sei ao certo qual foi.da próxima ou vamos experimentá-las ou vamos aceitar as dicas da mary (adraga, praia grande, são julião, guincho...).

há imagens que gosto. que quero guardar. por vezes, vou só vê-las. e depois revê-las. vou agrupando-as numa pasta. e online no vi.sualize.us, muito ao jeito do del.icio.us. o motivo é sempre o mesmo: só porque sim.
o nosso objectivo era ir até à fonte da telha. seguimos as placas e passámos pela costa da caparica. estava calor e imenso trânsito. pára arranca, pára arranca. cansados, transpirados e com fome, decidimos parar, encostámos o carro na berma. para a esquerda ou para a direita? seguimos a pé para a esquerda. andámos. andámos. e chegámos à praia. ou melhor, ao hot spot lá do sítio.complicado foi arranjar um (pequeno) espaço para seis pessoas.não me lembro a última vez que estive numa praia tão atulhada. e se estivéssemos sozinhos, teria voltado para trás. valeu pela temperatura da água.
na segunda fotografia, estava debaixo do nosso guarda-sol, que não é esse que aparece em primeiro plano. e não usei zoom.
manifestações de amor, de diferentes formas, todas em paris. gostei muito de umas e pouco de outras. todas de cinco minutos e uma de cada realizador.uma opinião com breves descrições de cada história.
de casa muito cheia, com mais quatro.com muito calor e só consigo pensar em praia.acho que é desta que vamos mesmo para a costa.

:: às camadas. leite condensado bem frio + café + chantilli + chocolate em pó. uma autêntica bomba calórica.:: flocos de neve, os originais. com direito a making of e tudo. o invólucro, depois de lavado, ainda serve de filtro vermelho, a juntar ao amarelo (papel celofane) e ao verde (do cartão do meu cabeleireiro).
prometo-me que amanhã tudo será diferente... senão arrependo-me.e a culpa é do calor. que não me deixa pensar muito além dos minutos vividos.
:: (...) mas silves não é só castelo, nem resquícios islâmicos - é actividade cultural. [actividade quê?] desde que ali nasceu a fábrica do inglês, uma espécie de ccb em ponto pequeno [?????], muito dos principais espectáculos passam também por esta cidade algarvia. (...) (no suplemento portugal inesquecível, da revista visão):: tiësto é deus para qualquer pessoa que não tenha peças de origem no carro*. (na timeout da semana passada)
não gosto de dj tiësto, aliás dez minutos bastaram para que me fosse embora, no último dia do super bock super rock.
[*ricardo, esta é para ti. desculpa, mas não resisti]