só para saber como fica:
:: basta clicar. fica pequeno. para ver maior, basta ir ao site. é giro e já me registei ::
19.12.07
17.12.07
bolo de chocolate
este ano só vou comprar uma única prenda de natal. mais nada. é para uma amiga e já está comprada. e prefiro jantares tipo-familiares a presentes. árvore de natal não há e entusiasmo muito menos. e só de pensar que hoje terei de ir às compras ao continente já me assusta, só de pensar na quantidade de gente natalícia de roda das prendas e a entupir as caixas.
se calhar até nem vou ao continente, agora gosto muito do miosótis.
se calhar até nem vou às compras. mas quero mesmo fazer aquela sopa de grão-de-bico e alho francês do jamie. comprei grão seco e agora tenho de o gastar.
voltou a haver bolo de chocolate cá por casa, desta vez as natas/ chantilly ficaram óptimas e consistentes (nada que se pareça com o bolo da fotografia).
-
está tanto frio. para este natal peço-me um saco de água quente e mais uma hora diária.
o que farias, se o teu dia tivesse mais uma hora?(*)
sem pensar duas vezes... namorava!
(*) nome parecido, de um filmezinho que vi há pouco tempo, que não encontro agora e nem me vou dar ao trabalho de o procurar
fim-de-semana natalício (pouco entusiasmante)
este fim de semana fomos até aveiro.
inicialmente, o propósito era terminar um trabalho (do helder) e ir depois até ao porto, passar o resto do tempo, seguindo algumas sugestões expositivas. afinal, no sábado, os quarteto de bolso (novo projecto musical?) foram até festival ibérico (de onde vieram com um segundo lugar) em seia e enquanto isso, eu fiquei em casa (na vila da carregosa), a tiritar de frio. valeu-me a lareira acesa logo a partir das 15h até noite adentro.
numa ida até aveiro, para improvisar qualquer coisa para o meu jantar, deixei-me contagiar pelo entusiasmo natalício (que é sempre uma óptima desculpa nesta altura e que serviu para me aquecer um pouco mais o espírito) e comprei um livro, uma revista e uma panela de barro de barcelos (a metade do preço das que encontro cá em lisboa).
terminei a noite a ver a ver a rapariga morta (gostei apesar de ser um típico thriller, com a história trocada, que nos vai mostrando uma parte, depois a outra e só no fim é que se percebe... muito normal e segue a receita hollywoodesca dos thrillers) seguida de um dos filmes do charlie chaplin.
com os horários trocados, no domingo já bastante tarde, seguimos para o porto. ficámo-nos pelo serralves. robert rauschenberg, lúcia nogueira (na qual escapam umas duas ou três instalações e alguns desenhos, o resto não me despertou a mínima curiosidade), lugares e materiais, revistas avant-garde e o bes revelação 2007 que não conseguimos ver (por a casa de serralves estar ocupada com um evento (?)... um episódio comum, pelos vistos).
depois, foi andar às voltas até sermos confrontados com uma invasão natalícia de pais-natal (tal como há cinco anos atrás) com destino ao guiness (ridículo, ridículo, ridículo... enfim).
fartei-me, apanhei uma irritação natalícia (e não-natalícia também) e vim para lisboa.
inicialmente, o propósito era terminar um trabalho (do helder) e ir depois até ao porto, passar o resto do tempo, seguindo algumas sugestões expositivas. afinal, no sábado, os quarteto de bolso (novo projecto musical?) foram até festival ibérico (de onde vieram com um segundo lugar) em seia e enquanto isso, eu fiquei em casa (na vila da carregosa), a tiritar de frio. valeu-me a lareira acesa logo a partir das 15h até noite adentro.
numa ida até aveiro, para improvisar qualquer coisa para o meu jantar, deixei-me contagiar pelo entusiasmo natalício (que é sempre uma óptima desculpa nesta altura e que serviu para me aquecer um pouco mais o espírito) e comprei um livro, uma revista e uma panela de barro de barcelos (a metade do preço das que encontro cá em lisboa).
terminei a noite a ver a ver a rapariga morta (gostei apesar de ser um típico thriller, com a história trocada, que nos vai mostrando uma parte, depois a outra e só no fim é que se percebe... muito normal e segue a receita hollywoodesca dos thrillers) seguida de um dos filmes do charlie chaplin.
com os horários trocados, no domingo já bastante tarde, seguimos para o porto. ficámo-nos pelo serralves. robert rauschenberg, lúcia nogueira (na qual escapam umas duas ou três instalações e alguns desenhos, o resto não me despertou a mínima curiosidade), lugares e materiais, revistas avant-garde e o bes revelação 2007 que não conseguimos ver (por a casa de serralves estar ocupada com um evento (?)... um episódio comum, pelos vistos).
depois, foi andar às voltas até sermos confrontados com uma invasão natalícia de pais-natal (tal como há cinco anos atrás) com destino ao guiness (ridículo, ridículo, ridículo... enfim).
fartei-me, apanhei uma irritação natalícia (e não-natalícia também) e vim para lisboa.
13.12.07
lóbis
... acontece que os lóbis das indústrias são tão poderosos que influenciam, à partida, todo o processo legislativo que passa pelo parlamento. um lóbi não eleito determina a legislação...
nas minhas tabs
ando a ouvir
:: au revoir simone que foram ao santiago alquimista (myspace + youtube)
:: a rever/ reouvir nouvelle vague (myspace + youtube)
:: não conhecia larkin grimm. hoje em aveiro, no mercado negro e amanhã no zdb, em lisboa. (myspace + youtube). e estou a começar a gostar.
li e gostei
:: li na timeout, passei por lá e gostei. fiquei adepta do miosótis. e fica mesmo na rota de um dos autocarro que passa à porta de casa.
:: li e fui até à appletonsquare (ou melhor, a galeria é que me surgiu à frente, a caminho da loja de reparação da canon, em alvalade). exposição de miguel ribeiro.
:: nozverde um blog de chás (link sugerido pelo mário, via twitter)
:: au revoir simone que foram ao santiago alquimista (myspace + youtube)
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:: não conhecia larkin grimm. hoje em aveiro, no mercado negro e amanhã no zdb, em lisboa. (myspace + youtube). e estou a começar a gostar.
li e gostei
:: li na timeout, passei por lá e gostei. fiquei adepta do miosótis. e fica mesmo na rota de um dos autocarro que passa à porta de casa.
:: li e fui até à appletonsquare (ou melhor, a galeria é que me surgiu à frente, a caminho da loja de reparação da canon, em alvalade). exposição de miguel ribeiro.
:: nozverde um blog de chás (link sugerido pelo mário, via twitter)
bananas
a minha mãe enviou-me esta receita por e-mail. provou-a num restaurante em lagoa e conseguiu apanhar-lhe a receita. vou transcrevê-la tal e qual como a recebi. e hoje vou voltar a fazê-la, porque nem todos a provaram, cá em casa.
pus azeite e cebola numa panela, deixei refogar. a seguir juntei uma banana às rodelas e um quarto de pimento verde às tirinhas. acrescentei o tofu aos quadrados pequenos e cozinhei um pouco mais. depois, juntei um pacote de natas de soja (por causa da digestão... são mais leves logo mais digestivas), onde previamente misturei uma colher de chá de açafrão e um pouco de piripiri (porque eu [a minha mãe] não gosto de caril... escusado será dizer que eu utilizei caril que gosto bastante). deixei ferver e apaguei o fogão.
experimenta a sugestão que é muito boa, vais gostar.
e gostei.
como dessa vez comprámos bananas para dar e vender, a rita acabou por utilizá-las num banoffee. não sei a receita que ela usou e também não ficou como devia ser. a utilização de leite magro e de pouco leite condensado (magro também... era o que havia cá por casa) não facilitaram a consistência do banoffee. esta vamos ter de repeti-la, usando a receita tim-tim por tim-tim.
feira da estrela
como já referido, no sábado fui à feira da estrela.
tudo muito animado, muito colorido mas infelizmente vê-se pouca inovação, sem grandes novidades. ou seja, muito do mesmo (com algumas excepções), já visto e revisto em feiras deste género e às tantas começa, mesmo, a fartar. com preços elevados (para a qualidade da peça... a meu ver) para depois andar meia dúzia de passos e ver algo muito muito parecido.
de qualquer forma, é de se louvar iniciativas como esta. o jardim estava animado, cheio de gente, com vida e é sempre bom acontecerem estas feiras para que se possa mexer, tocar e comunicar com quem vende (para além do monitor, via blog, via email...).
registei algumas (e respectivo criador) que me agradaram.
:: gostei de algumas destas malas da ammadesign
:: ideia bastante interessante (que já conhecia só não sabia onde se compravam) para a reutilização dos sacos de plástico
:: e os colares (ou cachecóis?) bagbagmary
tive ainda de conversa com a rita (eu não me calo!) e acabei por comprar uma belíssima almofada. elogiada por todos cá em casa. até o fígaro tem agora a mania de dormir encostadíssimo à almofada.
10.12.07
o que faço?
presas na olympus, tenho as fotografias:
- do destino dos tomates (depois de secos e em pão)
- da minha manhã de sábado (desperdiçada) às voltas entre alvalade e a estrela
- da feira da estrela, na qual (finalmente) conheci a rita
- da nova almofada cá de casa
- do aniversário do pedro (e estas são as que mais me estão a deixar irritada!)
- do bolo de chocolate de ontem
ponho o cartão xd no leitor de cartões e o computador pergunta-me automaticamente se quero formatar o cartão, sem me deixar ver as fotografias.
ligo a máquina para tentar vê-las e a máquina pergunta-me se quero formatar o cartão, sem me deixar ver as fotografias também.
falta-me tentar directamente com o cabo (e por onde anda?)
sei que não é culpa da máquina mas... quero a minha canon!!!
- do destino dos tomates (depois de secos e em pão)
- da minha manhã de sábado (desperdiçada) às voltas entre alvalade e a estrela
- da feira da estrela, na qual (finalmente) conheci a rita
- da nova almofada cá de casa
- do aniversário do pedro (e estas são as que mais me estão a deixar irritada!)
- do bolo de chocolate de ontem
ponho o cartão xd no leitor de cartões e o computador pergunta-me automaticamente se quero formatar o cartão, sem me deixar ver as fotografias.
ligo a máquina para tentar vê-las e a máquina pergunta-me se quero formatar o cartão, sem me deixar ver as fotografias também.
falta-me tentar directamente com o cabo (e por onde anda?)
sei que não é culpa da máquina mas... quero a minha canon!!!
7.12.07
nós e os sacos
por questões de proximidade, fazemos as grandes compras (compras semanais ou bi-semanais) no continente. o que não me preocupa nada e de onde, agora, trago os sacos de plástico:
este saco é reciclável e 100% degradável. quando se apresentar quebradiço, está já em fase de degradação, devendo colocá-lo no seu recipiente de lixo doméstico. (d2w e em português)
antes, levava os meus sacos de pano ou aquele grande saco de plástico reutilizável e resistente (e directamente substituível quando estragado, rasgado...) e nunca ninguém me olhou de lado, nem a pessoa que me atendeu estranhou.
e sim, prefiro pagar por um saco de plástico degradável (e sem buracos, please) nos super e hipermercados, para ajudar as pessoas a se consciencializarem. a pensar duas vezes antes de trazerem milhares de sacos para casa (porque na hora de pagar pensa-se sempre duas vezes. e resulta mesmo, aliás vê-se no lidl e no pingo doce). e se é para pagar, pelo menos que sejam totalmente degradáveis (a degradação inicia-se em qualquer ambiente) ou biodegradáveis (exige um ambiente biologicamente activo para iniciar a degradação) ou, melhor ainda, feitos a partir de milho ou batata (e não do petróleo).
quanto às compras diárias, a maior parte delas feitas cá na rua, levo sempre um dos muitos sacos de pano (aliás um deles, anda sempre comigo na mochila ou na mala) ou o saco feito a partir de embalagens de café (que é mais pequeno). e também aí, ninguém estranha e até agradecem a não utilização dos outros sacos.
e como acondicionamos o lixo doméstico ou orgânico? vamos colocando o lixo, durante o dia, num alguidar que fica sempre na bancada da cozinha. ao final do dia despejamo-lo para um dos tais sacos d2w. infelizmente, como alguns têm pequenos buracos, acabo por colocar dois sacos, um dentro do outro (um gasto desnecessário, portanto). e vai direitinho para o balde do lixo do prédio.
quanto aos outros sacos transparentes, que servem para trazer a fruta e legumes (esses sim, tenho-os ao monte), tento também evitá-los ao máximo. o que nem sempre é fácil. mas esses servem para levar os cocós e a areia do fígaro para o lixo (e deviam também ser ecológicos).
já me tinha debruçado sobre este assunto (e até adquiri uma alcofa que me acompanha sempre que possível) e, na altura, procurei sacos alternativos aos de plástico. existem uns no lidl biodegradáveis mas um pouco caros, cada saco fica em cerca de 15 cêntimos. e encontrei também (e agora já não estou a encontrar o site) uns de papel próprio para acondicionar o lixo orgânico, que para além de pequenos eram mesmo muito caros.
e quanto à reciclagem? costumamos aproveitar os sacos de papel para colocar o papel. as embalagens ficam nos sacos d2w inutilizáveis para o lixo orgânico (com mais furos, buracos) ou em algum que entre em casa, que não seja degradável. o vidro, vai na mão e é jogado da forma mais barulhenta possível no vidrão (ou então serve de decoração).
a ler: o artigo na wikipédia sobre os sacos de plástico; algumas medidas da agenda21 para quem ainda tem dúvidas (e nós também damos especial atenção ao referido no ponto 11 e 12); para quem não mora num apartamento a melhor solução é talvez a compostagem; ...
e por tudo isto, assinei a petição pela taxa sobre os sacos de plástico (iniciada pela rosa)
este saco é reciclável e 100% degradável. quando se apresentar quebradiço, está já em fase de degradação, devendo colocá-lo no seu recipiente de lixo doméstico. (d2w e em português)
antes, levava os meus sacos de pano ou aquele grande saco de plástico reutilizável e resistente (e directamente substituível quando estragado, rasgado...) e nunca ninguém me olhou de lado, nem a pessoa que me atendeu estranhou.
e sim, prefiro pagar por um saco de plástico degradável (e sem buracos, please) nos super e hipermercados, para ajudar as pessoas a se consciencializarem. a pensar duas vezes antes de trazerem milhares de sacos para casa (porque na hora de pagar pensa-se sempre duas vezes. e resulta mesmo, aliás vê-se no lidl e no pingo doce). e se é para pagar, pelo menos que sejam totalmente degradáveis (a degradação inicia-se em qualquer ambiente) ou biodegradáveis (exige um ambiente biologicamente activo para iniciar a degradação) ou, melhor ainda, feitos a partir de milho ou batata (e não do petróleo).
quanto às compras diárias, a maior parte delas feitas cá na rua, levo sempre um dos muitos sacos de pano (aliás um deles, anda sempre comigo na mochila ou na mala) ou o saco feito a partir de embalagens de café (que é mais pequeno). e também aí, ninguém estranha e até agradecem a não utilização dos outros sacos.
e como acondicionamos o lixo doméstico ou orgânico? vamos colocando o lixo, durante o dia, num alguidar que fica sempre na bancada da cozinha. ao final do dia despejamo-lo para um dos tais sacos d2w. infelizmente, como alguns têm pequenos buracos, acabo por colocar dois sacos, um dentro do outro (um gasto desnecessário, portanto). e vai direitinho para o balde do lixo do prédio.
quanto aos outros sacos transparentes, que servem para trazer a fruta e legumes (esses sim, tenho-os ao monte), tento também evitá-los ao máximo. o que nem sempre é fácil. mas esses servem para levar os cocós e a areia do fígaro para o lixo (e deviam também ser ecológicos).
já me tinha debruçado sobre este assunto (e até adquiri uma alcofa que me acompanha sempre que possível) e, na altura, procurei sacos alternativos aos de plástico. existem uns no lidl biodegradáveis mas um pouco caros, cada saco fica em cerca de 15 cêntimos. e encontrei também (e agora já não estou a encontrar o site) uns de papel próprio para acondicionar o lixo orgânico, que para além de pequenos eram mesmo muito caros.
e quanto à reciclagem? costumamos aproveitar os sacos de papel para colocar o papel. as embalagens ficam nos sacos d2w inutilizáveis para o lixo orgânico (com mais furos, buracos) ou em algum que entre em casa, que não seja degradável. o vidro, vai na mão e é jogado da forma mais barulhenta possível no vidrão (ou então serve de decoração).
a ler: o artigo na wikipédia sobre os sacos de plástico; algumas medidas da agenda21 para quem ainda tem dúvidas (e nós também damos especial atenção ao referido no ponto 11 e 12); para quem não mora num apartamento a melhor solução é talvez a compostagem; ...
e por tudo isto, assinei a petição pela taxa sobre os sacos de plástico (iniciada pela rosa)
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