:: to do tattoo - the perfect solution for your shoddy short-term memory. ou para quem tem a mania de apontar tudo.
[via swissmiss]
29.5.08
[sem assunto]
de hoje... nada. (ahh rotininha. ahh vidinha. ahh projectinho.)
levo as manhãs a netpassear. a ler as notícias, os sítios do costume. a decidir almoços (e jantares) e a fazê-lo. a tentar economizar tempo. a programar-me. antes do almoço, lá se vai firefox e afins para voltar a abri-lo depois do jantar. até o yoga já reduzi para o recomendado para quem-tem-muito-que-fazer.
passo as tardes de auscultadores nos ouvidos e entretida (ou entediada).
as músicas escolho-as dedo-a-dedo. ou quase. escolho uma palavra e vou correspondendo cada letra a uma pasta de música. hoje foi o dia de l-i-s-b-o-a. ou l-y-s-b-o-a. que quando chegou ao i não arranjei nada que me apetecesse ouvir. então salvou-me um y (ípsilon) de yeasayer. depois stan getz. depois buena vista. depois ost-belleville (que conta como ó). depois a naifa. é ridículo, eu sei! e leva-me a alinhamentos ainda mais ridículos.
e se continuar assim, amanhã terei de arranjar uma palavra começada por cê.
ando tão distraída que só hoje reparei que amanhã começa o rockinrio. e hoje, enquanto passava os olhos na programação do fmm, pensava 'ohh já começou [a 17 de julho] e já está quase a terminar [a 26 de julho]'.
levo as manhãs a netpassear. a ler as notícias, os sítios do costume. a decidir almoços (e jantares) e a fazê-lo. a tentar economizar tempo. a programar-me. antes do almoço, lá se vai firefox e afins para voltar a abri-lo depois do jantar. até o yoga já reduzi para o recomendado para quem-tem-muito-que-fazer.
passo as tardes de auscultadores nos ouvidos e entretida (ou entediada).
as músicas escolho-as dedo-a-dedo. ou quase. escolho uma palavra e vou correspondendo cada letra a uma pasta de música. hoje foi o dia de l-i-s-b-o-a. ou l-y-s-b-o-a. que quando chegou ao i não arranjei nada que me apetecesse ouvir. então salvou-me um y (ípsilon) de yeasayer. depois stan getz. depois buena vista. depois ost-belleville (que conta como ó). depois a naifa. é ridículo, eu sei! e leva-me a alinhamentos ainda mais ridículos.
e se continuar assim, amanhã terei de arranjar uma palavra começada por cê.
ando tão distraída que só hoje reparei que amanhã começa o rockinrio. e hoje, enquanto passava os olhos na programação do fmm, pensava 'ohh já começou [a 17 de julho] e já está quase a terminar [a 26 de julho]'.
28.5.08
qualquer dia
agarro na agulha e em fio de algodão branco e faço o mesmo. e deixo de ter um quebra-diálogos* feio e partido para passar a ter uma visão** branca.
* ou caixote. ou um quase cubo de quarenta por sessenta por cinquenta. ou tele-visão.
** este ano também vi o euro-visão. há anos que não o via. acho que fui mesmo influenciada pela entusiasmo da família lopes.
(ponto de vista obras da colecção da fundação plmj, esteve no pavilhão branco do museu da cidade)
27.5.08
revolução cinética
no museu do chiado até 15 de junho. (ainda sem site actualizado, por isso fica o do guia do lazer)
mais fotografias e vídeos.
tag :: revoluçãocinética
design cork
design cork for future, innovation and sustainability. esteve no museu colecção berardo até ao passado dia 25 de maio. tudo em cortiça. mas ficou a faltar a permissão para tocar nos protótipos dos novos produtos. porque, em algumas peças, não se conseguia perceber até que ponto a cortiça seria o material mais acertado. ou se suportariam o nosso peso (no caso dos poufs). de qualquer forma, achei quase todas as peças bastante interessantes.
a cortiça é a matéria-prima portuguesa com maior índice de produção e exportação. é um recurso natural, renovável e com qualidades ambientais excepcionais que integra em si um elevado potencial de inovação tecnológica e projectual, sendo também um dos símbolos mais representativos da cultura material portuguesa. (...) explorou o potencial de utilização dos materiais e tecnologias da cortiça no design. (...) desafiados a desenvolver novas soluções que combinem design e as tecnologias da cortiça, incorporando os conceitos de sustentabilidade.
mais fotografias de outros produtos.
(in folheto de apresentação da exposição)
26.5.08
22.5.08
um tributo às obras (até num feriado)
ou simplesmente, um exemplo de arte povera (pobre coitada). de gilberto zorio, no museu colecção berardo.
shambala
a minha irmã hoje foi almoçar com os amigos. daqueles almoços em que cada um leva qualquer coisa. onde há sempre churrascada e muita variedade de comida. então, ela que é mais virada para a doçaria, decidiu fazer algo simples. e claro, acabou por sobrar para mim também. ficámos, ontem à noite, até às três da manhã na cozinha. e hoje quando acordei ela já lá estava. eu fiz um pão/ pizza de alho. ela fez uma mousse de chocolate caseira e uma sobremesa com gelatinas. e como os amigos dela provaram os biscoitos deliciosos do outro dia, exigiram uma boa quantidade para o lanche. e assim foi.
sendo assim, hoje à hora do almoço já não pudia ver a cozinha à minha frente. decidi e fui almoçar com o helder (que hoje trabalhou) ao novo centro comercial alegro.
decidi-me pelo shambala, um restaurante vegetariano. têm vários pratos e vários acompanhamentos, ao estilo de buffet. o preço é certo e podemos encher o prato até mais não. não sou muito de pôr uma horta inteira no prato então escolhi três pequenas saladas (tomate, couve roxa e pepino), um acompanhamento (arroz integral) e um prato principal (seitan com ameixas). mas puseram tudo com doses tão, mas tão minis que tive de pedir três vezes a quantidade normal de seitan. e foi mesmo aí que comecei a olhar à minha volta... como é possível as pessoas escolherem: feijão + grão + arroz integral + bulgur + seitan + vegetais gratinados + batatas + milho frito (fora as saladas)?!?! sem dúvida que os olhos comem muito mais que a barriga. já para não falar das misturas de alimentos (ou será a vontade de experimentar TUDO?).
ao longe, perguntei se o que estava num dos tabuleiros era cenoura, ao que ele respondeu: é abóbora com nozes. e eu: assim não, que eu não gosto de nozes. mal me aproximei vi que era abóbora com castanhas (nozes = castanhas?). a senhora que estava ao meu lado, pediu milho frito e a rapariga deu-lhe legumes verdes salteados (milho = legumes verdes?).
respirei fundo. segui em frente com o meu grande prato quase vazio (ou seja, pura ilusão) e com uma sopa de abóbora. no fim, não fiquei com fome (para grande espanto do rapaz que me atendeu).
[nota: eu NÃO como pouco. e gostei da comida.]
sendo assim, hoje à hora do almoço já não pudia ver a cozinha à minha frente. decidi e fui almoçar com o helder (que hoje trabalhou) ao novo centro comercial alegro.
decidi-me pelo shambala, um restaurante vegetariano. têm vários pratos e vários acompanhamentos, ao estilo de buffet. o preço é certo e podemos encher o prato até mais não. não sou muito de pôr uma horta inteira no prato então escolhi três pequenas saladas (tomate, couve roxa e pepino), um acompanhamento (arroz integral) e um prato principal (seitan com ameixas). mas puseram tudo com doses tão, mas tão minis que tive de pedir três vezes a quantidade normal de seitan. e foi mesmo aí que comecei a olhar à minha volta... como é possível as pessoas escolherem: feijão + grão + arroz integral + bulgur + seitan + vegetais gratinados + batatas + milho frito (fora as saladas)?!?! sem dúvida que os olhos comem muito mais que a barriga. já para não falar das misturas de alimentos (ou será a vontade de experimentar TUDO?).
ao longe, perguntei se o que estava num dos tabuleiros era cenoura, ao que ele respondeu: é abóbora com nozes. e eu: assim não, que eu não gosto de nozes. mal me aproximei vi que era abóbora com castanhas (nozes = castanhas?). a senhora que estava ao meu lado, pediu milho frito e a rapariga deu-lhe legumes verdes salteados (milho = legumes verdes?).
respirei fundo. segui em frente com o meu grande prato quase vazio (ou seja, pura ilusão) e com uma sopa de abóbora. no fim, não fiquei com fome (para grande espanto do rapaz que me atendeu).
[nota: eu NÃO como pouco. e gostei da comida.]
20.5.08
massa fresca de beterraba
(clicar para ver maior)
a receita é a mesma de sempre. a massa é fresca, ou seja, feita por nós.
a proporção mantida, um ovo para cem gramas de farinha. desta vez 500g de farinha e em vez dos cinco ovos, substitui dois deles por uma beterraba pequena.
como sobrou um pouco de massa fresca. no dia seguinte, voltei a esticá-la e fiz talharim com cogumelos.
outra. outra. e uma pequena explicação nos comentários.
algumas contas
não tenho por hábito ver o que é mais barato num sítio e mais caro noutro e a partir daí, fazer as minhas opções. preciso, compro e consumo, sem olhar muito a preços.
antes, como era só para mim, nem sentia muito o preço acrescido dos produtos biológicos. agora, com mais duas pessoas, a história já não é a mesma.
há mais de dois anos que vou à feira biológica no príncipe real e este sábado fiquei um pouco alarmada. sinceramente, acho que os preços aumentaram bastante. gastei mais de dez euros e trouxe muito pouca coisa.
preços que fiz questão de apontar para comparar:
:: na feira, o tomate biológico e espanhol estava a cerca de 4,70€/kg, pelo menos num stand. achei exageradamente caro e, ainda por cima, espanhol. não trouxe. nesta altura já existe bom tomate português (apesar de não ser biológico, prefiro sempre os produtos nacionais). fui até ao miosótis e lá, o tomate também biológico mas português, estava a cerca de 2,80€/kg. continuando com a comparação, no continente, português e não-biológico, estava a 1,48€/kg (mais baixo que o normal). [optei pela solução tomate-português-biológico]
:: antes, comprava leite biológico agros meio gordo (há pouco tempo surgiu também o magro) a cerca de 1,44€ o pacote no continente (1,50€ no miosótis). agora é impraticável. então, optámos pelo leite agros "normal" (cerca de 0,68€).
:: cá em casa consomem-se doces, compotas, geleias, marmeladas e afins. na hora de comprar, optamos sempre pelo mais natural, o menos processado-industrialmente possível, sem E's, sem corantes nem conservantes, sem aditivos desnecessários e com a menor quantidade possível de açúcar. há uma boa oferta de doces no mercado, mesmo com estes pré-requisitos todos. no entanto, o preço é elevado. 2,30€ por 240g (o último que comprámos, de morango, que já acabou e que até nem foi dos mais caros). para além de termos uma colecção avantajada de potes, boiões, frascos e frasquinhos de vidro. assim, decidimos que a partir de agora vamos mesmo fazê-los em casa. preço do morango: 3€ e tal no miosótis e 2€ e tal no continente, por quilo + açúcar + tempo de cozedura = melhor doce, caseiro e alguns eurozitos poupados.
[nota: ninguém cá em casa é forreta, nem levamos a vida a reclamar de dinheiro! mas gostamos de comer bem sem levar o resto do mês a fazer ginástica.]
antes, como era só para mim, nem sentia muito o preço acrescido dos produtos biológicos. agora, com mais duas pessoas, a história já não é a mesma.
há mais de dois anos que vou à feira biológica no príncipe real e este sábado fiquei um pouco alarmada. sinceramente, acho que os preços aumentaram bastante. gastei mais de dez euros e trouxe muito pouca coisa.
preços que fiz questão de apontar para comparar:
:: na feira, o tomate biológico e espanhol estava a cerca de 4,70€/kg, pelo menos num stand. achei exageradamente caro e, ainda por cima, espanhol. não trouxe. nesta altura já existe bom tomate português (apesar de não ser biológico, prefiro sempre os produtos nacionais). fui até ao miosótis e lá, o tomate também biológico mas português, estava a cerca de 2,80€/kg. continuando com a comparação, no continente, português e não-biológico, estava a 1,48€/kg (mais baixo que o normal). [optei pela solução tomate-português-biológico]
:: antes, comprava leite biológico agros meio gordo (há pouco tempo surgiu também o magro) a cerca de 1,44€ o pacote no continente (1,50€ no miosótis). agora é impraticável. então, optámos pelo leite agros "normal" (cerca de 0,68€).
:: cá em casa consomem-se doces, compotas, geleias, marmeladas e afins. na hora de comprar, optamos sempre pelo mais natural, o menos processado-industrialmente possível, sem E's, sem corantes nem conservantes, sem aditivos desnecessários e com a menor quantidade possível de açúcar. há uma boa oferta de doces no mercado, mesmo com estes pré-requisitos todos. no entanto, o preço é elevado. 2,30€ por 240g (o último que comprámos, de morango, que já acabou e que até nem foi dos mais caros). para além de termos uma colecção avantajada de potes, boiões, frascos e frasquinhos de vidro. assim, decidimos que a partir de agora vamos mesmo fazê-los em casa. preço do morango: 3€ e tal no miosótis e 2€ e tal no continente, por quilo + açúcar + tempo de cozedura = melhor doce, caseiro e alguns eurozitos poupados.
[nota: ninguém cá em casa é forreta, nem levamos a vida a reclamar de dinheiro! mas gostamos de comer bem sem levar o resto do mês a fazer ginástica.]
19.5.08
as desvantagens de morar num prédio... (parte ii)
devia haver uma (estúpida, é certo) lei que PROIBISSE tirar os contadores de dentro de casa para os colocar na caixa de escadas. quando esta tem menos de um metro de largura (ou seja, não cabem duas pessoas lado a lado). e quando se aproximam os exames de junho.
não aguento o barulho. não aguento o barulho. não aguento o barulho.
logo às oito da manhã com o martelo eléctrico nas escadas... tive de falar a gritar enquanto tomava o pequeno-almoço, para além de o galão não se conseguir manter direito em cima da mesa. vesti o robe e fui apelar ao bom senso deles. sei que não posso reclamar do barulho a partir das oito da manhã. então, simpaticamente perguntei se não tinham nada menos ruidoso para fazer. é que de manhã não há cabeça que aguente tal nível de ruído.
até compreenderam, disseram-me que têm recebido muitas reclamações. [pudera!]
entretanto, a conversa alongou-se por mais meia dúzia de minutos:
blá, blá, obras, blá, blá, partir paredes, blá, blá, abrir buracos em área comum sem consentimento dos condóminos, blá, blá, autorização, blá, blá projecto, blá, blá...
ahh e tal e o senhor qualquer-coisa falou com não-sei-quem que autorizou.
pois, mas quem?
ali o senhor do terceiro... o administrador.
(????????????????)
deixa lá ver se entendi: o administrador do meu prédio AUTORIZOU a obra.
boa! [assim fico muito mais descansada.]
-
links, que ninguém vai ler, mas que estão relacionados:
:: lei 60/2007 de 04 de setembro - novo regime jurídico da urbanização e da edificação (rjue)
:: portaria nº232/2008 de 11 de março - determina quais os elementos que devem instruir os pedidos de informação prévia, de licenciamento e de autorização (em pdf)
-
ou seja, o novo rjue aumenta o número de intervenções que ficam dispensadas de controlo por parte da administração, como por exemplo, a alínea b) (que antes se encontrava sujeita a comunicação prévia) agora não obriga a qualquer controlo prévio:
b) As obras de alteração no interior de edifícios ou suas fracções, à excepção dos imóveis classificados ou em vias de classificação, que não impliquem modificações na estrutura de estabilidade, das cérceas, da forma das fachadas e da forma dos telhados.
o que, obviamente não dispensa o projecto. este tipo de obras deve ser sempre objecto de um projecto, que observe as normas legais e técnicas vigentes e que seja elaborado por um técnico que se responsabilize. (in oasrs)
elaborado por um técnico que se responsabilize... remete invariavelmente para o decreto nº73/73 de 28 de fevereiro, que é assim uma espécie de quem-faz-o-quê super desactualizado (publicado há mais de trinta anos).
não aguento o barulho. não aguento o barulho. não aguento o barulho.
logo às oito da manhã com o martelo eléctrico nas escadas... tive de falar a gritar enquanto tomava o pequeno-almoço, para além de o galão não se conseguir manter direito em cima da mesa. vesti o robe e fui apelar ao bom senso deles. sei que não posso reclamar do barulho a partir das oito da manhã. então, simpaticamente perguntei se não tinham nada menos ruidoso para fazer. é que de manhã não há cabeça que aguente tal nível de ruído.
até compreenderam, disseram-me que têm recebido muitas reclamações. [pudera!]
entretanto, a conversa alongou-se por mais meia dúzia de minutos:
blá, blá, obras, blá, blá, partir paredes, blá, blá, abrir buracos em área comum sem consentimento dos condóminos, blá, blá, autorização, blá, blá projecto, blá, blá...
ahh e tal e o senhor qualquer-coisa falou com não-sei-quem que autorizou.
pois, mas quem?
ali o senhor do terceiro... o administrador.
(????????????????)
deixa lá ver se entendi: o administrador do meu prédio AUTORIZOU a obra.
boa! [assim fico muito mais descansada.]
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links, que ninguém vai ler, mas que estão relacionados:
:: lei 60/2007 de 04 de setembro - novo regime jurídico da urbanização e da edificação (rjue)
:: portaria nº232/2008 de 11 de março - determina quais os elementos que devem instruir os pedidos de informação prévia, de licenciamento e de autorização (em pdf)
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ou seja, o novo rjue aumenta o número de intervenções que ficam dispensadas de controlo por parte da administração, como por exemplo, a alínea b) (que antes se encontrava sujeita a comunicação prévia) agora não obriga a qualquer controlo prévio:
b) As obras de alteração no interior de edifícios ou suas fracções, à excepção dos imóveis classificados ou em vias de classificação, que não impliquem modificações na estrutura de estabilidade, das cérceas, da forma das fachadas e da forma dos telhados.
o que, obviamente não dispensa o projecto. este tipo de obras deve ser sempre objecto de um projecto, que observe as normas legais e técnicas vigentes e que seja elaborado por um técnico que se responsabilize. (in oasrs)
elaborado por um técnico que se responsabilize... remete invariavelmente para o decreto nº73/73 de 28 de fevereiro, que é assim uma espécie de quem-faz-o-quê super desactualizado (publicado há mais de trinta anos).
15.5.08
para ler esta noite,
e aproveitar muito bem, durante o fim-de-semana.
:: dia internacional dos museus e noite dos museus: notícia, carreira rota dos museus, programa, mais, mais (em pdf) e em todo o país (em pdf).
(morreu o pintor americano robert rauschenberg. que esteve em exposição, até há pouco tempo em serralves.)
[links e post ordenados aleatoriamente... que o único propósito disto é registar para depois ler quando chegar a casa]
:: dia internacional dos museus e noite dos museus: notícia, carreira rota dos museus, programa, mais, mais (em pdf) e em todo o país (em pdf).
(morreu o pintor americano robert rauschenberg. que esteve em exposição, até há pouco tempo em serralves.)
[links e post ordenados aleatoriamente... que o único propósito disto é registar para depois ler quando chegar a casa]
14.5.08
as desvantagens de morar num prédio construído numa altura que quase não se utilizava isolamento acústico
começa a ficar impossível. hoje começaram ainda nem oito da manhã eram. o primeiro direito está em obras e pelo barulho, parece que é cá em casa. na cozinha, até o chão treme e as panelas chocalham. um horror. não consigo perceber, pelo ruído parece que estão a partir paredes (???) mas penso que estarão, simplesmente, a mudar o chão (assim o espero).
esta foi a primeira vez que desejei morar um prédio novíssimo em folha, com isolamentos para tudo e mais qualquer e, acima de tudo, eficazes. ouço os passos dos meus vizinhos de cima. e na cozinha quase que consigo acompanhar a conversa da vizinha do lado. mas isso até nem me preocupa muito. agora levar das oito da manhã até ao meio-dia e das duas da tarde até às cinco a ouvir martelar, beberquins e sei lá mais o quê, deixa-me irritadíssima. para além disso, os senhores devem almoçar muito bem, então das duas até às cinco é mesmo perturbante.
fiz um pequeno filme, esta manhã, enquanto subia as escadas, numa altura em que até estavam bastante calmos:
[... dois meses??? eu não vou aguentar.]
creme de ervilhas
nunca tinha feito. aproveitei que tinha uma grande quantidade de ervilhas frescas e fiz este creme. segui a receita mas usei caldo de legumes e excluí o bacon.
como foi para o almoço (e não tinha tempo para muito mais), cozi ainda um ovo e torrei pequenas fatias de pão. gostei!
13.5.08
chamada de atenção
para a pessoa que chegou aqui procurando, no google, por o jeito certo de tomar antibiótico:
:: em caso de dúvida ou se surgir algum efeito secundário que não esteja listado ou por outro qualquer motivo, o melhor é aconselhar-se com o médico ou farmacêutico (que foi o que fiz desta vez!).
[há com cada pesquisa. qualquer dia dedico-lhes um post.]
:: em caso de dúvida ou se surgir algum efeito secundário que não esteja listado ou por outro qualquer motivo, o melhor é aconselhar-se com o médico ou farmacêutico (que foi o que fiz desta vez!).
[há com cada pesquisa. qualquer dia dedico-lhes um post.]
12.5.08
maps.live
já conhecia mas só hoje experimentei.
acho melhor que o googleearth apesar de não haver 3d para esta zona nem 2d para muitas cidades. mas este bird's eye já me vai dar um jeitão.
não tenho é como guardar as imagens, por isso fiz a montagem a partir de printscreens (!!). e, tal como no googleearth, não encaixam lá muito bem (têm escalas e perspectivas ligeiramente diferentes). mas serve para o uso.
consegue-se aproximar mais, no entanto, acho que a qualidade só aguenta bem até aos 40meters (na escala do canto inferior direito). esta foi tirada com os 90m.
a imagem acima (clicar para ver bem maior) corresponde à minha área de estudo para projecto. entre a ponte 25 de abril e a calçada da ajuda. na frente ribeirinha.
11.5.08
links [desta semana que passou]
:: lindos e coloridos. embroidery de takashi iwasaki. [até fico com vontade de bordar os rabiscos que vou fazendo nos cantos das folhas]
:: desenhos em post-its, de ulf nawrot.
:: gosto, também, das colagens de will scobie. [sem link directo]
:: ideias (1, 2, 3...) para aplicar/ bordar num saco igual, que no outro dia fui obrigada (?) a comprar. [apesar dos exemplos não serem bordados]
:: outro gadget perfeitamente dispensável. [que eu juro que me daria imenso jeito, como todos!]
:: recycled magazine picture frame + yarn from old newspapers by greetje van tiem
:: tutorial: make sewable fabric from plastic bags, que pode dar um fim mais simpático a alguns sacos de plástico (principalmente aqueles que chegam a casa furados :( ).
:: blogs mirror cities + metaefficient + mãos da sapo e pés de pato
[via alguns dos meus-favoritos que, como é óbvio, não sei certo quais foram]
ufff... tantos!
:: desenhos em post-its, de ulf nawrot.
:: gosto, também, das colagens de will scobie. [sem link directo]
:: ideias (1, 2, 3...) para aplicar/ bordar num saco igual, que no outro dia fui obrigada (?) a comprar. [apesar dos exemplos não serem bordados]
:: outro gadget perfeitamente dispensável. [que eu juro que me daria imenso jeito, como todos!]
:: recycled magazine picture frame + yarn from old newspapers by greetje van tiem
:: tutorial: make sewable fabric from plastic bags, que pode dar um fim mais simpático a alguns sacos de plástico (principalmente aqueles que chegam a casa furados :( ).
:: blogs mirror cities + metaefficient + mãos da sapo e pés de pato
[via alguns dos meus-favoritos que, como é óbvio, não sei certo quais foram]
ufff... tantos!
10.5.08
i'm not plastic
com a chegada do calor (?), aumentaram as garrafas de água de plástico, por casa. a reciclagem enche num instante e o garrafão das tampas também.
ando de um lado para o outro e encalho, sistematicamente, em trezentas e cinquenta mil garrafas (das mais pequenas às maiores). um excesso de plástico, que usamos uma, duas ou três vezes e depois vai para o lixo (que o plástico vai adquirindo um cheiro estranho).
como nós apostamos na reutilização (acima da reciclagem), comprámos cantis para todos.
o verde (1l) é o que está por casa (ou o que vai para os passeios e viagens), o castanho (1l) é do helder e vai e volta do trabalho todos os dias, o amarelo (0,6l) é o meu, do dia-a-dia.
são leves, ac€ssív€is, coloridos, bonitos, práticos e vieram do decathlon (existem ainda outras cores).
e não fui a única a tomar esta decisão.
hoje vivo em looping
não gosto de aspirar. logo, varro.
não gosto de usar a pá. logo, aspiro.
mas eu não gosto de aspirar. logo, varro.
...
olho pela janela e está sol.
saio de casa.
chego à rua e está a chover.
volto a casa.
olho pela janela e está sol.
saio de casa.
chego à rua e está a chover.
volto a casa.
...
[e preciso mesmo de ir ao miosótis]
não gosto de usar a pá. logo, aspiro.
mas eu não gosto de aspirar. logo, varro.
...
olho pela janela e está sol.
saio de casa.
chego à rua e está a chover.
volto a casa.
olho pela janela e está sol.
saio de casa.
chego à rua e está a chover.
volto a casa.
...
[e preciso mesmo de ir ao miosótis]
9.5.08
imóveis devolutos
há coisas que me preocupam.
[casas devolutas]
[imóveis ameaçados de demolição, alguns até são históricos]
[casas devolutas]
[imóveis ameaçados de demolição, alguns até são históricos]
8.5.08
um (rápido) episódio de urgência
(ou só para terminar esta chata temática)
ontem à noite fiquei pior e decidi ir até ao hospital. pesquisei pelos hospitais de lisboa. sei que aqui perto existem dois (mas são centros de saúde que fecham às 20h). não sei se era do mau estar mas não consegui encontrar nada de jeito (nem nomes, nem moradas, nem horários, nem urgências, nem nada). já decidida a ir até ao santa maria (o único que conhecia), lembrei-me de ligar para a linha saúde 24. só queria saber qual o hospital com urgências mais próximo. o rapaz perguntou o motivo e perguntou-me ainda, se queria fazer logo a triagem por telefone. mil e uma pergunta depois explicou-me o caminho mais rápido para ir até às urgências do curry cabral.
cheguei lá e já tinha um fax à minha espera no balcão, com um pré-diagnóstico. bastou-me dizer as palavrinhas mágicas: telefonei para saúde 24. confirmei os dados, paguei e aguardei não mais que quinze minutos. fui atendida por um médico simpático (da especialidade em causa), que já estava a ler esse tal fax, só me fez mais três ou quatro perguntas, deu-me a receita e uma série de recomendações. (ainda pediu desculpa por não haver uma única cadeira para me sentar e ofereceu-me a maca como assento. fiquei de pé.) nem meia hora estive no hospital.
e hoje já estou muito melhor (que o antibiótico é bem rápido).
isto pode soar quase a uma excessiva publicidade mas é certo que tenho ficado bem impressionada com o serviço s24. do outro lado atende-me sempre um(a) enfermeir@, simpátic@, com uma voz calma, disposto a responder a qualquer pergunta (por muito parola que possa parecer) e cheios de vontade de ajudar. e para outro tipo de questões (esclarecimento de dúvidas...) ainda têm um serviço online, o qual precisa de um registo, onde pudemos colocar as dúvidas e rapidamente recebemos a resposta no nosso e-mail (também já o usei e é igualmente eficaz).
eu acredito no sns!
ontem à noite fiquei pior e decidi ir até ao hospital. pesquisei pelos hospitais de lisboa. sei que aqui perto existem dois (mas são centros de saúde que fecham às 20h). não sei se era do mau estar mas não consegui encontrar nada de jeito (nem nomes, nem moradas, nem horários, nem urgências, nem nada). já decidida a ir até ao santa maria (o único que conhecia), lembrei-me de ligar para a linha saúde 24. só queria saber qual o hospital com urgências mais próximo. o rapaz perguntou o motivo e perguntou-me ainda, se queria fazer logo a triagem por telefone. mil e uma pergunta depois explicou-me o caminho mais rápido para ir até às urgências do curry cabral.
cheguei lá e já tinha um fax à minha espera no balcão, com um pré-diagnóstico. bastou-me dizer as palavrinhas mágicas: telefonei para saúde 24. confirmei os dados, paguei e aguardei não mais que quinze minutos. fui atendida por um médico simpático (da especialidade em causa), que já estava a ler esse tal fax, só me fez mais três ou quatro perguntas, deu-me a receita e uma série de recomendações. (ainda pediu desculpa por não haver uma única cadeira para me sentar e ofereceu-me a maca como assento. fiquei de pé.) nem meia hora estive no hospital.
e hoje já estou muito melhor (que o antibiótico é bem rápido).
isto pode soar quase a uma excessiva publicidade mas é certo que tenho ficado bem impressionada com o serviço s24. do outro lado atende-me sempre um(a) enfermeir@, simpátic@, com uma voz calma, disposto a responder a qualquer pergunta (por muito parola que possa parecer) e cheios de vontade de ajudar. e para outro tipo de questões (esclarecimento de dúvidas...) ainda têm um serviço online, o qual precisa de um registo, onde pudemos colocar as dúvidas e rapidamente recebemos a resposta no nosso e-mail (também já o usei e é igualmente eficaz).
eu acredito no sns!
7.5.08
para quem quiser
:|
estou doente. não fui à faculdade. estou em casa.
vai demorar um pouco mais porque não quis tomar antibióticos.
fico-me pelas medidas gerais e passo o dia a hidratar-me.
voltei a recorrer à saúde 24. gosto do serviço e como (ainda) não quis ser receitada, evitei uma ida demorada ao centro de saúde. assim vou levar os dias a seguir os conselhos e recomendações fielmente...
vai demorar um pouco mais porque não quis tomar antibióticos.
fico-me pelas medidas gerais e passo o dia a hidratar-me.
voltei a recorrer à saúde 24. gosto do serviço e como (ainda) não quis ser receitada, evitei uma ida demorada ao centro de saúde. assim vou levar os dias a seguir os conselhos e recomendações fielmente...
6.5.08
arquitecturices
no primeiro ano de faculdade tive uma cadeira que foi a maior desordem de todos os tempos, sem nenhum método lógico (pelo menos na altura). construções i. que teoricamente deveria ter sido muito útil. aliás, todo o primeiro ano foi estranho. foi como estar com um pé lá e outro cá. sem saber ao certo o que é/ era a arquitectura e muito menos o urbanismo. foi um ano de novos conceitos, novas palavrinhas e novas ideias. foi tudo tão estranho, que terminei o ano e senti que não tinha aprendido nada. esse foi o único que não deixei guardado no computador, foi directamente para um cd, sem grandes preocupações.
mas a construções (mal do professor, porque mais tarde voltei a tê-lo e foi como reviver o passado) a confusão foi geral. nunca percebíamos os objectivos dos trabalhos. a matéria, ainda hoje não consigo dizer ao certo o que nos foi dado. para esses trabalhos bastava-nos uma apresentação toda croma em powerpoint, com muitos crops, com setas e setinhas (vim mais tarde a descobrir que qualquer arq/urb adora setas... eu mesma as faço vezes sem conta), com zoom outs e zoom ins e com muitas imagens e fotografias tiradas da internet (bendito flickr, onde andavas nessa altura?).
hoje, enquanto pensava e esboçava uma espécie de hall gigante, de átrio ou mesmo de foyer ao ar livre (ali para a zona do centro de congressos), tendo em conta todas as pequenas dores de cabeça do local, lembrei-me de um trabalho feito à tal cadeira de construções. mais propriamente, as desconstruções de praças.
fui buscar o cd e revi os trabalhos. como foi possível inventarmos tanto. basicamente, desfizemos duas praças, uma em itália (a piazza matteotti) e outro em espanha (plaza en alcoy) em vários layers. a comédia começa a partir do layer do mobiliário urbano (tanta invenção e desenhos técnicos aldrabadíssimos à mão... qual autocad qual quê!) e culmina na descrição das pedras. ora nunca lá tínhamos ido mas podíamos jurar que aquela pedra cinzento-azulada era mesmo um granito-cinzento-santa-eulália (viva à convicção!).
nesse ano, ainda fizemos uma análise construtiva da rua de campolide (a primeira directa em trabalho) e outro na reboleira - amadora, o primeiro contacto directo com a periferia de lisboa, e no qual aprendi os primeiros comandos em autocad (nunca mais esqueci o extrude).
depois de os rever acho que até aprendi alguma coisa mesmo. não passaram de conceitos, é certo, mas são tão necessários como a prática.
para hoje, serviram-me apenas para relembrar títulos, como os novos espaços urbanos e para lhe seguir o índice (à busca do tal exemplo) pelo flickr.
5.5.08
picnic do um de maio
no dia um de maio fui passar a tarde com os amigos, num picnic combinado quase à última da hora. primeiro íamos para a serra de silves mas acabámos por ficar no meio do canavial, perto do enxerim e da quinta da pomona.
estendemos as toalhas mesmo no meio de um caminho, ao som da água da ribeira e dos cavalos. comemos e bebemos bem. cada um levou o lhe apeteceu. eu levei as pizzas e croquetes de arroz com cogumelos. havia também morangos, bolo de chocolate (feito pelo tiago e delicioso) e salame caseiro.
ainda jogámos trivial pursuit até sermos expulsos por um rapaz a cavalo.
(para mim, só ficou a faltar uma pessoa, para ter sido um fim de tarde perfeito...)
estas fotografias em slideshow ou uma a uma.
(clicar nas fotografias para aumentar)
ontem fiz uma coisa muito feia
como a viagem para baixo, na quinta-feira, correu muito mal, com o fígaro super impertinente, a miar e muito agitado. decidi drogá-lo. realmente fez uma viagem bem mais calma, muito tranquilo e quase sempre calado. quando chegámos a casa, ainda estava mocado, nem conseguia andar direito, o miado era estranho e não conseguia medir bem os saltos. tinha as pupilas dilatadas, os olhos semi-fechados e inchados. para além disso, estava exageradamente calmo. o meu lindo fígaro não é assim. é agitado de natureza e muito pestinha (como a martinha dizia, este gato tem o diabo no corpo).
deu-me uma terrível pena do gatinho. senti-me culpada, como se só contasse o meu bem-estar.
esta manhã, mal acordei fui logo ver como estava. espreguiçou-se, bocejou e deu-me uma leve dentada na mão... é assim que eu gosto de o ver.
pobre fígaro.
não volto a fazê-lo!
deu-me uma terrível pena do gatinho. senti-me culpada, como se só contasse o meu bem-estar.
esta manhã, mal acordei fui logo ver como estava. espreguiçou-se, bocejou e deu-me uma leve dentada na mão... é assim que eu gosto de o ver.
pobre fígaro.
não volto a fazê-lo!
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