28.2.08

de caras

não sei porquê mas nunca vi muitas fotografias da minha mãe de quando era mais nova. muito rapidamente, lembro-me de uma, a preto e branco, devia a minha mãe ter uns doze anos e estava na praia.
não a conheço muito nova.
e hoje, após umas tentativas (falhadas) para tentar mostrar o tamanhão das minhas olheiras (estou doente!), vi-me e lembrei-me da minha mãe.
achei-nos tão iguais (tirando os olhos verdes e a pele extremamente branca).

sempre que estou com a minha avó ou com a minha bisavó ou com amigos/ colegas da minha mãe (de quando ela era nova) dizem-me sempre que sou uma fotocópia.
nunca achei.

e agora, em mim, vi a cara dela com o sorriso do meu pai.

[saudades, só até amanhã]

26.2.08

a rodar por cá

não conhecia e passei a ouvir (muitas e muitas vezes):
:: koop, desde que li este post
:: belleruche, recomendado pela mademoiselle

já procurei no coliseu e no ticketline... afinal cat power é mesmo para quando e onde? [via blitz]
e soube agora mesmo,
björk no sudoeste!

sleep às vinte e quatro [horas e de julho]

sleep

vou andar assim até quinta... assim cansada. assim a não aguentar muito mais além da meia noite. assim a contar os minutos até ir dormir descansada e com o trabalhinho feito.

25.2.08

+ (do mesmo)

galeria fernando santos

ainda na onda das galerias, há uns dias (bastantes) fomos e vimos:
:: na galeria valbom, tu de emerenciano
:: na lisboa20.Arte contemporânea, cristina lamas
:: na cristina guerra - contemporary art, the hunter de noé sendas
:: na galeria vera cortês, o arquivo de daniel blaufuks
:: na galeria fernando santos (na fotografia), julie series de luísa mota
:: na galeria filomena soares, gathering de allison cortson e invocations de tracey moffat
:: na galeria paulo amaro, clareira de nuno vicente

23.2.08

adoro...

...falar sobre cidades. diferenças entre uma e outra.
o porquê de morar aqui e não ali.
o verdadeiro significado de qualidade de vida (conceito muito pessoal).
aquilo que nos fixa numa e não noutra cidade.
penso muito se quero ficar, se quero voltar ou se quero mudar.

21.2.08

em segunda mão

pequeno-almoço

ultimamente tenho comprado mais loiça em segunda mão. o que antes era uma loja quase vazia e sem importância passou a uma movimentada casa de artigos muito bonitos. estendem a quinquilharia no passeio, juntam-lhes uns pequenos móveis de prateleiras com pratos, chávenas, pires, jarros e afins, e outro só com livros. sempre (e sempre mesmo) que passo por ali dou uma volta um pouco maior e admiro a tenda armada. raramente lhes resisto. só tenho pena, realmente, é de não ter espaço para mais (em casa pequena é assim). já tinha andado pela outra, bem mais atulhada e sem o magnífico passeio e escadas a servirem de montra. essa é a loja 1 e a outra, a loja 2 (nomes verídicos).

isto tudo porque ao descarregar o cartão da máquina, dei com uma série de fotografias dedicadas à nova[velha] aquisição.

e esta também veio de lá.

19.2.08

roteiro no porto

vista da cadeia da relação

há para aí dois fins-de-semana, fomos até ao porto.
chegámos, andámos às voltas totalmente perdidos até encalharmos num posto de turismo. mapas, agenda cultural, informações úteis. seguimos e parámos o carro perto do palácio de cristal (como já vendo sendo hábito).

:: daí fomos até ao museu nacional de soares dos reis, onde vimos a exposição permanente e ainda fomos espreitar a temporária - rituais de inverno com máscaras (que inclui um vídeo).

:: depois do almoço, passámos pela galeria 111 (num magnífico edifício) com a exposição de graça morais - pintura e desenho.

:: seguimos pela rua dom manuel ii ao campo mártires da pátria, mais propriamente até à cadeia da relação, onde está sediado o centro português de fotografia. aí vimos night order de joão leal; fast city & days of night de morten andersen; testemunhos do tempo de flor garduño; a colecção de câmaras fotográficas de antónio pedro vicente (); ainda fiz uma sequência de fotografias na cela onde esteve detido o escritor camilo castelo branco.

night order de joão leal
fast city & days of night de morten andersen

:: depois descemos a encosta até à freguesia de miragaia onde tivemos uma conversa bastante animada com uma old lady, no passeio das virtudes, que nos aconselhou a ler a quinta das virtudes, um livro de mário cláudio (escritor portuense), sobre a bonita zona onde estávamos. hei-de lê-lo!

:: e porque a conversa alongou-se demasiado, fomos directos para o mercado ferreira borges.

:: daí subimos pela rua das flores, parámos numa pastelaria perto de são bento, seguimos para a avenida dos aliados, passámos pelos clérigos e pela rua das galerias de paris até pararmos perto da igreja do carmo e da igreja das carmelitas (obrigada mj+joão pela informação, que já não me lembrava).

:: já completamente de noite, não quisemos ir embora sem passar na rua de cedofeita e na miguel bombarda. esta última com muitas galerias de arte e aí seguimos as recomendações da apga - porto.arte.contemporânea. vimos: ray smith, na galeria fernando santos; pim, pam, pum (série negra) de teresa silva, na galeria trindade; machines are ready de tiago almeida, na galeria serpente; entre muitas outras.

machines are ready, de tiago almeida, na galeria serpente

:: por fim, casa da música.

fotografias, em slideshow, deste dia.

18.2.08

cheias

saí de casa às 9h cheguei às 10h. dei uma volta e rua fechada. semáforos parados. carros avariados. segunda hipótese: entrar em monsanto por benfica, lá fui. não consegui. fechado por inundações. às portas da segunda circular, vi o trânsito parado e ainda mais carros avariados. os autocarros da carris demoram séculos e também não chegam ao alto da ajuda por lado. pensei em ir por alcântara mas mal li as notícias desisti. vim para casa. demorei uma hora e nem saí da minha zona.
desde que acordei só tenho ouvido sirenes dos bombeiros, da psp e do inem.

17.2.08

cozido vegetariano

cozido vegetariano

ingredientes:
ingredientes

preparação:
preparação

cozi a couve portuguesa toda e acrescentei ainda 100g de tofu.
fiz outras alterações que agora já não me lembro.
a receita é tirada do livro
verde.