ou quando o dinheiro gere a cidade e faz esquecer o urbanismo.ou ainda, o que está mal aqui?[peso da régua]

vou passar a ter aulas de fotografia, lá para os lados de marvila [mais um bocadinho de lisboa que vou descodificar e juntar ao meu mapa mental].hoje foi a primeira e vai até maio.e as fotografias do carnaval hão-de surgir por aqui brevemente.
nos próximos dias vamos estar entre podence, alijó e lazarim.volto na quarta.
a primeira imagem :: caretos de podence.a segunda imagem :: caretos de lazarim, por luís monte.
de um lado para o outro.voltei à faculdade, desde setembro. e está tudo na mesma.levei eternidades na secretaria e ainda se admiraram quando perguntei se o certificado era também em inglês."pode sempre traduzi-lo e autenticá-lo no consulado!"atenção: eu, para já, vou ficar cá. e juro que não percebi.sempre achei a minha faculdade estranha.
alguém me sabe dizer onde fica a brás & brás (ou será braz & braz) cá em lisboa?
(pensava que ficava na baixa, pesquisei no google e encontrei outra localização... estou confusa)
"... a criança, na sua educação, precisa de um pai e de uma mãe. não de dois pais ou de duas mães..."(d.j.p.)educar :: desenvolver as faculdades físicas, intelectuais e morais a. (dicionário texto editores)

tal como as amêndoas, há pouco tempo passei a gostar de abacate. apesar de achar que isto de gostar tem mais que se lhe diga. se gostasse realmente não teria de pôr açúcar e canela. comê-lo-ia ao natural. tal como acontece com o café e o chá. gosto do sabor e não preciso de lhes adicionar açúcar ou outro elemento doce. com o abacate simplesmente não sabe a nada (ou a pouco) então abuso na canela.hoje ao almoço (ainda com pouco tempo disponível) comi uma sopa e depois dois abacates pequenos, daqueles com a casca bem preta.it will stop raining* :: tenho seguindo diariamente as refeições da ai. you are what you eat.
gosto de ir de fim-de-semana, para casa [como diz a cláudia]. mas quando volto (para a minha casa) tenho sempre uma série de coisas por fazer, que não foram feitas durante o fim-de-semana. então essas segundas-feiras são passadas num rodopio. autênticos dias caóticos, de um lado para outro e quase sempre com o frigorífico vazio.
hoje fiquei com apenas meia hora para almoçar. refoguei meia cebola, juntei cenoura aos cubinhos e uma lata de tomate. quase no fim acrescentei feijão branco*. pus sal, pimenta preta, orégãos e salsa picada. por cima, um pouco de queijo mozzarella ralado.(*) é também para estas situações que costumo ter sempre no congelador leguminosas (feijões vários, grão). compro-as secas a granel ou em pacote, demolho-as e cozo-as (por vinte minutos e sem qualquer tempero). depois separo-as em sacos e vão para o congelador (aguentam seis meses sem perderem o sabor e a textura, no entanto uso-as no máximo até três meses). são muito úteis para quando não há muito tempo. descongelo-as no micro-ondas durante uns três ou quatro minutos e depois é só juntar no fim da cozedura ou preparar uma salada.[e agora, ao fim da tarde, uma boa notícia?]
se não tivesse que ir este fim-de-semana para silves ia até madrid.
que me inspiram.não consegui aproveitar nenhuma fotografia deste bolo. só esta. da cobertura de icing sugar com sumo natural de clementina. aliás este bolo é de clementinas, com casca e tudo. tem um sabor bastante forte mas é bom. mesmo assim, os bolos sem ovos ainda não me convenceram.
de espinafres, cebola caramelizada e com muito queijo suíço.foi totalmente inventada por mim apesar de ter sido inspirada por muitas outras que tenho visto ultimamente.e agora que olho para o blog reparo que nestes últimos dias só tenho escrito praticamente sobre comida. apesar de este não ser um assumido food blog, o que é certo é que tenho tido algum tempo disponível para os meus devaneios culinários (para além das minhas constantes pequenas pesquisas). e depois, quando não tenho assunto há sempre alguma receita, prato, experiência a pedir para aparecer por aqui. mas eu vou(-me) prometer que outros assuntos virão (pelo menos, vou-me esforçar).
três imagens destes diastarte + camisa urso + expressão
"... com uma licenciatura, dezasseis [ou dezoito] anos de escola, podemos aspirar a dobrar camisolas na Zara, a arrumar livros na Fnac ou, fardados, a fugir dos clientes que procuram informações no Ikea. Com sorte, um contrato de seis meses [ou a, faz-de-conta, prestação de serviços]. Com sorte, um estágio não remunerado.
(...)
Uma casa para pagar, por pagar, a dezenas de quilómetros de onde trabalhamos, se tivermos trabalho. Um futuro incerto. Infantários, hipermercados, o Natal.
(...)
Nós sofremos, mas temos tempo."(José Luís Peixoto)

ainda a tentar dar a volta aos citrinos, algumas pêras foram ficando no fundo da fruteira. por cá, ninguém as come quando já estão completamente maduras e moles.
então cortei-as e deixei-as a cozer em lume brando. nem precisam de açúcar, que as nossas pêras são doces por natureza. depois foi só reduzir a puré.
ao lanche com fatias de pão integral com queijo de cabra.
de merda.(e de várias maneiras e feitios).
depois do olhar clínico do engenheiro cá da casa, descobrimos que as borrachas estão completamente desfeitas (o que vem confirmar ainda mais a minha teoria da utilização vs. garantia). assim a cuba já não veda bem, a água escorre para o interior da máquina e os pães ficam demasiado secos (com falta de água).já constatámos que não há assistência técnica da marca em portugal (da próxima vamos ter isto em atenção) mas é possível comprar outra cuba e outra pá. de qualquer forma, o preço das novas peças + portes de envio ficam sempre mais baratas que uma nova máquina (é impressão minha, ou os preços das padeiras aumentaram muito em dois anos?).
>> mj :: a minha é da clatronic. e pelo que tenho visto, geralmente a pá para amassar costuma ser específica de cada marca. experimenta entrar em contacto directamente com a marca (devem ter site) e tenta saber se vendem também as peças em separado.
passado pouco mais de dois anos, a máquina de fazer pão deixou de funcionar. fico com a sensação que estes novos electrodomésticos não foram feitos para terem um uso quase diário. em dois anos, dia-sim dia-não saía um novo pão. mais as massas para pizza e a massa para massa.agora estou desolada.próximo passo: poupar dinheiro para comprar outra (melhor que esta).